Mostrando postagens com marcador Covid-19. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Covid-19. Mostrar todas as postagens

sábado, 16 de maio de 2026

Covid: o sintoma comum que muita gente confunde nesta época do ano

Especialistas alertam para sinais que podem passar despercebidos e reforçam a importância de observar o conjunto de sintomas para evitar confusão com outras condições respiratórias.

POR NOTÍCIAS AO MINUTO - Em períodos de clima mais seco ou com variações de umidade, é comum confundir sintomas de Covid-19 com outros problemas respiratórios. Por isso, é importante prestar atenção aos sinais do corpo para evitar tanto a transmissão do vírus quanto erros no tratamento.

Segundo a revista Parade, um dos sintomas que mais gera dúvida é a dor de garganta, algo frequente nessas condições climáticas, especialmente quando o ar está seco ou com mudanças bruscas de temperatura. O quadro pode ser mais preocupante para pessoas com imunidade baixa, doenças pulmonares ou cardíacas, além de idosos.

“Há relatos de que a dor de garganta tem sido mais frequente com a recente estirpe da Covid”, explica o médico Michael J. Davis. “Quando ocorre, a dor de garganta é mais intensa nos estágios iniciais da infecção. No entanto, geralmente melhora em alguns dias. Espera-se que apresente uma evolução semelhante à de outros casos de faringite viral”, acrescenta.

SAIBA MAIS EM...

quinta-feira, 26 de março de 2026

Nova variante da Covid-19 se espalha pelo mundo e levanta alerta

BA.3.2 já foi identificada em mais de 20 países e apresenta múltiplas mutações. Apesar do avanço, autoridades afirmam que o risco segue baixo, mas reforçam a necessidade de monitoramento e manutenção dos cuidados

POR NOTÍCIAS AO MINUTO - Uma nova variante da Covid-19 voltou a chamar a atenção de autoridades de saúde. Identificada como BA.3.2, ela tem apresentado aumento de casos nos últimos meses, especialmente nos Estados Unidos, e já foi detectada em diversos países.

De acordo com informações divulgadas pela Fox News, ao menos 23 países registraram casos da variante até fevereiro. Dados do Centers for Disease Control and Prevention (CDC) indicam que a BA.3.2 possui entre 70 e 75 mutações na proteína spike, estrutura do vírus responsável por sua entrada nas células humanas.

O que se sabe sobre a nova variante

A BA.3.2 foi inicialmente identificada em amostras de águas residuais e também em resíduos coletados em aeronaves, em diferentes regiões dos Estados Unidos. A presença da variante foi confirmada no país ainda no verão passado.

Na Europa, países como Dinamarca, Holanda e Alemanha registraram crescimento expressivo de casos entre novembro e janeiro, com aumento semanal de cerca de 30%.

Apesar da rápida disseminação, autoridades de saúde afirmam que, até o momento, não há indícios de maior gravidade associada à variante. A Organização Mundial da Saúde (OMS) classifica o risco como baixo.

Ainda assim, especialistas alertam para o número elevado de mutações, que pode, em tese, impactar a eficácia das vacinas atuais. Por isso, o monitoramento da evolução da variante segue em curso.

Sintomas seguem padrão conhecido

Os sintomas associados à BA.3.2 são semelhantes aos já observados em outras variantes da Covid-19. Entre os mais comuns estão dor de cabeça, dores musculares, tosse, falta de ar, além de náuseas e diarreia.

“No passado, sempre que surgiam novas variantes, havia dúvidas sobre sintomas diferentes, mas com o tempo e mais dados, percebe-se que não há mudanças significativas. Esses sintomas já foram observados antes”, explicou o médico William Schaffner ao HuffPost.

Prevenção continua a mesma

As recomendações de prevenção não mudaram. Especialistas reforçam a importância de medidas já conhecidas, como evitar ambientes fechados e com aglomeração, especialmente para pessoas mais vulneráveis.

“As mesmas precauções discutidas durante toda a pandemia continuam válidas. Trata-se de um vírus respiratório que se transmite pelo ar, então é preciso cautela, principalmente em locais fechados”, afirmou a médica Leana Wen.

Ela também recomenda que pessoas com maior risco de complicações priorizem o uso de máscara e evitem exposições desnecessárias, como forma de reduzir não apenas o risco de Covid-19, mas também de outras doenças respiratórias.

