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quinta-feira, 14 de abril de 2022

Veja em que situações o uso de máscara segue obrigatório ou recomendado no Ceará

Uso de máscara passa a ser opcional em todo o Ceará a partir de sexta-feira (15), com exceção em hospitais e transporte público.

POR G1 CEApesar do uso de máscara em ambientes fechados deixar de ser obrigatório no Ceará a partir de sexta-feira (15), a utilização dela é recomendada em alguns casos específicos, de acordo com a governadora do Ceará, Izolda Cela. Em outros ambientes, o uso segue do equipamento de proteção individual segue obrigatório.

Público recomendado a seguir utilizando máscara:

  • pessoas imunossuprimidas;
  • gestantes;
  • pessoas com algum sinal de contaminação;
  • pessoas em situação que devem evitar qualquer contaminação, incluindo Covid-19.

Leia Também: Uso de máscaras deixa de ser obrigatório em ambientes fechados no Ceará

Locais onde o uso de máscara segue obrigatório:

  • Unidades de saúde, como hospitais, postos de saúde e UPAs;
  • Em veículos de transporte público.

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domingo, 27 de dezembro de 2020

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 CAMPEÃO:

Especialistas recomendam cuidado com festas de fim de ano

 Saiba o que fazer para reduzir os riscos ao máximo

POR AGÊNCIA BRASIL - Natal e ano-novo são sinônimos de festa, reunião familiar com mesa farta, abraços e conversas longas madrugada adentro. Mas, com a pandemia do novo coronavírus que atingiu o mundo inteiro, e ainda faz vítimas todos os dias, esse momento tradicional pode custar caro. Especialistas não recomendam reuniões neste período, ao mesmo tempo em que sabem que muita gente não deixará essa tradição de lado. Por isso, saiba o que fazer para reduzir ao máximo os riscos de ir a uma celebração de fim de ano e sair de lá contaminado pela covid-19.

Máscara, álcool e distanciamento

Infectologistas ouvidos pela Agência Brasil foram taxativos: apenas um meio de proteção não é eficaz. Então, não adianta usar máscara e não higienizar as mãos com frequência. Tampouco resolve tomar essas providências mas sair abraçando, apertando mãos e se aglomerando em rodas de conversa.

“A pessoa deve tentar restringir o risco de infecção, saindo o menos possível. Manter a máscara e retirar apenas na hora de se alimentar. Todas as estratégias são falhas, mas a soma delas ajuda, diminui o risco”, afirma Joana D'arc Gonçalves, médica infectologista e professora de medicina do UniCeub, em Brasília.

Ela também ressalta a importância de manter distância das outras pessoas e não compartilhar objetos como copos e talheres. Joana D'arc vai além e recomenda que dias antes da festa de natal ou réveillon, caso seja possível, a pessoa faça o teste RT-PCR, que identifica a presença do vírus no organismo e confirma a covid-19.

De acordo com os especialistas, a maioria das pessoas tem transmitido o vírus sem sequer apresentar sintomas. Por isso, estar assintomático no dia da festa não garante que a pessoa esteja sem o vírus no organismo.

Sem abraços na virada do ano

O próximo ano já chegará exigindo um esforço de todos. Quando o relógio marcar 0h do dia 1º de janeiro de 2021, evite dar o tradicional abraço de feliz ano-novo. “O contato próximo, de abraçar, beijar e apertar as mãos, deve ser evitado”, diz Marcus Antônio Cyrillo, diretor da Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI).

“Porque a gente sabe que esse vírus se propaga por gotículas respiratórias, secreções. E abraçando outras pessoas, colocando a mão no rosto delas, ou mesmo no seu rosto, você tem a possibilidade de transmitir o vírus”, completa Cyrillo. “Este momento é sofrido, mas a gente não recomenda”, acrescenta Joana D'arc.

Ambientes abertos e arejados

A Organização Mundial da Saúde (OMS) não se posicionou em relação às festas de Natal e ano-novo, apenas deu diretrizes para que os órgãos sanitários, como o Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC), dos Estados Unidos, e a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), do Brasil, orientem os governos locais sobre como a população deve se prevenir.

Em meio às recomendações e protocolos, não há meias-palavras: reuniões devem ser evitadas. “A OMS não recomenda aglomeração. E quando você fala em celebração, você fala em aglomeração. Aqui no Brasil a gente está relaxando demais e podemos ter consequências ruins”, afirma a infectologista.

