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sábado, 20 de abril de 2024

Fiocruz: internações por gripe e vírus sincicial aumentam no país

Casos de covid-19 têm tendência de queda

POR AGÊNCIA BRASILO Boletim InfoGripe, divulgado nesta semana pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), chama atenção para alta das internações por Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), causadas principalmente pelo vírus sincicial respiratório (VSR) e a influenza A, o vírus da gripe. O boletim aponta ainda para queda dos casos de covid-19, com alguns estados em estabilidade.

Nas últimas quatro semanas, do total de casos de síndromes respiratórias, 54,9% foram por vírus sincicial e 20,8% por influenza A. Entre as mortes, os dois vírus são os mais presentes. Conforme o boletim, as mortes associadas ao vírus da gripe estão se aproximando das mortes em função da Covid-19, "por conta da diferença do quadro de diminuição da Covid-19 e aumento de casos de influenza".

Desde o início de 2024, foram registrados 2.322 óbitos por síndrome respiratória grave no país. 

O coordenador do InfoGripe, Marcelo Gomes, alerta para a importância da vacinação contra a gripe, em andamento no país, como forma de evitar as formas graves da doença. “A vacina da gripe, como a vacina da covid, têm como foco diminuir o risco de agravamento de um resfriado, que pode resultar numa internação e até, eventualmente, uma morte. Ou seja, a vacina é simplesmente fundamental”, alerta, conforme publicação da Fiocruz.

De acordo com o levantamento, 20 estados e o Distrito Federal apresentam tendência de aumento de SRAG no longo prazo: Acre, Alagoas, Amazonas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Santa Catarina, Sergipe, São Paulo e Tocantins.

FONTE: https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2024-04/fiocruz-internacoes-por-gripe-e-virus-sincicial-aumentam-no-pais

sexta-feira, 5 de abril de 2024

Saiba as diferenças entre o vírus sincicial respiratório e a influenza

Casos das duas doenças têm crescido no Brasil nas últimas semanas

POR NOTÍCIAS AO MINUTOCom sintomas parecidos, os casos de vírus sincicial respiratório (VSR) e de influenza têm crescido no Brasil nas últimas semanas. Apesar de os dois vírus se comportarem de forma semelhante, existem particularidades que ajudam a fazer a distinção entre eles.

O vírus sincicial respiratório, por exemplo, acomete com muita frequência os bebês pequenos, nos primeiros meses de vida. “Ele tem uma alta prevalência nesse período da vida. Tanto é que os estudos mostram que até que a criança complete um ou dois anos de idade, mais de 95% delas já terão sido expostas a esse vírus”, explica o presidente do Departamento Científico de Infectologia da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), Marco Aurélio Sáfadi. 

O VSR tem uma manifestação clínica clássica que é a bronquiolite, doença que começa com febre, tosse, igual a outras doenças respiratórias, mas que progride para um quadro de cansaço e insuficiência respiratória, chamado comprometimento do trato respiratório inferior, que abrange os pulmões, os bronquíolos. “Essa é uma manifestação que não é exclusiva do VSR, mas é muito típica dele”.

Já o vírus Influenza, de forma geral, tem gerado surtos em crianças de idades maiores, adolescentes e adultos jovens. “É bem sintomático nesse grupo, provoca febre de início súbito, dores no corpo, dor de garganta, sintomas de tosse, coriza. Nesses grupos etários – crianças maiores, adolescentes, adultos jovens, o vírus sincicial raramente vai provocar sintomas. Então, a idade acaba sendo um fator para se suspeitar de um ou de outro”, explicou o especialista.

Entre os idosos, tanto o vírus da influenza como o sincicial podem ser problemáticos. Ambos provocam quadros parecidos nos idosos, muito difíceis de serem distinguidos.

Riscos

Segundo Marco Aurélio Sáfadi, os riscos desses dois vírus são claros. Por exemplo, o VSR é responsável por 80% das bronquiolites e por um percentual importante das pneumonias em bebês pequenos. “Ele é o vírus que mais hospitaliza bebês. É a causa número um de hospitalização por quadros respiratórios, ou síndrome respiratória aguda grave, como relatam dados do Ministério da Saúde. No primeiro ano de vida, o campeão é o VSR”. 

Já nas crianças maiores, adolescentes e adultos, a predominância passa a ser do vírus Influenza e do Sars-Cov-2, vírus que causa a covid-19.

