sábado, 2 de maio de 2020

Médico sobre a Covid-19: 'você quer enxugar uma lágrima e não tem como'

É uma doença solitária
© Reuters
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A Covid-19, além da elevada transmissibilidade, é uma doença coletiva e de solidão.

Jean Gorinchteyn, infectologista no Hospital Israelita Albert Einstein e no Instituto de Infectologia Emilio Ribas, diz que o novo coronavírus afasta a humanidade que médicos costumam ou querem direcionar para os seus pacientes e impede gestos básicos de preocupação, como ir dar um abraço na família que vai receber uma notícia ruim.

Ao mesmo tempo, a sensação de estar só também está presente do lado dos pacientes, que enfrentam o isolamento em casa ou nos hospitais, para os casos mais graves.

"Quando você está doente é um período extremamente frágil da tua vida. Você quer ser abraçado, beijado. Os doentes nem sequer podem receber a visita de parentes", diz Gorinchteyn. "Quando vemos uma situação dessas, é uma catástrofe. Isso é uma tragédia muito grande."

Gorinchteyn diz que, com a Covid-19, assim como em doenças como HIV, dengue e zika, a conscientização individual não é suficiente para o combate à doença. Não adianta uma pessoa se cuidar se outras não tiverem uma higiene respiratória correta (como tossir na dobra do braço), não limparem as mãos constantemente com água e sabão ou álcool em gel e não se isolarem quando estão doentes.

"Você pode estar olhando o seu vasinho de plantas e evitando o acúmulo de água, mas o terreno do lado está abandonado e ali foi o logradouro para depósito dos ovinhos do aedes. É a conscientização, mas nem sempre isso está relacionado com os seus cuidados, mas sim com os cuidados das pessoas que estão no seu entorno."

O especialista também afirma que é preciso cuidado com a hidroxicloroquina, que ainda não tem dados concretos que apontem benefícios de uso ou mesmo o risco de uso em pacientes com a Covid-19. Por isso, diz o infectologista, o uso em casos leves não faria sentido no momento.

Uma preocupação de Gorinchteyn é com o desgaste que o isolamento -e conflitos de narrativa envolvendo o tema- pode provocar na população, que, cansada, pode desrespeitar as regras de distanciamento, o que levará a um impacto direto no número de casos e mortes.

Segundo o infectologista, o Brasil felizmente tem um sistema de saúde único como o SUS, que, mesmo sempre muito criticado, é "uma grande mãe que acolhe as pessoas nas horas de turbulência". O sistema, ele diz, possibilita a construção de planos estratégicos para deslocamento de pacientes de unidades que estão no limite para outras regiões menos afetadas, troca que inclusive pode ocorrer entre hospitais públicos e privados.

Após se formar em 1997 na Universidade de Mogi das Cruzes, Jean Gorinchteyn, 51, fez residência em clínica médica e mestrado, ligado à Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, em doenças infecciosas. Atualmente, faz parte da primeira unidade de internação do Instituto de Infectologia Emilio Ribas, no qual foi, por seis anos, responsável pelo Ambulatório de Aids em Idosos.

PERGUNTA - É possível comparar a pandemia do novo coronavírus com a epidemia de HIV ou com as situações com arboviroses, como dengue, por exemplo?

JEAN GORINCHTEYN - Na Aids, no começo, não sabíamos como era a contaminação, então entrávamos com luvas, máscaras, aventais. Mas não víamos a equipe médica adoecendo. No coronavírus perdemos amigos, médicos, enfermeiros. Imagine o medo, você tem sua família, seus filhos, sua esposa. Vemos médicos que não voltam pra casa. Isso é uma grande tragédia. O medo delas se contaminarem e levarem a doença para quem mais amam e ao mesmo tempo ter que estar no front atendendo. E muitas vezes com falta de EPIs [equipamento de proteção individual]. É uma doença na qual vemos a população adoecendo e quem está dando assistência também.
Ao mesmo tempo vemos a solitude daqueles que estão doentes. Quando você está doente é um período extremamente frágil da vida, em que você quer ser abraçado, beijado. Eles nem sequer podem receber a visita de parentes. É uma catástrofe. E, quando as notícias são ruins, a própria equipe médica não pode abraçar essa família. É uma doença muito só, tanto para quem atende, quanto para quem adoece, quanto para a família.O cuidado humano fica de lado.

Quando se trata de um vírus como esse, não tem a humanidade.P. - Há equipes de auxílio psicológico para tentar suprir essa solidão?