FONTE: https://www.noticiasaominuto.com.br/lifestyle/2369958/nova-variante-da-covid-19-se-espalha-pelo-mundo-e-levanta-alerta

sexta-feira, 14 de junho de 2024

Sintomas da Covid-19 mudaram? Agora, estes são os mais comuns

Desde o início da pandemia, o vírus mudou e os sintomas também

POR NOTÍCIAS AO MINUTO - No início da pandemia, a perda do paladar e do olfato, a febre alta e a falta de ar eram os sintomas mais comuns da Covid-19. No entanto, com o surgimento de novas variantes do vírus SARS-CoV-2, esses sintomas não são mais tão frequentes.

Segundo o infectologista e professor universitário Leonardo Weissmann, os sintomas mais comuns relatados por doentes com Covid-19 atualmente são parecidos com os de uma gripe ou constipação, o que pode dificultar o diagnóstico.

"Pode ser difícil saber só pelos sintomas se é Covid-19 ou não. Daí a importância da realização do teste", diz Weissmann.

O infectologista recomenda que o teste seja feito nos primeiros três a cinco dias dos sintomas, quando a carga viral é mais alta. Mesmo sem sintomas, se você tiver contato com alguém positivo, também é recomendado fazer o teste, pois a infecção pode ocorrer antes das manifestações aparecerem.

Sintomas mais comuns da Covid-19

De acordo com Weissmann, os sintomas mais comuns da Covid-19 atualmente são:

Febre ou calafrios;
Tosse seca e persistente;
Cansaço;
Dor de garganta;
Dores de cabeça;
Dores musculares em todo o corpo;
Pingo no nariz;
Náusea/vômito;
Diarreia.
Outros sintomas possíveis

Além desses sintomas, também são possíveis outros, como:

Fadiga;
Perda de apetite;
Dificuldade para respirar;
Dor no peito;
Erupção cutânea;
Conjuntivite;
Perda de paladar;
Perda de olfato.
O que fazer se você apresentar sintomas

Se você apresentar algum dos sintomas da Covid-19, é importante procurar um médico para realizar o teste e iniciar o tratamento adequado.

FONTEhttps://www.noticiasaominuto.com.br/lifestyle/2104257/sintomas-da-covid-19-mudaram-agora-estes-sao-os-mais-comuns

quinta-feira, 9 de novembro de 2023

Estudo alerta para necessidade de doses de reforço contra covid-19

Pesquisa foi realizada na cidade de Toledo, no Paraná

POR AGÊNCIA BRASILUm estudo sobre a efetividade da vacina monovalente original contra a covid-19 comprovou uma recomendação já divulgada e defendida por especialistas em imunizações e pelo Ministério da Saúde, mas ainda não seguida por parte dos residentes no Brasil: a dose de reforço é essencial para se proteger contra a doença. A estimativa é que 84% da população no país ainda não recebeu uma dose de reforço da vacina monovalente ou bivalente contra a covid-19.

Para os pesquisadores, apesar de relevante, a proteção de duas doses de vacina monovalente original da Pfizer/BioNTech é de curta duração contra a covid-19 sintomática causada pela variante Ômicron. Conforme o estudo, a efetividade da vacina monovalente original da Pfizer/BionNTech contra infecção sintomática pela variante é de 54%. A potencial proteção das duas doses contra as variantes Ômicron BA.1 e BA.2 alcança 58% e 51%, respectivamente.

A pesquisa foi realizada na cidade de Toledo, no Paraná, entre 3 de novembro de 2021 e 20 de junho de 2022, pelo Hospital Moinhos de Vento, com apoio da farmacêutica Pfizer Brasil, em parceria com a Universidade Federal do Paraná, a Inova Research e a Secretaria Municipal de Saúde. Foi  analisado o comportamento da covid-19 em um cenário em que a cobertura de imunização contra a doença havia sido de 90% nas 4.574 pessoas acima de 12 anos que participaram da amostra.

O estudo destacou ainda que a maior proteção foi notada no período após o recebimento das duas doses, com queda da capacidade de proteção contra infecção sintomática com o passar do tempo. Para os pesquisadores, isso seria um indicativo da necessidade das doses de reforço, e também das formulações adaptadas para assegurar cobertura às mais recentes variantes de Ômicron em circulação.

O médico epidemiologista do Hospital Moinhos de Vento e coinvestigador principal do estudo, Maicon Falavigna, contou que a efetividade foi alta após a vacinação inicial, mas diminuiu substancialmente de três a quatro meses após a segunda dose. Na visão do pesquisador, a queda na proteção da vacina monovalente original pode ter relação com a mudança do perfil epidemiológico verificado na circulação das variantes. Além disso, pode refletir uma limitação no controle da doença à medida que novas variantes evoluem e a maioria das populações ainda não atingiu a cobertura necessária com as doses de reforço. “Contudo, isso não significa necessariamente que a vacina perdeu efeito contra formas graves da doença”, assegurou.