“Tem estudos que mostram que ter infecção pelo sincicial nos primeiros meses de vida, e de forma mais grave e sintomática, pode se traduzir por tornar essa criança uma criança chiadora crônica, com episódios recorrentes de sibilância, ou chiado no peito”. De acordo com Sáfadi, esses são impactos no longo prazo do fato de ter a infecção em idade tenra e de forma sintomática mais grave. 

Estratégias 

O diretor da SBP destaca duas estratégias já aprovadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), mas ainda não disponíveis, para diminuir a carga de doenças provocadas pelo VSR. A primeira é a vacinação da gestante contra a VSR, que protege o bebê ainda no útero, e a segunda é um medicamento, um anticorpo monoclonal, que pode ser aplicado no bebê ao nascer e protege com uma única dose a criança por, pelo menos, cinco meses, que é o período de formas mais graves desse vírus. 

Segundo Sáfadi, esse medicamento já está sendo utilizado em alguns países da Europa e nos Estados Unidos, com redução dramática das taxas de hospitalização. 

“Ambas as estratégias são muito promissoras e devem, obrigatoriamente, fazer parte dos debates do Ministério da Saúde para introduzir uma ou as duas estratégias no Brasil para proteger as nossas crianças dessa doença”, manifestou o pediatra. 

Como os estudos já provaram eficiência, ele estimou que a introdução dessas novidades no país vai depender de iniciativa, disponibilidade de doses e avaliação de custo.

FONTE: https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2024-04/saiba-diferencas-entre-o-virus-sincicial-respiratorio-e-influenza

terça-feira, 22 de agosto de 2023

Notificações de zika vírus aumentam no país em relação a 2022

Ministério da Saúde informa que monitora situação

POR AGÊNCIA BRASIL - O número de casos de zika vírus no país subiu 20% de janeiro até o dia 8 de julho de 2023. As notificações passaram de 5.910 para 7.093, na comparação com mesmo período de 2022. A Região Sudeste teve o maior aumento de casos, com percentual de 11,7%.

O Ministério da Saúde informou "que os dados são preliminares e sujeitos a alterações e que a vigilância das arboviroses – o que inclui as infecções causadas pelo vírus zika – é de notificação compulsória, ou seja, todo caso suspeito e/ou confirmado deve ser obrigatoriamente notificado aos serviços de saúde”.

No mês de abril, em meio ao aumento de casos de dengue, zika e chikungunya no Brasil, as arboviroses, o governo federal lançou uma campanha nacional de combate às doenças, transmitidas por um mesmo vetor, a picada do mosquito Aedes aegypti

Na ocasião, o Ministério da Saúde acionou o Centro de Operações de Emergências de Arboviroses (COE) e foram realizadas ações de apoio nos 11 estados com maior número de casos e mortes por dengue e chikungunya. Outra ação foi investimento de R$ 84,3 milhões em compra de inseticida, larvicida, distribuição de kits de diagnóstico e capacitação de profissionais de saúde. 

Em junho, o COE foi desativado após ter sido constatada queda no risco de transmissão das arboviroses em todos os estados. O número de casos notificados de zika vírus caiu 87% entre abril e julho. "Essa queda se deve às ações empenhadas no controle do vetor, às ações promovidas pelo Centro de Operações de Emergência em Saúde, além de mudanças climáticas que implicam na circulação viral da dengue e chikungunya. Diante disso, considerando o cenário atual, a partir da Semana Epidemiológica (SE) 19, o COE Arboviroses foi desativado. Ainda assim, o Ministério da Saúde vai continuar monitorando o comportamento das arboviroses no Brasil ao longo de todo o ano", informou a pasta na ocasião. 

Sintomas 

Os sintomas mais comuns da zika são: dor de cabeça, febre baixa, dores leves nas articulações, manchas vermelhas na pele, coceira e vermelhidão nos olhos. Outros sintomas menos frequentes são inchaço no corpo, dor de garganta, tosse e vômitos.

Prevenção 

A principal forma de evitar a doença é eliminar os criadouros do mosquito, ou seja, evitar acúmulo de água parada em vasilhas, vasos de plantas e pneus velhos; instalar telas em janelas e portas; usar roupas compridas (calças e blusas) ou aplicar repelente nas áreas do corpo expostas e dar preferência a locais com telas de proteção e mosquiteiros.

FONTE: https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2023-08/notificacoes-de-zika-virus-aumentam-no-pais-em-relacao-2022

terça-feira, 26 de julho de 2022

Como lavar as mãos corretamente (contra vírus e bactérias)

Lavar as mãos é um ato muito simples, mas que ajuda bastante a evitar a transmissão de várias doenças causadas por vírus e bactérias.