JG - Acabamos tendo essa assessoria principalmente quando o indivíduo vai para as enfermarias. Mas nunca um contato mais próximo, sempre um contato distanciado, respeitando distanciamento social, sempre paramentado. Isso torna muito formal a relação. Você quer enxugar uma lágrima e não tem essa possibilidade.

P. - E para você, pessoalmente, como é o dia a dia?

JG - É uma sensação muito delicada. Você vive no medo. Basicamente vivemos no medo. Você tem medo de encostar no balcão, de estar próximo da equipe médica conversando sem a máscara. Você não sabe se a pessoa na sua frente é um portador assintomático. É uma sensação de medo e preocupação, por mais que tome todas as precauções.Imagina você ter que estar no front e o medo de se infectar. Será que tirei a máscara direito? E o avental? É algo que nos deixa muito tensos.
É um misto de tensão e fragilidade, em que você não consegue dar o atendimento, porque você não tem medicações específicas. Todas as medicações ainda são experimentais. É um momento muito diferente de todos os momentos que qualquer infectologista, de qualquer faixa etária, mesmo os mais velhos, tenha vivenciado.

P. - Você comentou sobre as pessoas que não estavam voltando pra casa. Você pessoalmente é um desses casos?

JG - Felizmente não. Eu tenho esposa e filhos. Minha esposa tem diabetes e pressão alta. A gente já dorme em quartos separados por causa disso. Toda a preocupação ao chegar em casa, as zonas limpas, zonas sujas. Deixo a roupa ali, já passo álcool em gel nas mãos, troco de roupas e vou direto para o banheiro para tomar banho e me desinfetar. E aí, sim, de longe, dou tchauzinho para todo mundo. Sem compartilhamento de garfos, talheres. Cada um lava seu copo, talher, prato. A lavagem de mãos é frequente, o uso de álcool em gel é frequente. São medidas que acabamos intensificando exatamente na prevenção contra o coronavírus.Você está ali e não está.Você quer sentar, abraçar, beijar. Você que assistir televisão junto, falar "deita aqui". Mas você não pode. Estamos muito perto e muito longe ao mesmo tempo.

P. - Voltando às comparações, HIV, dengue e zika parecem ter um paralelo, a conscientização para algumas atitudes básicas.

JG - Quando falamos da dengue, da zika, e do próprio HIV, não obrigatoriamente nós tenhamos pessoas que não tenham sido zelosas.Há pessoas que estão em casa e aquelas que estão indo para rua. Quem está em casa, sem sair, principalmente aqueles que têm doenças pregressas, está confiando que quem foi para a rua está fazendo sua parte em termos de segurança, de distanciamento, de uso de máscara, de álcool em gel. Mas quantas pessoas, no caso do HIV, eram mulheres em casa, que os maridos saíam, tinham relações extraconjugais desprotegidas e contaminavam a mulher que tinha ficado em casa, que estava seguindo os rituais de segurança? Você pode estar olhando o seu vasinho de plantas e evitando o acúmulo de água, mas o terreno do lado está abandonado e ali foi o logradouro para depósito dos ovinhos do aedes.É a conscientização, mas nem sempre isso está relacionado com os seus cuidados, mas sim com os cuidados das pessoas que estão no seu entorno.

P. - Ou seja, a Covid-19 é uma doença coletiva. 
JG - Não adianta eu falar que eu me cuido. Nós nos cuidamos. Eu cuido de você, você cuida de mim.

P. - Temos uma guerra de narrativas em curso. Um lado, com suporte científico, falando de isolamento e colapso do sistema de saúde. O outro, sem base científica, falando de isolamento vertical. Isso causa confusão na cabeça da população?

A população está cansada de permanecer tanto tempo confinada e sendo impactada economicamente.Se não trouxermos motivos para ficar em casa, elas não vão aguentar. Principalmente em comunidades, em que tem gente que ganha pelo dia trabalhado. Como eu vou justificar a permanência dessas pessoas dentro de casa?Com números. E o que isso significa? Testagem.
O risco de contaminação é muito maior para grandes cidades. O ideal é fechar as fronteiras de municípios sem circulação do vírus e nos locais onde tem circulação maior gastar testagem para implementar medidas de quarentena, lockdown temporário e progredir para isolamento vertical. Sem embasamento de dados, as pessoas vão continuar batendo cabeça, e a população não vai acatar.

P. - Mas o isolamento é a arma que temos, certo?

JG - Eu não tenho dúvidas de que, se não fosse o isolamento, o sistema público de estados como São Paulo já teria entrado em colapso. Quando diminui o isolamento, isso repercute no sistema de saúde. As passeadinhas, saidinhas são suficiente para ter repercussão no sistema de saúde.