O médico acrescentou que uma evidência da manutenção da elevada proteção da vacina contra as formas graves de covid-19 é a baixa ocorrência de hospitalizações e mortes associadas à doença na população do estudo.

O estudo defende a importância da aplicação das doses de reforço da vacina contra o SarsCoV-2 e a manutenção da vigilância em relação ao comportamento da doença na população e da evolução do vírus. Além disso, os pesquisadores reforçam a necessidade de adoção de vacinas adaptadas com componentes da variante Ômicron.

De acordo com o pesquisador principal do estudo e médico do Serviço de Medicina Interna do Hospital Moinhos de Vento, Regis Goulart Rosa, as informações coincidem com os dados de pesquisas de mundo real conduzidas em outros países, como Estados Unidos e Inglaterra. Na avaliação do médico, o Brasil precisa ter uma alta cobertura vacinal com as doses de reforço.

“Quanto mais pessoas com a imunização completa, menor será a circulação do vírus e menores serão as chances e a velocidade do surgimento de novas variantes, o que aumenta a proteção da população como um todo, principalmente das pessoas mais vulneráveis”, destacou Regis Goulart Rosa.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) deu, em julho deste ano, o registro definitivo da vacina bivalente baseada na plataforma tecnológica de mRNA da Pfizer/BioNTech, que contém o componente contra a variante Ômicron na sua formulação. O registro definitivo garante a aplicação deste imunizante, que está disponível no Sistema Único de Saúde (SUS), como dose de reforço para pessoas a partir de 5 anos de idade.

No entendimento dos pesquisadores, o ponto forte do estudo é ser “um dos únicos feitos de maneira prospectiva, acompanhando em torno de 3,5% da população da cidade de Toledo após uma intensa campanha de vacinação que resultou em coberturas vacinais maiores de 90%. Além disso, todos os casos identificados foram acompanhados clinicamente por pelo menos 1 ano, com objetivo de se avaliar potenciais impactos a longo prazo da covid-19 ”. Esses dados permanecem em análise.

A diretora médica para Vacinas de Covid-19 da Pfizer para Região de Mercados Emergentes, Júlia Spinardi, disse que a farmacêutica considera extremamente relevante fortalecer a pesquisa nacional e entender os efeitos da imunização contra covid-19 na população brasileira.

“Estudos que avaliam a utilização da vacina na vida real vêm sendo feitos em todo mundo e são fundamentais para o entendimento das estratégias vacinais e medidas de controle da pandemia. É muito importante colocar o Brasil nesta rota e ter dados do próprio país que apontam a necessidade das doses de reforço”, pontuou.

O reitor da Universidade Federal do Paraná (UFPR), professor Ricardo Marcelo Fonseca, comemorou o fato de a instituição ser pioneira no estudo científico e de saúde pública realizado em parceria com a Pfizer em Toledo. “Este trabalho é único em sua abordagem, monitorando toda a população após uma campanha de vacinação bem-sucedida, também com auxílio da UFPR. Os dados levantados nesta pesquisa impulsionarão avanços significativos em estudos científicos futuros”, observou.

Vacinação

A imunização em Toledo começou em janeiro de 2021 destinada a públicos prioritários. Sete meses depois, em agosto de 2021, foi realizada uma campanha de vacinação em massa usando a vacina monovalente original da Pfizer/BioNTech, em esquema de duas doses administradas com 21 dias de intervalo. Fornecida pelo Programa Nacional de Imunizações (PNI) à Secretaria Municipal de Saúde, essa vacina foi aplicada em todos os indivíduos acima de 12 anos não imunizados. O município foi responsável por vacinar os habitantes e fazer a manutenção do sistema de vigilância.

A secretária municipal de Saúde, Gabriela Kucharski, considerou um marco Toledo ter sido, à época, a única cidade brasileira a vacinar toda a sua população elegível contra a doença. “A parceria com as demais entidades referendou um trabalho muito organizado que tínhamos em relação à administração das doses que recebíamos. A vacinação em massa demonstrou que estávamos no caminho certo”, pontuou.

Para a pesquisa, a pasta recebeu uma remessa de 35.173 doses do imunizante para completar a aplicação da primeira dose tanto na população adulta, acima de 18 anos, como em adolescentes de 12 a 17 anos. A resposta ao imunizante foi avaliada num grupo heterogêneo de pessoas, com diferentes condições de saúde, idade e status socioeconômico.

