quarta-feira, 20 de maio de 2020

20 livros grátis de literatura infantil para você baixar

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Olá, leitores do Canal do Ensino!

Confira a seleção de livros infantis que estão disponíveis para download gratuito.

literatura infanto juvenil é um ramo da literatura voltado para as crianças e adolescentes entre 10 a 15 anos de idade. Este tipo de obra procura utilizar diversas imagens para ilustrar o texto e costumam usar personagens na mesma faixa etária dos leitores.

Pensando neste público, reunimos 20 livros de literatura infantil que estão disponíveis na internet para download gratuito. Estes livros estão sob domínio público ou possuem a devida licença do autor para serem disponibilizados gratuitamente.

Confira a seguir os 20 livros de literatura infantil para download grátis:
  1. A borboleta azul
  2. A Bruxa e o Caldeirão
  3. Amanda e os Nanorobôs
  4. Chuva e sol
  5. Conto ou não conto?
  6. Dom Quixote
  7. Eu que vi, eu que vi
  8. Histórias da Avózinha
  9. Histórias que acabam aqui
  10. Meiguice
  11. No reino das letras felizes
  12. O galo Tião e a dinda Raposa
  13. O galo Tião e a vaca Malhada
  14. O leão Praxedes
  15. O mistério do anel de pérola
  16. O pacto maldito e outras histórias de morte
  17. O peixinho e o gato
  18. O ramo verde
  19. O ratinho Rói-Rói
  20. Pai, posso dar um soco nele?
Boa leitura!
FONTE: CANAL DO ENSINO: https://canaldoensino.com.br/blog/20-livros-gratis-de-literatura-infantil-para-voce-baixar

sábado, 16 de maio de 2020

Flashback Anos 80 - CD Completo



FONTE DO VÍDEO:

CD raro e exclusivo! Reunindo grandes sucessos dos anos 80 com o repertório criado em 2002 e adaptado por Ronaldo Abreu em 2017.
FLASHBACK ANOS 80 p(2002/2017)
Edição: Ronaldo Abreu
Realização: RSA Music™


VEJA MAIS VÍDEOS DO CANAL: RSA Music

PLAY PARA REPRODUZIR TODOS OS VÍDEOS

terça-feira, 12 de maio de 2020

Japão quer aprovar antiviral para o tratamento de coronavírus

Remdesivir foi produzido nos EUA para tratar pacientes com ebola
>
POR AGÊNCIA BRASIL
O ministro da Saúde, Trabalho e Bem-Estar Social do Japão, Kato Katsunobu, deve aprovar, amanhã (7), o antiviral remdesivir para o tratamento do coronavírus.
Ele disse que pretende autorizar o medicamento, caso um painel consultivo o aprove.
O remdesivir foi desenvolvido pela Gilead Sciences, com sede nos Estados Unidos, para o tratamento de pacientes com ebola.

LEIA TAMBÉM: Japão começa a fornecer antiviral recém-aprovado para tratar covid-19

O governo japonês, por sua vez, deu início a procedimentos para acelerar a aprovação do antiviral como um possível tratamento para pacientes de coronavírus, após o lado americano ter aprovado seu uso emergencial na última sexta-feira.
O ministro da Saúde afirmou que a empresa farmacêutica ainda não informou a respeito da quantidade de remdesivir que pode ser fornecida ao Japão.
Ele disse que quer assegurar a maior quantidade possível do medicamento e disponibilizá-lo o quanto antes.

sábado, 9 de maio de 2020

Covid-19. Seis potenciais vacinas que estão sendo testadas em humanos

Perante o flagelo da pandemia do novo coronavírus, cientistas de todo o mundo tentam encontrar uma vacina em tempo recorde.
Vacina
Devido à gravidade da pandemia do novo coronavírus, cientistas de todo o mundo tentam encontrar uma vacina em tempo recorde. O desenvolvimento de uma vacina pode demorar anos ou décadas, por exemplo, e conforme explica uma reportagem publicada pela BBC News, a vacina conta o Ebola desde o ínicio da sua formulação até ser finalmente aprovada demorou 16 anos.

Normalmente, a criação de uma vacina contra qualquer vírus infeccioso segue várias etapas de produção, sendo que primeiro são realizados testes em laboratório e em seguida em animais. Nesse momento se a droga farmacológica se revelar segura e capaz de causar uma resposta imune, então começam os testes nos seres humanos. 

Porém, e após cerca de três meses, já existem seis potenciais vacinais contra a Covid-19, formuladas por 90 equipes de pesquisadores de todo o mundo. E sim, essas vacinas já estão sendo testadas em humanos.