P. - A possível queda do Mandetta pode ter impacto no combate à pandemia? [Quando a entrevista foi feita, o ministro ainda não tinha sido demitido por Bolsonaro]

JG - Eu não tenho dúvida de que o Ministério da Saúde foi liderado de uma forma muito coerente. Todas as medidas que foram instituídas foram muito antecipadas, como colocar o coronavírus como uma emergência de saúde pública, olhando como se fosse uma pandemia. Isso fez com que as estruturas de hospitais públicos e privados fossem preparadas. Uma postura muito correta, austera, médica e estrategista.

P. - A hidroxicloroquina ganhou apelo popular em meio à pandemia. Faz sentido ampliarmos o uso dessa droga nesse momento, mesmo sem evidência científica?

JG - Nós médicos temos que ter evidências para ver o quanto isso tem sido bom ou não. O quanto tem trazido de benefício ou risco aos pacientes. Por isso, tanto o Ministério da Saúde quanto a Agência Nacional de Vigilância Sanitária propuseram medidas protocolares de pesquisa. Quer usar? Pode usar, mas vai fazer pesquisa, para sabermos qual a dose, qual o tempo, quantos pacientes responderam, quantos não responderam, quantos responderam bem ou mal.Nós não temos trabalhos ainda nos dando esse subsídio. Alguns países que tiveram os seus trabalhos antecipados, por uma questão cronológica, como a Suécia, simplesmente bloquearam a realização e a continuidade de protocolos com cloroquina por eventos adversos graves, o que quer dizer possibilidade de morte em quem usou.Precisamos ter absoluta segurança estratégica. Não podemos distribuir tiros para todos os lados, temos que ter um embasamento para ajudar os pacientes. Existem várias medicações em estudo que podem trazer algum benefício.

P. - E o uso em casos mais leves?
JG - Em situações em que não tem mais o fazer, vamos dar. Isso justifica a utilização da medicação. Por outro lado, nós temos situações em que o paciente ainda não progrediu, ele está em uma fase moderada. E se dermos nessa hora e ele evoluir com efeito adverso grave e morrer? Ele morreu em decorrência da medicação ou da evolução da doença? Não temos essas informações. Precisamos ter os dados científicos, que obteremos na próximas semanas.

sexta-feira, 1 de maio de 2020

Bom dia, meus irmãos e minhas irmãs, principalmente meus amados parentes e minha prendada Família...

BLOG DO PARCEIRO: Bom dia, meus irmãos e minhas irmãs, principalment...

Bom dia, meus irmãos e minhas irmãs, principalmente meus amados parentes e minha prendada Família...

Bom dia, meus irmãos e minhas irmãs, principalmente meus amados parentes e minha prendada Família... Diante dessa caminhada de crise e momentos tensos que ora estamos passando, suplicamos piedosamente a Deus e todos seus membros celestiais, que tenham piedade de nós, pobres pecadores e que nos concedam para nosso gáudio, essa normalidade de vida e sobrevivência. Sabemos do Poder divinal que o nosso Pai tem para isso, sabemos muito mais do amor que o nosso Cristo tem para conosco e nessa vênia , possamos retornar a essa normalidade que tanto sonhamos. Visto posto, vamos aguardar do nosso Pai Eterno, essas devidas providências e que todos seus filhos amados possam outra vez sorrir e possamos logicamente, sentir no peito, a gratidão por essa dádiva ofertada por Deus, nosso Senhor. Amém... 01.05.2020. Inspirada e escrita essa oração por esse pobre pecador, Rufino Silva. No despertar de mais uma manhã de paz e esperança. RUFINO SILVA...

MUITAS LEMBRANÇAS ME TRAZEM ESSA MUSICA QUE ME LEMBRA OS GRANDES FILMES DO VELHO OESTE. FILMES COWBOY. DEMAIS. MEUS TEMPOS DE CRIANÇA. PARABÉNS PELO BOM GOSTO MUSICAL ... VALEU. COMPARTILHEI E FAZER RODAR NO MEU FACE E FOR POSSÍVEL, NA FM MAIOR, 93,3...ATE SEU TRAJE É DE FILME DE BANG BANG. OS VELHOS FAZENDEIROS DE OHIO E KANSAS CITY...VALEU. VOU OUVIR DE NOVO. GOSTEI. SOU UM HUMILDE E DESPRETENSIOSO RADIALISTA. VOCÊ É IRMÃO DO SIRANO?... DIGA PRA ELE, QUE SE CUIDE. VOCÊ TA BEM AFINADO E O VIOLÃO TAMBÉM. VALEU. AMIGO. 27.04.2020. FM MAIOR, 93,3...