POR TUA SAÚDEA lavagem das mãos é um cuidado básico mas extremamente importante para evitar pegar ou transmitir diferentes tipos de doenças infecciosas, especialmente após estar em ambientes com elevado risco de contaminação, como um lugar público ou o hospital, por exemplo. Assim, saber lavar as mãos corretamente é muito importante para eliminar vírus e bactérias que possam estar na pele e causar infecções no organismo.

Os 8 passos mais importantes que devem ser respeitados para garantir que se lava as mãos corretamente incluem:

  1. Passe sabonete e água limpa nas mãos;
  2. Esfregue a palma de cada mão;
  3. Esfregue a ponta dos dedos na palma da outra mão;
  4. Esfregue entre os dedos de cada mão;
  5. Esfregue o polegar de cada mão;
  6. Lave o dorso de cada mão;
  7. Lave os punhos de ambas as mãos;
  8. Seque com uma toalha limpa ou papel toalha.

No total, o processo de lavagem das mãos deve durar por, pelo menos, 20 segundos, já que esse é o tempo necessário para garantir que se está lavando todos os espaços das mãos. Uma boa dica no final da lavagem é usar o papel toalha, que se usou para secar as mãos, para fechar a torneira e evitar entrar novamente em contato com bactérias e vírus que tenham ficado na torneira na hora de abrir a água.

Veja como lavar as mãos corretamente e qual a sua importância:

Continue Lendo emhttps://www.tuasaude.com/a-importancia-de-lavar-as-maos/

quarta-feira, 28 de junho de 2017

Saiba como se proteger do vírus que está se espalhando pelo mundo nesta terça

(Foto: reprodução)
POR OLHAR DIGITAL
Uma onda de ataques hackers está se espalhando pelo mundo nesta terça-feira, 27, com um novo vírus chamado de "Petya". Trata-se de um ransomware, que sequestra o computador infectado de maneira semelhante ao caso do vírus "WannaCry", que afetou milhares de computadores ao redor do mundo em maio.
Mas como se proteger? Antes de mais nada, atualize o seu Windows. As informações mais recentes, partindo de especialistas em segurança eletrônica, indicam que o ransomware está explorando uma falha de uma versão desatualizada do sistema operacional da Microsoft.
  • Saiba o que é um ransomware e como se proteger

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sábado, 7 de maio de 2016

Pesquisadores devem levar pelo menos cinco anos para concluir vacina de Zika

Via Jornal do Brasil

Pesquisadores ainda devem demorar pelo menos cinco anos até disponibilizar uma vacina contra o Zika, vírus já disseminado em todos os estados brasileiros e em cerca de 40 países e territórios. A previsão é o vice-diretor do Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas, José Cerbino Neto. “Isso envolve o desenvolvimento de adjuvantes, de estratégias vacinais, de modelos experimentais para persistência e resistência da infecção. Além disso, o produto tem que estar em condição de testagem humana, e isso leva tempo, e também leva tempo os estudos de fase um, dois e três”, disse Cerbino Neto, em audiência pública na Câmara dos Deputados na quinta-feira (5). 
Para o desenvolvimento de um imunizante, são necessárias várias etapas, que vão desde a decisão de que tipo de tecnologia será usada até a comparação entre grupos que foram imunizados e que não foram. A primeira vacina contra a dengue, por exemplo, desenvolvida pelo laboratório francês Sanofi Pasteur, levou 20 anos para ser concluída. Mas os especialistas ressaltam que, enquanto a dengue tem quatro subtipos, o zika só tem um, o que facilitaria. “Temos um horizonte de pelo menos cinco anos, antes disso, acho que a gente não tem como ter uma resposta mais concreta sobre a eficácia dessa vacina”.

domingo, 13 de dezembro de 2015

Saiba quais são os repelentes mais indicados na prevenção do zika vírus e como usá-los

No Brasil, há três tipos de repelentes com a venda autorizada e cada um possui capacidade de proteção diferente

