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domingo, 24 de outubro de 2021

É #FAKE que relatórios do governo do Reino Unido sugerem que vacinados contra Covid têm desenvolvido Aids

Governo britânico e especialistas desmentem publicação falsa que tem circulado nas redes sociais. Boato foi compartilhado pelo presidente Jair Bolsonaro em live.

POR G1Circula pelas redes sociais uma mensagem que diz que relatórios oficiais do governo do Reino Unido sugerem que as pessoas totalmente imunizadas contra a Covid-19 têm desenvolvido a Síndrome da Imunodeficiência Adquirida (Aids). É #FAKE.

A mensagem falsa diz: "Uma comparação de relatórios oficiais do governo sugere que os totalmente vacinados estão desenvolvendo a Síndrome de Imunodeficiência Adquirida muito mais rápido do que o previsto". Ela foi colocada no site conspiracionista beforeitnews.com, que publica textos dizendo que as vacinas rastreiam os vacinados e que milhões de pessoas morreram com as vacinas. A publicação foi mencionada pelo presidente Jair Bolsonaro em sua live semanal.

Procurado pelo g1, o Departamento de Saúde e Assistência Social do Reino Unido afirma que a publicação é de um site que propaga 'fake news' e teorias da conspiração e diz que a história não é verdadeira. Zahraa Vindhani, oficial de comunicações da Agência de Segurança de Saúde do Reino Unido, também afirma que "as vacinas contra a Covid-19 não causam Aids". "A Aids é causada pelo HIV."

Pesquisadores ouvidos pelo g1 refutam as ideias contidas na publicação falsa.

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sábado, 23 de novembro de 2019

"Hoje somos todos Flamengo", diz Bolsonaro

O presidente participou de evento na Vila Militar, no Rio
Reuters/Direitos Reservados
O presidente da República, Jair Bolsonaro, ao discursar hoje (23) na comemoração dos 74 anos da Brigada de Infantaria Paraquedista do Exército, pediu torcida para o Flamengo. O time carioca disputa, à tarde, a final da Taça Libertadores contra o time argentino River Plate, em Lima, no Peru.

"Respeitosamente, como futebol faz parte da cultura e da alma do povo brasileiro, hoje todos nós somos Flamengo", disse o presidente, durante a cerimônia na Vila Militar do Rio de Janeiro.

Bolsonaro também homenageou o apresentador de televisão Gugu Liberato, que morreu após sofrer uma queda acidental nos Estados Unidos.

"Gugu Liberato, por décadas, deixou sua marca em todo o Brasil. Esbanjava alegria e informação. Que Deus acolha sua alma e conforte sua família, amigos e fãs", disse.
POR AGÊNCIA BRASIL

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1. Libertadores: Flamengo e River protagonizam final inédita e histórica

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sexta-feira, 5 de abril de 2019

Presidente Jair Bolsonaro afirma que deve suspender horário de verão

“Tomei a decisão que neste ano não teremos horário de verão”, afirmou
DIVULGAÇÃO
Presidente Jair Bolsonaro (PSL) afirmou nesta sexta-feira, 5, que não haverá horário de verão em 2019 e a mudança nos relógios dos brasileiros deve acabar. “Tomei a decisão que neste ano não teremos horário de verão”. A declaração foi dada durante café da manhã com jornalistas convidados no Palácio do Planalto.  Segundo o presidente, “está quase batido o martelo” sobre o tema.

O fim do horário de verão chegou a ser avaliado em 2017 pelo governo de Michel Temer (MDB). Na época, o Ministério de Minas e Energia apontou que a economia gerada havia caído de R$ 405 milhões para R$ 159 milhões. O motivo foi a mudança no perfil de uso da energia: os picos de consumo estavam nas horas mais quentes do dia devido ao uso dos aparelhos de ar-condicionado.

LEIA TAMBÉM: Bolsonaro anuncia que Brasil não terá horário de verão em 2019

Em 2018, o início de vigência do horário de verão precisou ser alterado para não coincidir com a data da eleição. O adiamento coincidiu com a data de início das provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e causou apreensão pois poderia confundir os candidatos em relação ao fechamento dos portões.

O horário de verão foi adotado pela primeira no Brasil em 1931 e está em vigor, sem interrupção, há 35 anos. Segundo números já divulgados, entre 2010 e 2014, o aproveitamento da luz do sol resultou em economia de R$ 835 milhões para os consumidores – média de R$ 208 milhões por “temporada”

domingo, 1 de julho de 2018

Alckmin defende guardas municipais com porte de armas para polarizar disputa com Bolsonaro

O pré-candidato do PSDB, Geraldo Alckmin, parece querer polarizar a disputa pelo Palácio do Planalto com o presidenciável do PSL, Jair Bolsonaro, e escolheu a segurança como objetivo. Em Campo Grande, capital do Mato Grosso do Sul, neste sábado, 30, Alckmin elogiou a decisão do ministro Alexandre de Morais, do Supremo Tribunal Federal (STF) de liberar o porte de armas para guardas municipais de cidades com menos de 50 mil habitantes.

Alckmin focou seu discurso, em evento na capital sul-mato-grossense, perto das fronteiras, em seu programa de segurança. Ao falar da liberação do porte de arma para guardas das pequenas cidades, o tucano enfatizou a necessidade de integração dos programas nacionais de segurança, com as prefeituras.

LEIA TAMBÉM: STF decide que guardas municipais podem portar armas de fogo

Ele deu como exemplo a experiência do programa Tolerância Zero, implementado no início dos anos 90 em Nova Iorque, pelo então prefeito Rudolph Giuliani. O programa que punia com rigor também os pequenos crimes, derrubou os índices de criminalidade na capital norte-americana. Outra proposta do pré-candidato tucano é a criação da Agência Nacional de Segurança, que prevê reunir a inteligência das polícias estaduais e Federal e das Forças Armadas. “A luta contra o crime é territorial, por isso as prefeituras são fundamentais nesse trabalho.

Quero trazer as prefeituras para serem parceiras do governo federal na segurança”, defendeu Alckmin.

Dados de sua gestão no combate a criminalidade, em São Paulo, tem sido explorados por Alckmin, que elegeu a Segurança Pública como uma das prioridades seu programa de governo. Em Campo Grande, ele falou da necessidade de patrulha nas fronteiras para coibir o contrabando de armas e drogas e a pirataria de produtos. “Todo mundo sabe por onde entra o contrabando. Como não faz nada? Estamos perdendo emprego com produto falsificado”, disse Alckmin.

O tucano definiu que o tripé de seu plano de segurança é: gente, gestão e tecnologia para aprimorar o sistema de monitoramento das fronteiras. “O último pilar passa pelo investimento no Sisfron, que precisa funcionar de fato em um país com 17 mil km de fronteiras. O tráfico não tem fronteiras, é preciso realizar um trabalho diplomático para uma união internacional de forças contra o crime”, defendeu Alckmin, lembrando que o Mato Grosso do Sul faz fronteira com a Bolívia e o Paraguai.
Com informações do Jornal O Globo