CONFIRA O VÍDEO:
CAVALEIROS DO CÉU

quarta-feira, 29 de abril de 2020

BRIGADEIRO DE LEITE NINHO, SUPER FÁCIL


FONTE DO VÍDEO:
Os ingredientes são:
  • 4 colheres(sopa) de leite ninho
  • 1 caixinha de 395 gramas de leite condensado
  • 1 colher (sopa) de manteiga ou margarina

VEJA MAIS VÍDEOS EM...
Canal no Youtube de Tata Pereira

Como consultar e regularizar a situação de seu título de eleitor

O site do Tribunal Superior Eleitoral permite que você consulte e regularize a situação de seu título de eleitor pela internet. Saiba como é feito o processo!
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POR OLHAR DIGITAL
título de eleitor é um documento importante para o cidadão brasileiro, que é necessário, por exemplo, para obter o seu passaporte, fazer a inscrição em colégios, faculdades e outras atividades. Em novembro de 2017, inclusive, o documento ganhou a sua versão digital, podendo ser utilizado através de celulares parar facilitar a vida das pessoas.

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terça-feira, 28 de abril de 2020

Campeã do 'BBB20', Thelma foi adotada com 3 dias de vida e lutou para cursar Medicina

Conheça a história da grande campeã do 'Big Brother Brasil 20'
Foto: Reprodução | TV Globo 
"Nasci para vencer na vida, não me contento com pouco". Essa foi a frase dita pela sister pouco antes de entrar no reality. Ao longo do programa, a campeã do "Big Brother Brasil 20" Thelma compartilhou sua história de vida com os brothers. E houve muita ralação para a médica chegar aonde chegou! Thelma fez cursinho durante três anos até ser aprovada com bolsa integral em Medicina numa faculdade particular. "Sempre fui a única negra nos meus grupos", disse. Já adulta, a médica descobriu que foi adotada com três dias de vida através de uma ligação anônima. A história de superação fez a sister nunca temer seus desafios, e no início do programa, não escondeu que foi pra jogar: "Meu verdadeiro amigo, lá dentro, é R$ 1,5 milhão. Sou calculista, eu capto, tenho radar de percepção para chegar no meu objetivo. É um jogo de xadrez", contou ela.

Nascida e criada no bairro Limão, na periferia de São Paulo, ela foi rejeitada pela mãe biológica e adotada com apenas três dias de vida pela funcionária pública aposentada Yara Assis, hoje com 70 anos, e o gráfico Carlos Alberto de Assis, que haviam perdido um bebê. "Ela chegou a mim muito frágil e raquítica. Tanto que, se ela tivesse num berçário para adoção, ninguém ia querê-la", lembra a mãe, afirmando que a família nunca teve contato com a mãe biológica da sister nem a conhece.

O assunto sobre a adoção foi falado pela primeira vez quando Thelma tinha 7 anos. "Ela desconfiou porque eu não tinha foto grávida. E eu expliquei que ela nasceu da parte mais importante de mim, do meu coração", lembra, emocionada.

Anos depois, a confirmação da adoção veio por um telefonema anônimo, num momento de fragilidade da família, quando dona Yara tratava de diabetes. "Minha filha ficou mais forte ainda e me disse que eu sempre vou ser a mãe dela, que ela me ama e que nunca vai querer saber da origem dela".

Foto: Reprodução | Instagram
O sonho de ser médica surgiu ainda criança, quando Thelma tratava de uma bronquite. "Ela disse para a doutora que queria ser igual a ela quando crescesse", lembra dona Yara, que na época presenteou a filha com uma maletinha de médico. Apesar das dificuldades e da origem humilde, os pais de Thelma sempre lutaram para que nada faltasse à filha única. Ela estudou em escola particular até o final do Ensino Médio (conclui o resto em escola pública), fez balé e conseguiu uma bolsa de 50% num cursinho pré-vestibular.

Thelma estudou dia e noite durante três anos e ajudava os pais a pagar a mensalidade dando aulas de balé e distribuindo panfletos. "Teve um mês que, ou eles pagavam a luz, ou o cursinho. A luz foi cortada", conta o marido, o fotógrafo Denis Cord.

