Mostrando postagens com marcador Zika. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Zika. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 18 de junho de 2024

Brasil se aproxima de 6 milhões de casos e 4 mil mortes por dengue

Números são divulgados pelo Ministério da Saúde

POR AGÊNCIA BRASILO painel de monitoramento de arboviroses do Ministério da Saúde contabiliza 5.968.224 casos prováveis de dengue e 3.910 mortes confirmadas pela doença ao longo de 2024. Há, ainda, 2.970 óbitos em investigação. O coeficiente de incidência da dengue no Brasil, neste momento, é de 2.939 casos para cada 100 mil habitantes.

Jovens com idade entre 20 e 29 anos seguem respondendo pela maior parte dos casos de dengue. Em seguida estão as faixas etárias de 30 a 39 anos; de 40 a 49 anos; e de 50 a 59 anos. Já as faixas etárias que respondem pelos menores percentuais de casos da doença são menores de um ano; 80 anos ou mais; e de um a quatro anos.

Em números absolutos, o estado de São Paulo lidera o ranking - 1.813.282 casos - seguido por Minas Gerais - 1.607.043 vítimas e pelo Paraná, com 614.713 casos. Quando se leva em consideração o coeficiente de incidência, o Distrito Federal responde pelo maior índice, 9.547 casos para cada 100 mil habitantes. Em seguida estão Minas Gerais (7.824) e Paraná (5.371).

Chikungunya

O painel contabiliza, ainda, 220.828 casos prováveis de chikungunya, arbovirose também transmitida pelo mosquito Aedes aegypti. Em 2024, a doença responde por 121 mortes confirmadas. Há, ainda, 139 óbitos em investigação. O coeficiente de incidência de chikungunya no Brasil, neste momento, é de 108,8 casos para cada 100 mil habitantes.

Zika

Em relação à zika, os dados do painel contabilizam 8.466 casos prováveis em 2024, sem mortes confirmadas ou em investigação pela doença. O coeficiente de incidência no Brasil, neste momento, é de 4,2 casos para cada 100 mil habitantes.

FONTE: https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2024-06/brasil-se-aproxima-de-6-milhoes-de-casos-e-4-mil-mortes-por-dengue

terça-feira, 22 de agosto de 2023

Notificações de zika vírus aumentam no país em relação a 2022

Ministério da Saúde informa que monitora situação

POR AGÊNCIA BRASIL - O número de casos de zika vírus no país subiu 20% de janeiro até o dia 8 de julho de 2023. As notificações passaram de 5.910 para 7.093, na comparação com mesmo período de 2022. A Região Sudeste teve o maior aumento de casos, com percentual de 11,7%.

O Ministério da Saúde informou "que os dados são preliminares e sujeitos a alterações e que a vigilância das arboviroses – o que inclui as infecções causadas pelo vírus zika – é de notificação compulsória, ou seja, todo caso suspeito e/ou confirmado deve ser obrigatoriamente notificado aos serviços de saúde”.

No mês de abril, em meio ao aumento de casos de dengue, zika e chikungunya no Brasil, as arboviroses, o governo federal lançou uma campanha nacional de combate às doenças, transmitidas por um mesmo vetor, a picada do mosquito Aedes aegypti

Na ocasião, o Ministério da Saúde acionou o Centro de Operações de Emergências de Arboviroses (COE) e foram realizadas ações de apoio nos 11 estados com maior número de casos e mortes por dengue e chikungunya. Outra ação foi investimento de R$ 84,3 milhões em compra de inseticida, larvicida, distribuição de kits de diagnóstico e capacitação de profissionais de saúde. 

Em junho, o COE foi desativado após ter sido constatada queda no risco de transmissão das arboviroses em todos os estados. O número de casos notificados de zika vírus caiu 87% entre abril e julho. "Essa queda se deve às ações empenhadas no controle do vetor, às ações promovidas pelo Centro de Operações de Emergência em Saúde, além de mudanças climáticas que implicam na circulação viral da dengue e chikungunya. Diante disso, considerando o cenário atual, a partir da Semana Epidemiológica (SE) 19, o COE Arboviroses foi desativado. Ainda assim, o Ministério da Saúde vai continuar monitorando o comportamento das arboviroses no Brasil ao longo de todo o ano", informou a pasta na ocasião. 

