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sábado, 5 de dezembro de 2020

Área de Fortaleza tem aumento de 43,5% nas mortes por Covid-19, e Sesa pede 'etiqueta respiratória'

O número de mortes passou de 23 mortes para 33 na comparação entre duas quinzenas.

POR G1 CEA Área Descentralizada de Fortaleza (ADS) registrou aumento de 43,5% nas mortes por Covid-19 entre 8 e 21 de novembro em comparação com a quinzena anterior, passando de 23 óbitos para 33. Os dados são do boletim da Secretaria da Saúde do Estado do Ceará (Sesa), divulgado nesta sexta-feira (4). A quantidade de casos cresceu 41,5% na mesma comparação. A ADS de Fortaleza reúne Aquiraz, Eusébio e Itaitinga, além da capital.

Em termos percentuais, a área que registou maior avanço de número de mortes foi Crato, na Região do Cariri, que teve elevação de 200%, passando de três para nove óbitos. Em seguida, Caucaia, na Região Metropolitana de Fortaleza (RMF), onde as mortes subiram 100%, de um para dois óbitos.

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De acordo com a secretária executiva de Vigilância Sanitária, Magda Almeida, os dados mostram que é necessário manter o cuidado. "Esses dados mostram que é um momento em que a gente precisa principalmente evitar aglomeração, fazer uso de máscara e usar a etiqueta respiratória. Um momento em que a gente precisa se proteger e proteger os mais vulneráveis", disse.

Ceará

  • Também segundo o boletim epidemiológico, o Ceará registrou aumento de Covid-19 em dez das 22 ADS. No total, 45% delas tiveram incremento no número de casos no estado:
  • Fortaleza (41,5%),
  • Maracanaú (3,1%)
  • Baturité (50,9%)
  • Itapipoca (17,4%)
  • Aracati (7,2%)
  • Quixadá (64,6%)
  • Limoeiro do Norte (27,4%)
  • Acaraú (7,6%)
  • Brejo Santo (5,4%)
  • Cascavel (12,3%)

Segundo o documento, as ADS de Iguatu e Juazeiro do Norte apresentaram incremento de óbitos em igual período, além das áreas de Fortaleza, Caucaia e Crato. Maracanaú, Baturité e Icó mantiveram o mesmo número de ocorrências.

Pela primeira vez desde o início da pandemia, o município de Antonina do Norte, na Região Centro Sul, teve uma morte pela Covid-19. Na cidade, há 66 casos confirmados, e um óbito pela doença.

Casos confirmados por região

Das cinco Regiões de Saúde do estado do Ceará, quatro tiveram aumento no número de casos confirmados entre os dias 25 de outubro a 21 de novembro. Somente a Região do Sertão Central teve queda.

Na Região de Saúde de Fortaleza, composta pela capital cearense e outras 43 cidades, foram confirmados 1.307 novos casos (aumento de 2,8%) e 26 óbitos confirmados na última semana (aumento de 2.500%). Na Região Norte, 199 novos casos (aumento de 197%) e dois óbitos (redução de 50%).

Já na Região do Cariri, foram 328 novos casos (aumento de 146,6%) e 15 óbitos (aumento de 50%). No Litoral Leste, 198 casos novos (aumento de 69,2%) e 3 óbitos (redução de 25%). No Sertão Central, 54 casos novos (redução de 22,7%) e um óbito.

FONTE: https://g1.globo.com/ce/ceara/noticia/2020/12/04/area-de-fortaleza-tem-aumento-de-435percent-nas-mortes-por-covid-19-e-sesa-pede-etiqueta-respiratoria.ghtml

sábado, 25 de julho de 2015

Sesa confirma 10 casos de síndrome Guillain-Barré no Ceará


doença

Dez casos da síndrome Guillain-Barré, que causa paralisia, foram confirmadas nesta sexta-feira (24) pela Secretaria da Saúde do Ceará. O Ministério da Saúde suspeita que essa doença possa ter relação com o vírus da dengue e da zika. Uma fraqueza intensa nas pernas seria o principal sintoma. Conforme a Sesa, novos casos estão sendo investigados.
A síndrome é considerada uma doença neurológica rara. Ela provoca fraqueza muscular e pode gerar paralisia em membros do corpo. As constatações da investigação epidemiológica da síndrome levam os profissionais da saúde a relacioná-la a doenças causadas por vírus, especialmente dengue, chikungunya e Zika vírus. De acordo com informações do Ministério da Saúde, o Sistema Único de Saúde (SUS) tem 35 procedimentos para tratamento da síndrome, entre diagnósticos, clínicos, cirúrgicos, de reabilitação e medicamentos.
Além do Ceará, a doença ocorreu também em outros estados do Nordeste, na Bahia foram notificados 53 casos e no Maranhão 14. A Secretaria da Saúde (Sesa) explica, por meio de nota, que “não há variação significativa de casos”, comparando com anos anteriores. Em 2014, foram 38 casos e, em 2013, 32. A Sesa instituiu a notificação e o detalhamento das ocorrências atendidas nas unidades de Saúde.

FONTE:
Ceará Agora