Foto: Reprodução | Instagram 
O esforço e o desejo de dar a volta por cima valeram a pena. Após a terceira tentativa, ela conseguiu ser aprovada no vestibular com uma bolsa de 100% e passou a receber R$ 300 de auxílio do governo. Já na universidade, as dificuldades eram outras: ela não tinha condições de comprar os livros do curso (apenas fotocópias), nem os instrumentos para as aulas, e almoçava em restaurante popular a R$ 1. Mas nada a desmotivava a pegar o diploma.

Na formatura, lágrimas e agradecimento aos pais, a quem Thelma passou a retribuir toda o amor e dedicação. "Eu tinha, desde pequena, um sonho de ir para Paris. Ficava vendo nos filmes... Ela disse que, quando se formasse, me levaria. E há dois anos, nós fomos juntas", conta a mãe.

Pai da sister morreu de câncer

Foto: Reprodução | Instagram 
Em agosto, em meio ao processo para entrar no "BBB", Thelma perdeu o pai, após uma batalha contra um câncer no pulmão que perdurava havia nove anos. Com a morte de Seu Carlos, Thelma trouxe a mãe para morar num apartamento embaixo do dela, no bairro de Pirituba, na Zona Noroeste de São Paulo. É a sister quem paga as despesas como aluguel e plano de saúde de Dona Yara, e ainda destinava uma mesada para a mãe, com parte o salário que ganhava dos quatro hospitais em que dava plantão antes de entrar no programa. Thelma mora com o marido e um cão de estimação num outro imóvel, também simples e alugado.
POR IBAHIA

domingo, 26 de abril de 2020

Após 10 anos, Wesley Safadão descobre que seu haras tem uma cachoeira

Propriedade do cantor fica em Aracoiaba, no Ceará
(Fotos: Reprodução/Instagram)
Imagine ser dono de um terreno e, somente após uma década, descobrir que há uma cachoeira no local. Foi isso que aconteceu com Wesley Safadão. O cantor está passando o período de isolamento social em meio a natureza em seu haras, em Aracoiaba, no Ceará, e relatou no Instagram que, só agora, soube do 'detalhe' da propriedade.
LEIA TAMBÉM:Wesley Safadão descobre cachoeira em seu haras durante quarentena com família

"Depois de dez anos aqui, descobrimos essa cachoeira. Não sabia que tinha aqui no haras", falou Safadão, que apareceu nas imagens curtindo o banho no lugar com a mulher, Thyane Dantas, e os filhos Ysis e Dom. Além deles, o artista também é pai de Yhudy, fruto da relação com a empresária Mileide Mihaile.
FONTE: https://www.correio24horas.com.br/noticia/nid/apos-10-anos-wesley-safadao-descobre-que-seu-haras-tem-uma-cachoeira/

Boletim epidemiológico de Aracoiaba é o Destaque da Semana no Blog do Parceiro. Saiba Mais...

DESTAQUE CAMPEÃO:

Boletim epidemiológico de Aracoiaba

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A Secretaria Municipal de Saúde de Aracoiaba, informa que até o momento o município tem 03 (três) casos confirmados, 14 (quatorze) casos em investigação e 11 (onze) casos descartados.
Os casos em investigação estão cumprindo todas as orientações do Ministério da Saúde e da Secretaria de Saúde do Estado do Ceará.
A Secretaria ressalta ainda que, a alta demanda de exames enviados ao LACEN, ocasiona demora nos resultados, onde permite confirmar ou descartar casos.
PMA
POR PROGRAMA DO ROCHINHA
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quarta-feira, 22 de abril de 2020

Live - Sandy e Junior



FONTE DO VÍDEO:

Escute os maiores sucessos de Sandy&Junior no seu aplicativo de música preferido

LEIA TAMBÉM:

Live de Sandy & Junior bate recorde de doações e bomba na web

A live contou com mais de 2,5 milhões acessos simultâneos no YouTube

Na noite desta terça-feira (21), a dupla Sandy & Junior realizou uma live para arrecadar doações de alimentos para famílias necessitadas que sofrem com a pandemia do novo coronavírus. A apresentação bateu recorde ao conseguir arrecadar 1,2 mil toneladas de alimentos. Além disso, os irmão ainda conseguiram um milhão de testes para a Covid-19.

sábado, 18 de abril de 2020

Pessoas com epilepsia sofrem com efeitos do estresse na quarentena

Pacientes com epilepsia têm maior propensão à depressão e à ansiedade
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A ansiedade e o estresse podem prejudicar os pacientes com epilepsia durante a crise da pandemia do novo coronavírus, afirmou o vice-presidente da Associação Brasileira de Epilepsia (ABE), Lécio Figueira. De acordo com o médico, o isolamento social e a quantidade elevada de informações diárias, nem sempre verdadeiras, são fatores que afetam o emocional.