Modelo do estudo

Segundo os pesquisadores, o município de Toledo, que tem 144 mil habitantes, foi escolhido a partir de critérios como "região geográfica favorável, epidemiologia demonstrando estabilidade do número de casos e circulação de variantes, estrutura física para realizar a vacinação e capacidade do sistema de vigilância estabelecido na cidade”.

Os pacientes foram classificados pelos pesquisadores entre os que testaram positivo para a infecção (grupo casos) e os negativos (grupo controle). A média de idade dos participantes do estudo ficou em 27,7 anos. Entre eles, 53,8% eram mulheres. Nenhuma hospitalização ou morte foi registrada no período analisado.

A população acima de 12 anos de idade e na faixa entre 5 e 11 anos de idades foi acompanhada. Também foi avaliada a evolução clínica dos grupos ao longo do tempo após terem apresentado a doença. De acordo com o estudo, os dados também serão avaliados na expectativa de identificar e escrever potenciais impactos da covid-19 a longo prazo.

O resultado do estudo brasileiro foi publicado recentemente no jornal internacional Vaccine, considerado periódico de ciência da mais alta qualidade nas disciplinas relevantes para o campo da vacinologia. “Espera-se que os novos resultados sejam submetidos a periódicos internacionais especializados até o final do ano”, indicou o texto do estudo.

FONTE: https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2023-11/estudo-alerta-para-necessidade-de-doses-de-reforco-contra-covid-19

sexta-feira, 18 de agosto de 2023

Casos de covid-19 aumentam 80% no mundo; mortes têm queda de 57%

Total de novos casos ficou em 1,5 milhão e de óbitos, em 2,5 mil

POR AGÊNCIA BRASIL - Cerca de 1,5 milhão de novos casos de covid-19 foram registrados em todo o mundo entre 10 de julho e 6 de agosto – um aumento de 80% em relação ao período anterior. Durante os mesmos 28 dias, o vírus causou ainda 2,5 mil mortes – uma queda de 57% em relação ao período anterior. Os dados são da Organização Mundial da Saúde (OMS).

Os números mostram que, enquanto diversos países registraram queda de novos casos e de óbitos provocados pela doença, a região do Pacífico Ocidental identificou aumento de novas infecções em meio a uma redução nos óbitos. Desde o dia 6 de agosto, mais de 769 milhões de casos foram reportados globalmente, além de cerca de 6,9 milhões de mortes. 

“Atualmente, os casos relatados não representam com precisão as taxas de infecção devido à redução de testes e relatórios globalmente. Durante esse período de 28 dias, 44% (103 de 234) dos países relataram pelo menos um caso à OMS – uma proporção que vem diminuindo desde meados de 2022”, destacou a entidade em comunicado. 

FONTE: https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2023-08/casos-de-covid-19-aumentam-80-no-mundo-mortes-tem-queda-de-57

quinta-feira, 30 de março de 2023

Vacina da Covid-19 volta a ser alvo de fake news na internet

Um relatório do NetLab da UFRJ revela que a vacina da Covid-19 voltou a ser alvo de desinformação com o início da campanha de vacinação

POR OLHAR DIGITAL - Um levantamento realizado pelo NetLab da Universidade Federal do Rio de Janeiro revela que as fake news sobre as vacinas contra a Covid-19 tem se espalhado pelas redes sociais e grupos de WhatsApp e Telegram.

  • Desinformação sobre vacinas contra Covid-19 se espalha pelas redes sociais e grupos de WhatsApp e Telegram;
  • Narrativas enganosas sobre supostos efeitos colaterais e imunidade natural têm um aumento significativo desde o início da campanha de vacinação no Brasil;
  • Bots no Twitter são responsáveis por disseminar informações falsas sobre a eficácia e segurança das vacinas;
  • Grupos e canais no Telegram divulgam serviços de falsificação de comprovantes de vacinação e informações enganosas sobre a eficácia das doses.

Continue Lendo em: https://olhardigital.com.br/2023/03/28/internet-e-redes-sociais/vacina-da-covid-19-volta-a-ser-alvo-de-fake-news-na-internet/

LEIA MAIS EMMortes por Covid-19 no Brasil chegam a 700 mil

sexta-feira, 13 de janeiro de 2023

Brasil registra 19 mil novos casos de covid-19

Em 24 horas, país registrou 148 óbitos

POR AGÊNCIA BRASIL - O Ministério da Saúde divulgou hoje (12) os números mais recentes da pandemia de covid-19 no país. De acordo com levantamento diário feito pela pasta a partir de dados dos estados, o Brasil registrou, em 24 horas, 19.070 novos casos da doença e 148 óbitos.