Redação iBahia

Após o Ministério da Saúde confirmar a relação entre o zika vírus a microcefalia no bebê, as gestantes têm se preocupado com o que fazer para prevenir a doença. Um dos métodos aconselhado pelos médicos é a utilização de repelentes, até mesmo por cima da roupa ou dentro de casa. No entanto, muitas mulheres têm dúvidas de quais tipos de repelentes utilizar.
No Brasil, há três tipos de repelentes com a venda autorizada: a base de icaridina, de DEET ou de IR3535. A icaridina é a que garante maior tempo de proteção, 10 horas, por isso, é a mais indicada. De acordo com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), as grávidas podem utilizar normalmente os repelentes, desde que estes estejam registrados na agência.
(Foto: Reprodução)
Confira a diferença dos repelentes mais indicados:
Icaridina: Dura mais na pele. Com uma concentração de 20 a 25% protege por aproximadamente 10 horas contra os insetos. Se aplicado sobre os tecidos, dura até 72 horas.
DEET: É o mais fácil de ser encontrado e é bastante eficiente, porém a duração depende da concentração de DEET no produto. Por exemplo, concentração de DEET de 15% conferem proteção de no máximo 6 horas.
IR3535: É um tipo de repelente indicado para crianças de 6 meses a 2 anos, por ter uma duração muito curta. Nesse caso, são necessárias reaplicações a cada 2 horas. Não é tão indicado para gestantes já que podem deixá-las desprotegidas em períodos de longa exposição.
Como usar:
É preciso também ficar atento de como eles devem ser usados. Por exemplo, não é recomendado usar repelente por baixo das roupas. O ideal é usar por cima dos tecidos e nas partes do corpo descobertas, como braços, colos e pernas.
Além disso, é importante que o repelente seja o último produto a ser aplicado na pele. É preciso ter cuidado em todos os momentos do dia, já que o aedes aegypti têm hábitos diurnos. Já durante a noite, o ideal é dormir com janelas e portas fechadas, com uma temperatura baixa com ar condicionado e usar inseticida. Já quem não possui o aparelho e precisa abrir as janelas, o indica é usar mosquiteiro impregnado com repelente ou inseticida. 

FONTE: Correio 24 Horas

quinta-feira, 2 de abril de 2015

Pau de selfie pode ser usado para levar vírus ao smartphone

Por Leonardo Pereira 
(Foto: Reprodução)
Se você é daqueles que não sai mais de casa sem o pau de selfie, precisa tomar cuidado quando quiser usá-lo em locais desconhecidos, pois o dispositivo pode levar problemas ao seu smartphone (ou tablet).
Em alguns modelos a câmera é acionada através de um fio que conecta o pau de selfie ao aparelho pela entrada do fone de ouvido, mas em outros essa conexão é feita via Bluetooth. E é aí que mora o perigo.
O especialista em segurança da informação Nelson Barbosa, da Symantec, explicou ao Olhar Digital que o dispositivo, sozinho, não oferece riscos ao usuário. O problema é que ele pode ser usado para carregar ameaças ao smartphone, um problema já conhecido de quem usa fones de ouvido e aparelhos de som automotivo sem fio.
No Brasil, houve um tempo em que se tornou comum fazer uma brincadeira que explorava essa brecha em lojas de artigos eletrônicos: ao encontrar um tocador de som com Bluetooth, a pessoa alterava a música (geralmente para um funk com letra obscena) e aumentava o volume. Só que quando o assunto é smartphone o problema fica mais sério.
"Quando surge a necessidade de abrir o Bluetooth sem uma autenticação, a gente corre o risco de receber uma mensagem que contenha algum arquivo malicioso", alerta Barbosa. No caso do pau de selfie, o hacker manda a mensagem comprometida para lá e o dispositivo se encarrega de transmiti-la ao smartphone. Existe até um termo que tipifica esse tipo de golpe, conhecido como "bluejacking".

Felizmente, há formas de evitar a dor de cabeça. O primeiro passo seria dar preferência a modelos com fio, mas o único pau de selfie homologado no Brasil depende de Bluetooth. Então, já que vai abrir a conexão, o usuário pode ao menos exigir senha para que ela se estabeleça de forma segura, evitando que qualquer um possa enviar arquivos sem permissão.
Além disso, sempre desative o Bluetooth quando não estiver usando, o que reduz as chances de perigo, e procure adotar uma solução de segurança capaz de monitorar as solicitações que chegarem ao aparelho.
FONTE:
http://olhardigital.uol.com.br/noticia/pau-de-selfie-pode-ser-usado-para-levar-virus-ao-smartphone/47696

domingo, 22 de março de 2015

Antigos filtros do tempo das avós garantem água mais saudável

SAÚDE
A água não tratada abre caminho para bactérias, vírus, parasitas e toxinas. Por isso, todo o cuidado é pouco na hora de escolher o que beber, e nem mesmo as engarrafadas garantem qualidade
Carmen Vasconcelos (carmen.vasconcelos@redebahia.com.br)

Você é uma dessas pessoas que gastam em litros e mais litros de água engarrafada para garantir a saúde? Cuidado. Seu investimento pode não estar valendo nada. O alerta é dado pelo doutor em Saúde Ambiental e professor da Universidade Federal da Bahia (Ufba) Luiz Roberto Moraes que lembra que nem toda água envasada é mineral ou apresenta qualidade superior à encontrada nas torneiras.