Figueira afirmou ainda que o ambiente de estresse elevado contribui para a baixa da imunidade e influencia o surgimento de crises em pessoas acometidas pela doença. 
“Isso só faz mal. A informação deve ter o tom de que, sim, deve haver preocupação. Mas a notícia boa é que [quem é acometido por crises de epilepsia] não corre um risco maior do que a população em geral. A preocupação maior que se deve ter é em manter a cabeça em ordem, cuidar da saúde mental. Nos pacientes com epilepsia isso é fundamental para não ter piora com ansiedade e estresse. O paciente com epilepsia tem mais propensão à depressão e à ansiedade. O ponto mais relevante é assegurar que eles tem que se cuidar mas sem aumentar o nível de estresse deles”, afirmou em entrevista à Agência Brasil.

Fatores de risco

O neurologista do Hospital das Clínicas e do Hospital Samaritano de São Paulo contou que especialistas e pesquisadores de epilepsia têm analisado os casos de covid-19 e, até o momento, não há indicativos de que a epilepsia seja fator de risco. Dados do Ministério da Saúde indicam que dos 39 pacientes com doenças neurológicas que morreram, apenas um tinha menos de 60 anos. Para o médico, isso reforça que os outros fatores de risco parecem ser mais importantes do que o fato de ser acometido pela doença neurológica.
“Pacientes que têm mobilidade limitada, sequelas de acidente vascular cerebral (AVC), demência, alzheimer, parkinson, problemas musculares ou dificuldades de movimentação, de respiração e de deglutição alterada podem sofrer um impacto maior, já que possuem uma capacidade de respiração e de movimentação insuficiente”, informou o médico. Figueira apontou ainda que pessoas que fazem uso de medicações imunossupressoras  - usadas para controlar doenças como esclerose múltipla - também podem ser considerados no grupo de risco.
O médico citou o Boletim Epidemiológico número 8, do Ministério da Saúde, que destaca os fatores de risco entre as mortes causadas por covid-19. O primeiro é a cardiopatia, seguido de diabetes e pneumopatia. Em quarto lugar, doença neurológica. Mas, neste caso, como a maioria é de pacientes com mais de 60 anos, ele acredita que as mortes não sejam relacionadas diretamente a esse tipo de enfermidade.

Medicamentos

O vice-presidente da ABE acrescentou que pessoas com epilepsia estão enfrentando dificuldades de acesso aos medicamentos de uso contínuo que precisam de receita médica por causa da restrição dos atendimentos médicos. “Como as consultas são de rotina, a primeira orientação foi remarcar. O problema é que os pacientes têm que ter acesso ao médico para pegar a receita, não se vende esse remédio sem a receita controlada”, disse.
Lécio Figueira lembrou que, por causa da crise do novo coronavírus, uma regulamentação recente do governo permite a consulta por telemedicina e prescrição de medicamentos por assinatura eletrônica. Apesar da medida facilitar a aquisição de remédios, nem todos os pacientes estão conseguindo o acesso. “Isto está funcionando, mas com alguma dificuldade. Na semana passada eu falei em uma live da Associação Brasileira de Epilepsia que vários estados estão reclamando que não conseguiram fazer isso funcionar. Os meus pacientes conseguiram, fiz várias orientações e eles conseguiram, mas não está fácil ainda”, revelou.

Prazo de receita

O neurologista destacou uma outra medida tomada por alguns governos estaduais que permite a extensão do prazo das receitas de remédios de alto custo, que é de três meses. “Imagine que a cada três meses tem que levar uma baita papelada para autorizar. Eles autorizaram a renovação automática desses remédios de alto custo. Teve um esforço grande para facilitar o acesso, mas, ainda assim, é muito complexo. São muitas mudanças em tão pouco tempo em um contexto caótico. Não deu tempo de todo mundo se adaptar”, completou.

quinta-feira, 16 de abril de 2020

Bolsonaro anuncia Nelson Teich como ministro da Saúde

Médico oncologista substitui Henrique Mandetta
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O presidente Jair Bolsonaro anunciou, na tarde desta quinta-feira (16), o médico Nelson Teich como novo ministro da Saúde, no lugar de Luiz Henrique Mandetta, que ficou pouco mais de 16 meses no cargo. Teich assume o cargo em meio à pandemia do novo coronavírus, que já infectou mais de 30 mil pessoas no país, levando cerca de 1,9 mil pacientes a óbito. Em um pronunciamento no Palácio do Planalto, ao lado do novo auxiliar, Bolsonaro ressaltou que é preciso combinar o combate à doença com a recuperação econômica e garantia de empregos, e defendeu uma descontuidade gradativa do isolamento social em vigor em todo o país. 