Desde o início da pandemia, o país acumula 36,5 milhões de casos confirmados da doença e 695,2 mil mortes. O número de pacientes recuperados soma 35,4 milhões.

O estado de São Paulo tem o maior número de casos e mortes em consequência da doença – 6,3 milhões de casos e 177,7 mil óbitos. Em seguida, aparecem Minas Gerais (4,1 milhões casos e 64,6 mil óbitos); Rio Grande do Sul (2,9 milhões de casos e 41,6 mil óbitos) e Paraná (2,8 milhões de casos e 45,8 mil óbitos). 


Vacinação

Segundo o vacinômetro do Ministério da Saúde, 499,5 milhões de doses de vacinas contra a covid-19 já foram aplicadas no país. Desse total, 181,6 milhões são primeira dose e 164,1 milhões, segunda do

FONTE: https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2023-01/brasil-registra-19-mil-novos-casos-de-covid-19

terça-feira, 20 de dezembro de 2022

Brasil tem 49,8% da população vacinada com reforço ou dose adicional

A baixa imunização está fazendo subir rapidamente o número de casos de covid-19

POR NOTÍCIAS AO MINUTO - O Brasil tem 106.994.746 pessoas (49,8% da população) imunizadas com reforço ou a dose adicional da vacina contra a covid-19.

As informações são do Consórcio de Imprensa do qual o Estadão faz parte. Confira os dados sobre a pandemia do coronavírus e sobre o ritmo de imunização no menu Indicadores, no topo do terminal Broadcast, em Covid-19. Os números estão sujeitos a revisões.

Leia Também: Brasil tem maior média de mortes por Covid desde 30 de agosto

Quanto à primeira dose, 182.433.651 pessoas (84,9%) tomaram a vacina. Já a segunda foi aplicada em 172.396.945 pessoas (80,3%).

FONTE: https://www.noticiasaominuto.com.br/ultima-hora/1975007/brasil-tem-49-8-da-populacao-vacinada-com-reforco-ou-dose-adicional

quarta-feira, 3 de novembro de 2021

SARS-CoV-2 pode infetar o ouvido interno e causar perda de audição

Um novo estudo aponta que inúmeros pacientes com Covid-19 relataram sintomas associados a uma infeção na parte interna do ouvido, nomeadamente problemas auditivos, tonturas, zumbido e perda de equilíbrio.

POR NOTÍCIAS AO MINUTOegundo uma pesquisa publicada no jornal científico Communications Medicine e citada pela revista Galileu, o novo coronavírus SARS-CoV-2, causador da Covid-19, pode afetar as células do ouvido interno, mais precisamente as ciliadas - que são essenciais para a manutenção do equilíbrio e a audição humana. 

A equipe de pesquisadores, liderada por especialistas do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) e da Escola de Medicina da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, salienta que inúmeros pacientes com Covid-19 relataram sintomas associados a uma infecção na parte interna do ouvido, nomeadamente problemas auditivos, tonturas, zumbido e perda de equilíbrio.

De modo a analisar o fenômeno, os cientistas procederam à transformação de células da pele humana em células-tronco pluripotentes induzidas; ou seja, com a capacidade de se transformarem em tipos de tecidos distintos e auxiliarem na reparação de patologias ou traumas. 

Posteriormente, conta a Galileu, os investigadores estimularam-nas para que se diferenciassem em vários tipos de células do ouvido interno: células ciliadas, células de suporte, fibras nervosas e células de Schwann, que isolam os neurônios.

Em seguida, recolheram amostras do ouvido interno de doentes que seriam operados devido um tumor ligado à perda de audição e tonturas, ou por consequência de um distúrbio causador de episódios graves de vertigens.

Por fim, quer nas amostras como nos modelos criados em laboratório com células-tronco, foi detectado que determinados tipos de células, como as ciliadas e as de Schwann, expressam proteínas necessárias para a entrada do coronavírus. Sendo que uma dessas proteínas é o receptor ACE2m, presente na superfície celular. Entretanto, a furina e protease transmembranar, ajudam o coronavírus a fundir-se com a célula hospedeira.

Tal, refere a revista Galileu, é um indício poderoso de que o SARS-CoV-2 pode afetar de fato o ouvido interno – principalmente as células ciliadas dessa zona e, em menor grau, as células de Schwann. 

Adicionalmente, os resultados das amostras foram igualmente confirmados, quando comparados com sintomas num grupo de 10 pacientes que sofria de Covid-19. Todos registaram perda auditiva ligeira a profunda, nove experienciaram zumbido e seis vertigens.