A BBC compilou uma lista na qual apresenta as seis grandes promessas contra a Covid-19:

Vacina mRNA-1273 - Moderna Therapeutics (Estados Unidos)
Uma vacina procura 'adestrar' o sistema imunológico dos indivíduos de modo a provocar uma resposta para combater os vírus e prevenir o desenvolvimento de doenças.
As vacinas mais comuns, as consideradas tradicionais, optam pelo uso de vírus vivos de baixa intensidade, inativados ou fragmentados.

Contudo, o mRNA-1273 da Moderna não é produzido com o SARS-CoV-2, ou seja com o vírus que causa a Covid-19. Ao invés, este baseia-se num RNA mensageiro (RNAm), ou ácido ribonucleico mensageiro. Por outras palavras, é utilizado um segmento reduzido do código genético do vírus, criado em laboratório. Desta forma, os pesquisadores procuram incitar uma resposta do sistema imunológico para dizimar infecções.

Vacina INO-4800 - Inovio Pharmaceuticals (Estados Unidos) 
Esta vacina também recorre a uma nova estratégia de pesquisa. Segundo a BBC, foca-se na injeção direta de DNA cultivado por cientistas no interior das células, para que estas produzam anticorpos capazes de bloquear o vírus. 

Tanto o Inovio quanto a Moderna optam pelo uso de novas tecnologias baseadas na alteração ou manipulação de material genético.

Vacina AD5-nCoV - CanSino Biologics (China)
A vacina AD5-nCoV usa como vetor uma versão de um adenovírus, o 'famoso' vírus que causa a gripe comum. 

Esse vetor transporta o gene da proteína da superfície do coronavírus e, desta forma tenta instigar a reação imune com o intuito de lutar contra a infecção.

Vacina LV-SMENP-DC - Instituto Médico Genoimmune de Shenzhen (China)
Esta vacina LV-SMENP-DC utiliza células dendríticas (leucócitos que protegem o corpo de antígenos) alterados através de vetores lentivirais (método pelo qual genes podem ser inseridos, modificados ou eliminados no corpo humano) para tentar obter uma resposta imune. 

Sem nome - Vacina do Instituto de Produtos Biológicos de Wuhan, subordinada ao Grupo Farmacêutico Nacional da China, Sinopharm (China)
Trata-se, conforme explica a BBC, uma vacina de vírus inativado. Este tipo de vacina é concebida a partir de partículas do vírus, bactéria ou outros patógenos cultivados, sem habilidade de causar patologias.

Bastante avançada, no último dia 23 de abril, foi administrada uma injeção a 96 voluntários de três faixas etárias distintas. 

"É a tecnologia mais comum e mais usada na produção de vacinas", diz Felipe Tapia, engenheiro biotécnico do Instituto Max Planck e da Bioprocess Engineering Group na Alemanha.

"É uma tecnologia que possui produtos que já estão licenciados e comercializados. Portanto, a maioria das estimativas de que uma vacina ficará pronta entre 12 e 16 meses é baseada nesse tipo de vacina inativada", afirma. 

Vacina ChAdOx1 - Instituto Jenner, Universidade de Oxford (Reino Unido)
O primeiro ensaio clínico na Europa começou no dia 23 de abril. Este é um tipo de vacina que contém genes de diferentes fontes e é parecida à da empresa chinesa CanSino.

Todavia, a equipe de investigadores britânicos está usando uma variedade mais fraca de um adenovírus, vírus comum da gripe que causa infecção em chimpanzés. De salientar que o vírus foi alterado geneticamente para que não se desenvolva nos humanos. 

"Os cientistas estão concebendo um vírus que não é nocivo, porém manifesta a proteína do coronavírus e, assim, pode originar uma resposta imune", conta Tapia. 

Conforme a BBC aponta, o caráter promissor desta vacina reside no fato dos investigadores já terem experiência no manuseio desta tecnologia. Tendo sido com este método que criaram uma vacina contra o coronavírus MERS, cujos ensaios clínicos tiveram resultados positivos.
FONTE: NOTÍCIAS AO MINUTO