De acordo com o técnico da Diretoria da Vigilância Sanitária e Ambiental do Estado (Divisa, o químico Orion de Queiroz, os problemas com a água mineral consumida na Bahia geralmente ocorrem com os garrafões de 20 litros e dizem respeito à forma de conservação nos depósitos e distribuidoras, no roubo de lacres e comércio ilegal e nas dificuldades de promover o recolhimento fiscal e a qualidade do produto ao mesmo tempo. “Há um rigoroso controle da qualidade da saída da água do poço até o envasamento e a entrega nos caminhões, os problemas ocorrem desse ponto até chegar ao consumidor final”, explica o químico.

O primeiro desses problemas reside no fato de que os garrafões são reutilizáveis. “Esses vasilhames possuem a duração de apenas três anos, depois disso eles se tornam inadequados para acondicionar a água, aliado a isso a matéria-prima para a fabricação deve ser virgem, logo, eles não podem ser reciclados”, explica, ressaltando que o vasilhame reciclado, geralmente, apresenta uma coloração escura que não permite enxergar o nível da água. 

sábado, 21 de março de 2015

Vírus contamina smartphones com link falso para recurso de voz do WhatsApp

Por Redação Olhar Digital

Por Redação Olhar Digital
(Foto: Reprodução)
Embora o recurso de ligação através do Whatsapp já esteja liberado para alguns usuários, uma grande parcela de quem utiliza o comunicador ainda não tem acesso à novidade. Essa brecha está permitindo que malwares infectem centenas de contas do aplicativo.
Para usufruir do recurso é preciso receber um convite ou uma chamada de alguém que já tenha o "voice call" ativado no aplicativo. O vírus está se espalhando com velocidade pois promete desbloquear o recurso com um link falso, que na verdade é um link publicitário. Assim que é acessado, o link infecta o smartphone da vítima e envia o mesmo link para 10 pessoas da lista de contatos.
Muitas pessoas estão divulgando seus números pessoais em chats e fóruns na web na esperança de receber ligações ou convites para ativar o recurso. Isso facilita o envio de links fraudulentos por criminosos que estão de olho nas brechas do mundo digital.


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FONTE:
OLHAR DIGITAL

quarta-feira, 4 de março de 2015

Vírus Gazon assombra usuários de aparelhos Android

VIA SMS

11h35 | 04.03.2015

Evitar sair clicando em qualquer link, mesmo enviado por amigos, é uma boa dica para evitar o contágio por esta ou qualquer outra ameaça

Celular_Smartphone
Os smartphones com o Android são os mais visados para os ataques
FOTO: KLÉBER A. GONÇALVES
hacker
Hackers se aproveitam da ingenuidade de algumas pessoas para obter êxito em seus ataques
Um novo vírus atormenta usuários do sistema operacional Android. Trata-se do Gazon. Enviado via SMS, quando o alvo instala o vale-presente, supostamente da Amazon, no valor de US$ 200, ele varre a lista de contatos do celular e se replica para seus amigos como se você tivesse enviado a mensagem. 
Só nos EUA foram 4 mil celulares infectados. Porém, segundo a empresa de segurança AdaptiveMobile já listou o ataque em 30 países, com mais de 200 mil mensagens enviadas.
Remoção
Para se livrar do programa malicioso basta desinstalar o aplicativo usando o próprio recurso de desinstalação do Android.
Dica de segurança
A principal forma de evitar tal ataque é o simples fato de não sair clicando em link algum enviado para você, seja via e-mail, SMS ou mensagem de apps como WhatsApp,Facebook Messenger ou aplicativos do gênero.
Evitar instalar apps que não estejam hospedados na Google Play e mesmo os que estão lá devem ser muito bem analisados. Olhe os comentários, veja se há informações de testes e análises pela imprensa dos mesmos. Converse com amigos sobre os aplicativos.
Por fim, instalar softwares de segurança em smartphones Androids é uma outra iniciativa válida. Porém, segundo o site TechTudo, no momento da descoberta do Gazon, nenhum antivírus disponível no site Vírus Total conseguiu identificar a ameaça.
FONTE: DN