FONTEhttps://www.noticiasaominuto.com.br/lifestyle/1856799/sars-cov-2-pode-infetar-o-ouvido-interno-e-causar-perda-de-audicao

domingo, 24 de outubro de 2021

É #FAKE que relatórios do governo do Reino Unido sugerem que vacinados contra Covid têm desenvolvido Aids

Governo britânico e especialistas desmentem publicação falsa que tem circulado nas redes sociais. Boato foi compartilhado pelo presidente Jair Bolsonaro em live.

POR G1Circula pelas redes sociais uma mensagem que diz que relatórios oficiais do governo do Reino Unido sugerem que as pessoas totalmente imunizadas contra a Covid-19 têm desenvolvido a Síndrome da Imunodeficiência Adquirida (Aids). É #FAKE.

A mensagem falsa diz: "Uma comparação de relatórios oficiais do governo sugere que os totalmente vacinados estão desenvolvendo a Síndrome de Imunodeficiência Adquirida muito mais rápido do que o previsto". Ela foi colocada no site conspiracionista beforeitnews.com, que publica textos dizendo que as vacinas rastreiam os vacinados e que milhões de pessoas morreram com as vacinas. A publicação foi mencionada pelo presidente Jair Bolsonaro em sua live semanal.

Procurado pelo g1, o Departamento de Saúde e Assistência Social do Reino Unido afirma que a publicação é de um site que propaga 'fake news' e teorias da conspiração e diz que a história não é verdadeira. Zahraa Vindhani, oficial de comunicações da Agência de Segurança de Saúde do Reino Unido, também afirma que "as vacinas contra a Covid-19 não causam Aids". "A Aids é causada pelo HIV."

Pesquisadores ouvidos pelo g1 refutam as ideias contidas na publicação falsa.

CONTINUE LENDO...

sábado, 16 de outubro de 2021

Covid-19: Fiocruz defende que passaporte de vacinas seja adotado em todo o Brasil

POR OLHAR DIGITAL - Covid-19: Fiocruz defende que passaporte de vacinas seja adotado em todo o Brasil

O Observatório Covid-19 da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) divulgou na manhã desta sexta-feira (15) que o sucesso da reabertura da economia depende da ampla adoção do passaporte de vacinas. A entidade também diz que não devemos abandonar o uso de máscaras por enquanto. Continue Lendo...

Siga a gente também: YouTube: https://www.youtube.com/user/josenide... Site: https://josenidelima.blogspot.com/ Facebook: https://www.facebook.com/joseni.parceiro Instagram: /https://www.instagram.com/joseniparce... Twitter: https://twitter.com/josenidelima

domingo, 5 de setembro de 2021

Covid-19: Brasil tem mais de 200 milhões de doses de vacinas aplicadas

Dados são do Ministério da Saúde

POR AGÊNCIA BRASIL - O Brasil ultrapassou a marca de 200 milhões de doses de vacinas contra a covid-19 aplicadas, informou o Ministério da Saúde. Até agora, são 134 milhões de pessoas com a primeira dose e mais 66,5 milhões com a imunização completa.

Estudos recentes mostram que as vacinas reduzem significativamente o risco de morte, de internações e de infecções causadas pelo vírus. No entanto, a vacina não evita completamente que a pessoa se contagie nem que leve o vírus para outras pessoas. 

Segundo a pasta, mesmo com a vacina, os cuidados individuais, como o uso de máscara, álcool em gel e o distanciamento social, são importantes para evitar o contágio.

O Brasil registra, no total, 20.877.864 casos notificados de covid-19 desde o início da pandemia e 583.362 mortes. Os dados foram divulgados neste sábado (4) pelo Ministério da Saúde, com base em informações disponibilizadas pelas secretarias estaduais de Saúde. 

O número de pessoas recuperadas da doença chegou a 19.838.912 (95%). De acordo com o balanço, há 455.590 casos em acompanhamento e 3.475 óbitos em investigação.