Sintomas 

Os sintomas mais comuns da zika são: dor de cabeça, febre baixa, dores leves nas articulações, manchas vermelhas na pele, coceira e vermelhidão nos olhos. Outros sintomas menos frequentes são inchaço no corpo, dor de garganta, tosse e vômitos.

Prevenção 

A principal forma de evitar a doença é eliminar os criadouros do mosquito, ou seja, evitar acúmulo de água parada em vasilhas, vasos de plantas e pneus velhos; instalar telas em janelas e portas; usar roupas compridas (calças e blusas) ou aplicar repelente nas áreas do corpo expostas e dar preferência a locais com telas de proteção e mosquiteiros.

FONTE: https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2023-08/notificacoes-de-zika-virus-aumentam-no-pais-em-relacao-2022

segunda-feira, 25 de março de 2019

Casos de dengue crescem 224% em 2019, diz Ministério da Saúde

Número de casos registrados chegou a 229 mil nos primeiros meses do ano. Número de mortes também aumentou.
dengue
Os casos de dengue cresceram 224% em 2019, informou o Ministério da Saúde nesta segunda-feira (25) durante um balanço sobre os casos da doença no Brasil entre dezembro de 2018 e março de 2019.
Foram registrados 229.064 casos nas primeiras 11 semanas de 2019 (até 16 de março). No mesmo período de 2018 foram registrados 62,9 mil.
Os estados do Acre, Tocantins, São Paulo, Minas Gerais, Espírito Santo, Goiás, Distrito Federal e Mato Grosso do Sul foram os que registraram aumento do número de casos da doença. Estes estados tem taxa de incidência maior que 100 casos por 100 mil habitantes, com destaque para o Tocantins com incidência de 602,9 casos/100 mil habitantes.
Também houve um aumento de 67% no número de mortes pela doença passando de 37 para 62 mortes. O estado de São Paulo, que registrou 31 óbitos, é o que registrou o maior número de mortes pela doença no país.

Zika e chikungunya

VEJA MAIS EM

sábado, 7 de maio de 2016

Pesquisadores devem levar pelo menos cinco anos para concluir vacina de Zika

Via Jornal do Brasil

Pesquisadores ainda devem demorar pelo menos cinco anos até disponibilizar uma vacina contra o Zika, vírus já disseminado em todos os estados brasileiros e em cerca de 40 países e territórios. A previsão é o vice-diretor do Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas, José Cerbino Neto. “Isso envolve o desenvolvimento de adjuvantes, de estratégias vacinais, de modelos experimentais para persistência e resistência da infecção. Além disso, o produto tem que estar em condição de testagem humana, e isso leva tempo, e também leva tempo os estudos de fase um, dois e três”, disse Cerbino Neto, em audiência pública na Câmara dos Deputados na quinta-feira (5). 
Para o desenvolvimento de um imunizante, são necessárias várias etapas, que vão desde a decisão de que tipo de tecnologia será usada até a comparação entre grupos que foram imunizados e que não foram. A primeira vacina contra a dengue, por exemplo, desenvolvida pelo laboratório francês Sanofi Pasteur, levou 20 anos para ser concluída. Mas os especialistas ressaltam que, enquanto a dengue tem quatro subtipos, o zika só tem um, o que facilitaria. “Temos um horizonte de pelo menos cinco anos, antes disso, acho que a gente não tem como ter uma resposta mais concreta sobre a eficácia dessa vacina”.

domingo, 13 de dezembro de 2015

Saiba quais são os repelentes mais indicados na prevenção do zika vírus e como usá-los

No Brasil, há três tipos de repelentes com a venda autorizada e cada um possui capacidade de proteção diferente