Caso a reunião da família no fim do ano seja inevitável, os anfitriões devem promover ambiente o mais seguro possível para os convidados. A festa deve acontecer, se possível, ao ar livre. No quintal ou na varanda de casa, por exemplo. Nesses ambientes bem arejados, o vento tende a levar o vírus para longe. Outra possibilidade é um ambiente fechado, mas arejado, com portas e janelas abertas.

“Em lugares fechados existem condições de umidade, temperatura, de matéria orgânica onde o vírus pode se depositar. Ao ar livre essas condições são menos propícias para o vírus se multiplicar ou ser transmitido para alguém. Mas se você estiver em um ambiente fechado, mas arejado, com portas e janelas abertas, a chance diminui”, explica Cyrillo.

Para Joana D'arc e Cyrillo, o número de convidados não é tão importante quanto as medidas de segurança. Ou seja, é mais seguro estar em uma festa com muita gente, mas todas se prevenindo em um espaço adequado, do que em uma festa com dez pessoas, sem máscara, sem ventilação e sem cuidados prévios.

Embora pareça uma obviedade, não custa reforçar: em caso de sintomas do novo coronavírus, como tosse, dor de cabeça, nariz  escorrendo, dor de garganta, febre, diarreia, é melhor evitar as festas. O cuidado também vale para pessoas do grupo de risco, como idosos, diabéticos, obesos ou portadores de doença imunossupressora.

FONTE: https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2020-12/especialistas-recomendam-cuidado-com-festas-de-fim-de-ano

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sábado, 5 de dezembro de 2020

Área de Fortaleza tem aumento de 43,5% nas mortes por Covid-19, e Sesa pede 'etiqueta respiratória'

O número de mortes passou de 23 mortes para 33 na comparação entre duas quinzenas.

POR G1 CEA Área Descentralizada de Fortaleza (ADS) registrou aumento de 43,5% nas mortes por Covid-19 entre 8 e 21 de novembro em comparação com a quinzena anterior, passando de 23 óbitos para 33. Os dados são do boletim da Secretaria da Saúde do Estado do Ceará (Sesa), divulgado nesta sexta-feira (4). A quantidade de casos cresceu 41,5% na mesma comparação. A ADS de Fortaleza reúne Aquiraz, Eusébio e Itaitinga, além da capital.

Em termos percentuais, a área que registou maior avanço de número de mortes foi Crato, na Região do Cariri, que teve elevação de 200%, passando de três para nove óbitos. Em seguida, Caucaia, na Região Metropolitana de Fortaleza (RMF), onde as mortes subiram 100%, de um para dois óbitos.

LEIA TAMBÉM: Ceará tem 84 municípios com alertas alto ou altíssimo para incidência de Covid-19

De acordo com a secretária executiva de Vigilância Sanitária, Magda Almeida, os dados mostram que é necessário manter o cuidado. "Esses dados mostram que é um momento em que a gente precisa principalmente evitar aglomeração, fazer uso de máscara e usar a etiqueta respiratória. Um momento em que a gente precisa se proteger e proteger os mais vulneráveis", disse.

Ceará

  • Também segundo o boletim epidemiológico, o Ceará registrou aumento de Covid-19 em dez das 22 ADS. No total, 45% delas tiveram incremento no número de casos no estado:
  • Fortaleza (41,5%),
  • Maracanaú (3,1%)
  • Baturité (50,9%)
  • Itapipoca (17,4%)
  • Aracati (7,2%)
  • Quixadá (64,6%)
  • Limoeiro do Norte (27,4%)
  • Acaraú (7,6%)
  • Brejo Santo (5,4%)
  • Cascavel (12,3%)

Segundo o documento, as ADS de Iguatu e Juazeiro do Norte apresentaram incremento de óbitos em igual período, além das áreas de Fortaleza, Caucaia e Crato. Maracanaú, Baturité e Icó mantiveram o mesmo número de ocorrências.

Pela primeira vez desde o início da pandemia, o município de Antonina do Norte, na Região Centro Sul, teve uma morte pela Covid-19. Na cidade, há 66 casos confirmados, e um óbito pela doença.

Casos confirmados por região

Das cinco Regiões de Saúde do estado do Ceará, quatro tiveram aumento no número de casos confirmados entre os dias 25 de outubro a 21 de novembro. Somente a Região do Sertão Central teve queda.

Na Região de Saúde de Fortaleza, composta pela capital cearense e outras 43 cidades, foram confirmados 1.307 novos casos (aumento de 2,8%) e 26 óbitos confirmados na última semana (aumento de 2.500%). Na Região Norte, 199 novos casos (aumento de 197%) e dois óbitos (redução de 50%).