FONTEhttps://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2021-09/covid-19-brasil-tem-mais-de-200-milhoes-de-doses-de-vacina-aplicadas

quarta-feira, 20 de janeiro de 2021

Covid-19: mortes na Noruega não têm ligação comprovada com vacinação, diz governo

Por Olhar DigitalA notícia de que 23 pessoas morreram após receber a vacina da Pfizer/BioNTech contra Covid-19 na Noruega repercutiu na internet nos últimos dias, causando preocupação. No entanto, apesar de as mortes terem de fato ocorrido, a Agência Norueguesa de Medicamentos (Statens Legemiddelverk) afirma que não há nenhuma comprovação de que o imunizante tem ligação direta com os óbitos. Continue Lendo em: https://olhardigital.com.br/2021/01/18/noticias/covid-19-mortes-na-noruega-nao-tem-ligacao-comprovada-com-vacinacao-diz-governo/

LEIA TAMBÉM: Escassez de matéria-prima pode prejudicar vacinação contra a Covid-19

segunda-feira, 18 de janeiro de 2021

Por unanimidade, Anvisa aprova uso emergencial de vacinas contra covid

Decisão depende de publicação para entrar em vigor

Por Agência Brasil - Por unanimidade, os cinco diretores da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovaram o uso emergencial da CoronaVac e da vacina de Oxford contra a covid-19. A decisão depende de publicação no Diário Oficial e de comunicação aos laboratórios para entrar em vigor.

A maioria na direção da agência foi alcançada às 14h54, quando o diretor Alex Machado Campos tornou-se o terceiro a votar favoravelmente à imunização em caráter emergencial com as duas vacinas.

No início da tarde, as três áreas técnicas da Anvisa haviam recomendado a aprovação do uso emergencial. As gerências de Medicamentos, de Monitoramento de Produtos e de Inspeção e Fiscalização Sanitária deram parecer favorável. A recomendação, no entanto, precisava ser submetida à diretoria do órgão.

LEIA TAMBÉM:Enfermeira de São Paulo é primeira brasileira vacinada contra covid-19

A primeira diretora a ler o voto foi a relatora do caso, Meiruze Freitas. Ela aprovou o uso emergencial, mas fez ressalvas. Disse esperar que o Instituto Butantan responda, até o fim de fevereiro, sobre os resultados sobre a imunogenicidade (capacidade de produção de anticorpos) da CoronaVac, produzida pelo Butantan em parceria com o laboratório chinês Sinovac.

A relatora destacou não haver alternativa terapêutica às vacinas. A diretora disse ter tomado a decisão com aval da ciência e após trabalho árduo dos técnicos da Anvisa nos últimos dias. “Guiada pela ciência e pelos dados, a equipe concluiu que os benefícios conhecidos e potenciais dessas vacinas superam seus riscos. Os servidores [da Anvisa] vêm trabalhando com dedicação integral e senso de urgência”, disse Meiruze ao ler o voto.

O segundo voto foi dado pelo diretor Romilson Mota, que acompanhou a relatora. De acordo com ele, o grave cenário da pandemia de covid-19 e o “indicativo de colapso” na rede de saúde justificam a aprovação.

Terceiro a votar, Alex Machado Campos acompanhou os demais diretores. Ele foi seguido pela diretora Cristiane Jourdan Gomes e pelo diretor-presidente da Anvisa, Antonio Barra Torres. A votação foi concluída por volta das 15h20.

Após a reunião, a decisão será publicada na página da Anvisa na internet, no extrato de deliberações da diretoria. Existe a possibilidade de o Diário Oficial da União publicar uma edição extra com o resultado da votação.

O uso emergencial pode ser liberado após a publicação oficial e assim que houver comunicação formal aos laboratórios. No caso da CoronaVac, a relatora do caso pediu a assinatura de um termo de compromisso, que também precisa ser publicado em Diário Oficial.

FONTE: https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2021-01/por-unanimidade-anvisa-aprova-uso-emergencial-de-vacinas-contra-covid

sexta-feira, 25 de dezembro de 2020

Média de mortes diárias por covid-19 no Brasil chega a 736,43

Número interrompe sequência de altas desde o dia 14

POR AGÊNCIA BRASIL - As mortes diárias por covid-19 no Brasil, segundo a média móvel de sete dias, chegaram a 736,43 ontem (24). De acordo com os dados da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), a média dessa quinta-feira interrompeu uma sequência de altas que vinha desde o dia 14 de dezembro.

Apesar da queda em relação ao dia 23 (quando se atingiu uma média de 783,57 óbitos), a média diárias de mortes por covid-19 cresceu 15% em relação a 14 dias atrás (642,14 mortes) e 51% em relação a um mês antes (488 mortes).

LEIA TAMBÉM:Pandemia já matou 1.731.936 pessoas no mundo

Estados

Entre os estados, aqueles com maior média móvel de mortes diárias registradas nessa quinta-feira foram São Paulo (153,86), Rio de Janeiro (89), Minas Gerais (77,43), Rio Grande do Sul (65,57) e Paraná (61,14).

Na comparação com 14 dias atrás, 20 das 27 unidades da Federação tiveram alta no número de óbitos. Alguns locais mais do que duplicaram as médias nesse período, como Alagoas (que passou de 2,86 mortes para 6,57) e Amazonas (que subiu de 6,57 para 14,57). Sete unidades tiveram queda, com destaque para o Tocantins (-42%) e Ceará (-38%).