Redação iBahia

Após o Ministério da Saúde confirmar a relação entre o zika vírus a microcefalia no bebê, as gestantes têm se preocupado com o que fazer para prevenir a doença. Um dos métodos aconselhado pelos médicos é a utilização de repelentes, até mesmo por cima da roupa ou dentro de casa. No entanto, muitas mulheres têm dúvidas de quais tipos de repelentes utilizar.
No Brasil, há três tipos de repelentes com a venda autorizada: a base de icaridina, de DEET ou de IR3535. A icaridina é a que garante maior tempo de proteção, 10 horas, por isso, é a mais indicada. De acordo com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), as grávidas podem utilizar normalmente os repelentes, desde que estes estejam registrados na agência.
(Foto: Reprodução)
Confira a diferença dos repelentes mais indicados:
Icaridina: Dura mais na pele. Com uma concentração de 20 a 25% protege por aproximadamente 10 horas contra os insetos. Se aplicado sobre os tecidos, dura até 72 horas.
DEET: É o mais fácil de ser encontrado e é bastante eficiente, porém a duração depende da concentração de DEET no produto. Por exemplo, concentração de DEET de 15% conferem proteção de no máximo 6 horas.
IR3535: É um tipo de repelente indicado para crianças de 6 meses a 2 anos, por ter uma duração muito curta. Nesse caso, são necessárias reaplicações a cada 2 horas. Não é tão indicado para gestantes já que podem deixá-las desprotegidas em períodos de longa exposição.
Como usar:
É preciso também ficar atento de como eles devem ser usados. Por exemplo, não é recomendado usar repelente por baixo das roupas. O ideal é usar por cima dos tecidos e nas partes do corpo descobertas, como braços, colos e pernas.
Além disso, é importante que o repelente seja o último produto a ser aplicado na pele. É preciso ter cuidado em todos os momentos do dia, já que o aedes aegypti têm hábitos diurnos. Já durante a noite, o ideal é dormir com janelas e portas fechadas, com uma temperatura baixa com ar condicionado e usar inseticida. Já quem não possui o aparelho e precisa abrir as janelas, o indica é usar mosquiteiro impregnado com repelente ou inseticida. 

FONTE: Correio 24 Horas

terça-feira, 1 de dezembro de 2015

Zika também pode ser transmitida via sanguínea, relação sexual e transplante de órgãos

Postado por 


Pesquisadores do Instituto Evandro Chagas (IEC), de Belém, confirmaram, na última sexta (27), que a Zika pode também ser transmitida via transfusão de sangue, relação sexual e transplante de órgãos por meio de pacientes infectados pela doença. Nesta segunda (30), o Ministério da Saúde confirmou 25 casos suspeitos de zika no Ceará. 

De acordo com os especialistas do setor de Arbovirologia e Febres Hemorrágicas do IEC, a primeira morte ligada ao zika aconteceu em junho. A confirmação do diagnóstico só foi possível depois de estudos de amostras do sangue do homem, que começaram a ser analisadas em julho. Em razão da dificuldade de isolar o vírus, somente agora a presença do organismo foi confirmada. Com isso, eles acreditam que o número de mortes provocadas pelo vírus pode aumentar. A equipe do IEC informou que o instituto vai passar a analisar agora as amostras de outros casos que não tiveram diagnóstico de dengue nem de chicungunha, em busca de novos casos de zika vírus. Equipe do Ministério da Saúde está investigando os casos de forma integrada com as secretarias estaduais e municipais de saúde. Segundo os pesquisadores, o maior desafio neste momento é neutralizar a proliferação do mosquito, evitando lixo acumulado e recipientes com água parada.

Caso no Taiti

Um estudo publicado este ano na revista científica Emerging Infectious Diseases revelou que o vírus da zika foi isolado, em 2013, no sêmen de um paciente do Taiti (ilha da Polinésia Francesa, que passou por uma epidemia de zika em 2013). O homem havia procurado tratamento para a presença de sangue no esperma, que aconteceu duas semanas após apresentar sintomas sugestivos de zika (dor de cabeça, febre baixa e dores nas articulações). 

FONTE: DN