Já na Região do Cariri, foram 328 novos casos (aumento de 146,6%) e 15 óbitos (aumento de 50%). No Litoral Leste, 198 casos novos (aumento de 69,2%) e 3 óbitos (redução de 25%). No Sertão Central, 54 casos novos (redução de 22,7%) e um óbito.

FONTE: https://g1.globo.com/ce/ceara/noticia/2020/12/04/area-de-fortaleza-tem-aumento-de-435percent-nas-mortes-por-covid-19-e-sesa-pede-etiqueta-respiratoria.ghtml

segunda-feira, 5 de outubro de 2020

Qual a melhor máscara para correr?

POR JORNAL EXPRESSO - Aos poucos, os corredores estão retornando às ruas, ansiosos para eliminar segundos do cronômetro perdidos durante a quarentena. Mas, com a obrigatoriedade do uso das máscaras, correr nunca pareceu tão desafiador.

Desde o início da pandemia, vêm surgindo diversas opções de máscaras. Para desvendar qual o melhor modelo para o exercício e te ajudar nesta retomada, fomos às ruas e testamos cinco diferentes tipos – das mais convencionais, encontradas em farmácias, às recém-lançadas por grandes marcas, próprias para a prática de esportes.

Para tal avaliação, reunimos um corpo de cinco jurados com diferentes relações com a corrida, dos mais amadores aos quase profissionais, para colocá-las à prova, na prática.

Todos os modelos foram testados em um percurso de no mínimo 5 km. Os mais profissionais seguiram adiante, e registraram tais impactos nos modelos conforme os quilômetros rodavam. Foram mais de 150 km percorridos pela equipe. Ao fim de cada prova, pedimos para os jurados comentarem sobre os seguintes quesitos:

Respirabilidade, fixação e anatomia, material e a performance geral.

Veja a seguir como cada uma delas se saiu e qual melhor se adapta às suas necessidades:

Máscara Track & Field

O modelo conta com duas camadas: a externa é produzida em 90% poliéster e 10% em elastano, enquanto a camada interna é 100% em poliamida – mesmo material utilizado na confecção de roupas de ginástica, capaz de absorver pouca umidade. E quando molha, seca rapidamente. A leveza do material é o ponto alto, tanto em questão de conforto quanto para a respirabilidade.

"Permite boa entrada e saída do fluxo de ar e não esquenta", avalia Viviane. E, apesar da fixação ser com elásticos atrás das orelhas, ela não chegou a incomodar. "O ponto negativo é que ela não é estruturada, é mole, então em alguns momentos gruda um pouco na boca e no nariz", justifica o educador físico Geovane.

"A performance geral foi excelente, em certos momentos até me esquecia de que estava usando máscara", explica Adriano Araújo.

CONTINUE LENDO EM: https://jornalexpressoce.com/2020/10/05/qual-a-melhor-mascara-para-correr/

segunda-feira, 1 de junho de 2020

Use máscara em casa para impedir propagação do vírus

Especialistas afirmam que os indivíduos deveriam usar máscaras de proteção contra a Covid-19 dentro de casa, de modo a inibir a disseminação do novo coronavírus SARS-CoV-2 entre quatro paredes
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Atualmente é obrigatório usar máscara em espaços públicos fechados, tais como em farmácias, supermercados ou nos transportes públicos. E é ainda recomendado o uso do acessório em locais onde não é possível manter o distanciamento social.

Todavia, investigadores chineses afirmam, num estudo publicado na revista científica BMJ Global Health, que a máscara também deve ser utilizada dentro de casa de forma a reduzir o risco da infecção se propagar entre familiares que vivam sob o mesmo teto.


Os especialistas revelam que esta prática é 79% eficaz na contenção do propagação do coronavírus em espaços habitacionais - mas somente antes de se manifestarem sintomas da Covid-19 na primeira pessoa infectada. 

A recomendação surge após os investigadores terem questionado 460 pessoas de 124 famílias na cidade de Pequim, na China, acerca da higiene do seu lar e comportamentos adotados durante a pandemia. 

Cada família inquirida tinha pelo menos um caso de infecção confirmado em laboratório de Covid-19, entre finais de fevereiro e final de março de 2020. 

Risco atenuado
Em média, cada família era composta por quatro pessoas, mas o valor podia variar entre duas a nove, e era comummente integrada por elementos de três gerações. 

LEIA MAIS EM:
https://www.noticiasaominuto.com.br/lifestyle/1471528/use-mascara-em-casa-para-impedir-propagacao-do-virus