Na comparação com o mês anterior, 22 unidades da Federação tiveram crescimento no número de mortes. A maior alta foi observada em Mato Grosso do Sul, que quadruplicou suas mortes no período (ao passar de 5,86 para 23,86). O Acre quase quadruplicou, ao passar de 0,86 para 3,29. Seis estados duplicaram os óbitos: Alagoas, Amapá, Mato Grosso, Paraná, Rondônia e Santa Catarina.

Cinco estados tiveram queda nas mortes de um mês para outro, com destaque para Goiás, onde os óbitos recuaram 44,3%.

FONTEhttps://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2020-12/media-de-mortes-diarias-por-covid-19-no-brasil-chega-73643

sábado, 5 de dezembro de 2020

Área de Fortaleza tem aumento de 43,5% nas mortes por Covid-19, e Sesa pede 'etiqueta respiratória'

O número de mortes passou de 23 mortes para 33 na comparação entre duas quinzenas.

POR G1 CEA Área Descentralizada de Fortaleza (ADS) registrou aumento de 43,5% nas mortes por Covid-19 entre 8 e 21 de novembro em comparação com a quinzena anterior, passando de 23 óbitos para 33. Os dados são do boletim da Secretaria da Saúde do Estado do Ceará (Sesa), divulgado nesta sexta-feira (4). A quantidade de casos cresceu 41,5% na mesma comparação. A ADS de Fortaleza reúne Aquiraz, Eusébio e Itaitinga, além da capital.

Em termos percentuais, a área que registou maior avanço de número de mortes foi Crato, na Região do Cariri, que teve elevação de 200%, passando de três para nove óbitos. Em seguida, Caucaia, na Região Metropolitana de Fortaleza (RMF), onde as mortes subiram 100%, de um para dois óbitos.

LEIA TAMBÉM: Ceará tem 84 municípios com alertas alto ou altíssimo para incidência de Covid-19

De acordo com a secretária executiva de Vigilância Sanitária, Magda Almeida, os dados mostram que é necessário manter o cuidado. "Esses dados mostram que é um momento em que a gente precisa principalmente evitar aglomeração, fazer uso de máscara e usar a etiqueta respiratória. Um momento em que a gente precisa se proteger e proteger os mais vulneráveis", disse.

Ceará

  • Também segundo o boletim epidemiológico, o Ceará registrou aumento de Covid-19 em dez das 22 ADS. No total, 45% delas tiveram incremento no número de casos no estado:
  • Fortaleza (41,5%),
  • Maracanaú (3,1%)
  • Baturité (50,9%)
  • Itapipoca (17,4%)
  • Aracati (7,2%)
  • Quixadá (64,6%)
  • Limoeiro do Norte (27,4%)
  • Acaraú (7,6%)
  • Brejo Santo (5,4%)
  • Cascavel (12,3%)

Segundo o documento, as ADS de Iguatu e Juazeiro do Norte apresentaram incremento de óbitos em igual período, além das áreas de Fortaleza, Caucaia e Crato. Maracanaú, Baturité e Icó mantiveram o mesmo número de ocorrências.

Pela primeira vez desde o início da pandemia, o município de Antonina do Norte, na Região Centro Sul, teve uma morte pela Covid-19. Na cidade, há 66 casos confirmados, e um óbito pela doença.

Casos confirmados por região

Das cinco Regiões de Saúde do estado do Ceará, quatro tiveram aumento no número de casos confirmados entre os dias 25 de outubro a 21 de novembro. Somente a Região do Sertão Central teve queda.

Na Região de Saúde de Fortaleza, composta pela capital cearense e outras 43 cidades, foram confirmados 1.307 novos casos (aumento de 2,8%) e 26 óbitos confirmados na última semana (aumento de 2.500%). Na Região Norte, 199 novos casos (aumento de 197%) e dois óbitos (redução de 50%).

Já na Região do Cariri, foram 328 novos casos (aumento de 146,6%) e 15 óbitos (aumento de 50%). No Litoral Leste, 198 casos novos (aumento de 69,2%) e 3 óbitos (redução de 25%). No Sertão Central, 54 casos novos (redução de 22,7%) e um óbito.

FONTE: https://g1.globo.com/ce/ceara/noticia/2020/12/04/area-de-fortaleza-tem-aumento-de-435percent-nas-mortes-por-covid-19-e-sesa-pede-etiqueta-respiratoria.ghtml