"O que eu conversei com o doutor Nelson é que gradativamente nós temos que abrir o emprego no Brasil. Essa grande massa de humildes não tem como ficar presa dentro de casa, e o que é pior, quando voltar, não ter emprego. E o governo não tem como manter esse auxílio emergencial e outras ações por muito tempo", afirmou. 

LEIA TAMBÉM: Novo ministro da Saúde defende testagem da população para covid-19

De acordo com Bolsonaro, houve um "divórcio consensual" entre ele e Mandetta, e destacou que o ex-ministro "se prontificou a participar de uma transição a mais tranquila possível, com a maior riqueza de detalhes que se possa oferecer". 
Em seu discurso após o presidente, Nelson Teich disse que não haverá uma definição "brusca ou radical" sobre a questão das diretrizes para o isolamento social, mas enfatizou que a pasta deve tomar decisões com base em informações mais detalhadas sobre o avanço da pandemia no país. Nesse contexto, ele defendeu um amplo programa de testagem para a covid-19 e ressaltou que está completamente alinhado ao presidente Jair Bolsonaro, na perspectiva de retomar a normalidade do país o mais breve possível.

quarta-feira, 15 de abril de 2020

30 sites que oferecem atividades para educação infantil de graça

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Olá, professores

Selecionamos muitos sites interessantes e colaborativos com atividades para educação infantil para você ensinar de forma gratuita.

Fizemos uma seleção de sites, banco de documentos e blogs educacionais para você preparar suas aulas com atividades para educação infantil prontas para baixar e imprimir gratuitamente, jogos interativos e recursos multimídia para dinamizar suas aulas.

LEIA TAMBÉM: 46 sites que oferecem atividades para educação infantil de graça

Veja 30 sites que oferecem atividades para educação infantil de graça
1. Portal do Professor
O Portal do Professor tem como objetivo apoiar os processos de formação dos professores brasileiros e enriquecer a sua prática pedagógica. No site é possível acessar recursos multimídia e materiais de estudo, fórum, boletim informativo, estratégias pedagógicas, incluindo atividades para educação infantil. O professor pode acessar todo material gratuitamente e fazer um cadastro para acessar a área de membros e preparar suas aulas diretamente do portal.

LEIA MAIS NO LINK ABAIXO:
https://canaldoensino.com.br/blog/30-sites-que-oferecem-atividades-para-educacao-infantil-de-graca

quinta-feira, 9 de abril de 2020

Mais de 15 mil livros de Literatura para baixar de graça

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Olá leitores do Canal do Ensino,
Os livros de Literatura nos ajudam a compreender sobre nós mesmos e sobre as mudanças do comportamento do homem ao longo dos séculos; e, a partir dos exemplos, ajudam-nos a refletir sobre nós mesmos.
Assim como a música, a pintura e a dança, a Literatura é considerada uma arte. Através dela temos contato com um conjunto de experiências vividas pelo homem sem que seja preciso vivê-las. Pensando em contribuir com novas experiência para você a equipe do Canal do Ensino selecionou junto ao portal Domínio Público mais de 15 mil livros de Literatura para baixar de graça.
Uma ótima leitura!
FONTE:
http://canaldoensino.com.br/blog/mais-de-15-mil-livros-de-literatura-para-baixar-de-graca

sábado, 4 de abril de 2020

Bolsonaro sanciona lei da renda básica emergencial

Nova lei prevê pagamento de R$ 600 a trabalhadores informais
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POR AGÊNCIA BRASIL
O presidente Jair Bolsonaro sancionou, na tarde desta quarta-feira (1º), o projeto de lei  que cria uma renda básica emergencial de R$ 600 aos trabalhadores informais, autônomos e sem renda fixa, durante a crise provocada pela pandemia do novo coronavírus. 
A informação foi confirmada pelo ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Jorge Oliveira, em uma postagem no Twitter. A medida teve a votação concluída no Senado na segunda-feira (30) e agora será regulamentada por meio de um decreto. 
O líder do governo no Senado, Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), informou que o texto sancionado por Bolsonaro contém três vetos, que ainda não foram divulgados pela Presidência da República.
A liberação dos recursos também depende da abertura de um crédito extraordinário no Orçamento federal. O pagamento será feito ao longo de três meses, com operacionalização pelas redes dos bancos públicos federais: Caixa Econômica Federal, casas lotéricas, Banco do Brasil (BB), Banco da Amazônia (Basa) e Banco do Nordeste (BNB), após o cruzamento de dados para definir quem tem direito ao benefício
Pelas regras contidas no projeto de auxílio emergencial aprovado pelo Congresso, os trabalhadores deverão cumprir alguns critérios, em conjunto, para ter direito ao benefício, como não ter emprego formal; não receber benefício previdenciário ou assistencial, seguro-desemprego ou outro programa de transferência de renda federal, com exceção do Bolsa Família; ter renda familiar mensal per capita (por pessoa) de até meio salário mínimo (R$ 522,50) ou renda familiar mensal total (tudo o que a família recebe) de até três salários mínimos (R$ 3.135,00); e não ter recebido rendimentos tributáveis, no ano de 2018, acima de R$ 28.559,70.
Mais cedo, o presidente Jair Bolsonaro anunciou novas medidas para enfrentar a crise gerada pela pandemia da covid-19, incluindo uma MP para ajudar as empresas na manutenção dos empregos. Serão liberados R$ 51 bilhões para complementação salarial, em caso de redução de salário e de jornada de trabalho de funcionários, e R$ 40 bilhões (R$ 34 bilhões do Tesouro e R$ 6 bilhões dos bancos privados) de crédito para financiamento da folha de pagamento. Os detalhes da medida serão informados pelo Ministério da Economia. 
*Texto alterado no dia 02/04/2020 para correção de informação. O texto sacionado pelo presidente Jair Bolsonaro é um projeto de lei e não uma medida provisória, como informado na versão anterior

quinta-feira, 2 de abril de 2020

Covid-19: saiba quais são os sintomas atípicos da doença

Diarreia, calafrio, dores musculares e coriza não necessariamente representam a infecção
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POR NOTÍCIAS AO MINUTO
Especialistas do mundo todo estão unidos em uma só causa: entender completamente o novo coronavírus. No entanto, há diversos empecilhos para isso, como a variação dos sintomas comuns da doença. Os mais simples são tosse seca, febre e dificuldade para respirar, mas, de acordo com especialistas, outros podem se manifestar.
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ACOMPANHE AQUI O CORONAVÍRUS


sábado, 28 de março de 2020

Governo lança campanha "O Brasil não pode parar"



FONTE DO VÍDEO:
O governo federal lançou uma campanha publicitária chamada "O Brasil não pode parar" para defender a flexibilização do isolamento social.
Em ação civil pública, o MPF do Rio de Janeiro pede o fim da campanha e requer que o governo reconheça que a publicidade não tem embasamento científico.
Entenda:

https://www.migalhas.com.br/quentes/322980/mpf-rj-pede-que-justica-suspenda-campanha-o-brasil-nao-pode-parar-de-bolsonaro

quinta-feira, 26 de março de 2020

Coronavírus: encontre informações úteis

@Reprodução 
Sobre
O coronavírus (COVID-19) é uma doença infecciosa causada por um novo vírus que nunca havia sido identificado em humanos.
O vírus causa uma doença respiratória semelhante à gripe e tem sintomas como tosse, febre e, em casos mais graves, pneumonia. É possível se proteger ao lavar as mãos com frequência e evitar tocar no rosto.

TRANSMISSÃO
A principal forma de contágio do novo coronavírus é o contato com uma pessoa infectada, que transmite o vírus por meio de tosse, espirros, gotículas de saliva ou coriza.

CLIQUE NO LINK ABAIXO E CONFIRA:
Coronavírus: encontre informações úteis


ACOMPANHE AQUI O CORONAVÍRUS

CLIQUE NA IMAGEM ABAIXO E CONFIRA: Como está o Brasil: e como Como está o Mundo:
CASOS CONFIRMADOS         TOTAL DE RECUPERADOS     TOTAL DE ÓBITOS
BRASIL
MUNDO

SAIBA MAIS SOBRE O COVID-19

quinta-feira, 19 de março de 2020

Primeira participação da cantora Manuela Dyegman na rádio 96fm em Baturité.



FONTE DO VÍDEO
Primeira participação da cantora Manuela Dyegman na rádio 96fm em Baturité no Programa ENCONTRO COM MARIA LINS 16-DE JUNHO-DE 2018.
Manuela Dyegma na rádio 96,3fm Baturité no quadro #EncontroComMariaLins


Contato para Shows: (85)996031362
Email: manueladhyegman@gmail.com
Instagram: @manueladyegmaoficial

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