quarta-feira, 6 de maio de 2020

Primeiros afetados pela covid-19 no Brasil tinham, em média, 39 anos

Doença atingiu inicialmente classes com maior renda per capita
@Divulgação / Infraero
A média de idade dos primeiros pacientes diagnosticados com a covid-19 no Brasil, de 39 anos, foi mais baixa do que a observada em outros países. Associado ao fato de que, na fase inicial da epidemia, grande parte desses pacientes pertencia às classes sociais mais elevadas, isso pode ter contribuído para que o país tenha registrado uma taxa de hospitalização equivalente à metade da média internacional – de 10% contra 20% de outros países.
As conclusões são de um estudo internacional, liderado por pesquisadores brasileiros. Os resultados preliminares da pesquisa, apoiada pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) no âmbito do Centro Conjunto Brasil-Reino Unido para Descoberta, Diagnóstico, Genômica e Epidemiologia de Arbovírus (CADDE), foram descritos em artigo publicado na plataforma medRxiv, ainda em versão pré-print (sem revisão por pares).
“A condição econômica desses primeiros pacientes infectados permitiu que tivessem maior acesso a testes diagnósticos, por exemplo, facilitando inicialmente o isolamento social e a diminuição do contágio”, disse o pesquisador da Fiocruz e um dos autores do estudo, Julio Henrique Rosa Croda.
Os pesquisadores analisaram as características epidemiológicas, demográficas e clínicas dos casos confirmados de covid-19 durante o primeiro mês da epidemia no Brasil. Para isso, usaram principalmente a base de dados REDCap, criada pelo Ministério da Saúde no início do surto da doença para notificação de casos.
As análises dos dados indicaram que, entre 25 de fevereiro e 25 de março, foram confirmados 1.468 casos de covid-19 no Brasil, dos quais quase a metade (48%) foi de pessoas entre 20 e 39 anos de idade. Do total de casos registrados à época, 10% precisaram de internação e apresentaram como fatores de risco associados à hospitalização doenças cardiovasculares e hipertensão.
“Pode ser que a média de idade dos pacientes com covid-19 hospitalizados no Brasil seja menor do que a média mundial porque teriam maior prevalência de comorbidades em comparação com a população na mesma faixa etária de outros países. Mas essa hipótese ainda não foi confirmada”, afirma Croda.
A menor média de idade de pacientes infectados e hospitalizados no Brasil em comparação com outros países também pode estar relacionada ao fato de que esse grupo etário, entre 20 e 39 anos de idade, representa uma parcela expressiva – de 32% – da população brasileira, ponderam os pesquisadores.

Classes

Para avaliar se os primeiros casos notificados de infecção pelo SARS-CoV-2 (novo coronavírus) estavam relacionados ao perfil socioeconômico dos pacientes, os pesquisadores analisaram os casos registrados na região metropolitana de São Paulo, com base em dados de geolocalização do endereço dos pacientes. As análises revelaram que as regiões com maior renda per capita média apresentaram maiores taxas de testagem.
“Constatamos que há uma disparidade socioeconômica no acesso ao teste de diagnóstico de infecção pelo novo coronavírus no Brasil que persiste à medida que o número de casos da doença tem se expandido”, avalia Croda.
Os pesquisadores também observaram que, durante o primeiro mês da epidemia, apenas 33,1% dos casos foram confirmados em laboratórios de saúde pública e o restante em laboratórios privados. “Inicialmente, a doença ficou mais restrita à população mais rica do país e, no final de março, ocorreu uma transição e passou a atingir a população mais pobre”, analisa Croda.
O artigo Epidemiological and clinical characteristics of the early phase of the COVID-19 epidemic in Brazil  pode ser lido na internet.

sábado, 2 de maio de 2020

Médico sobre a Covid-19: 'você quer enxugar uma lágrima e não tem como'

É uma doença solitária
© Reuters
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A Covid-19, além da elevada transmissibilidade, é uma doença coletiva e de solidão.

Jean Gorinchteyn, infectologista no Hospital Israelita Albert Einstein e no Instituto de Infectologia Emilio Ribas, diz que o novo coronavírus afasta a humanidade que médicos costumam ou querem direcionar para os seus pacientes e impede gestos básicos de preocupação, como ir dar um abraço na família que vai receber uma notícia ruim.

Ao mesmo tempo, a sensação de estar só também está presente do lado dos pacientes, que enfrentam o isolamento em casa ou nos hospitais, para os casos mais graves.

"Quando você está doente é um período extremamente frágil da tua vida. Você quer ser abraçado, beijado. Os doentes nem sequer podem receber a visita de parentes", diz Gorinchteyn. "Quando vemos uma situação dessas, é uma catástrofe. Isso é uma tragédia muito grande."

Gorinchteyn diz que, com a Covid-19, assim como em doenças como HIV, dengue e zika, a conscientização individual não é suficiente para o combate à doença. Não adianta uma pessoa se cuidar se outras não tiverem uma higiene respiratória correta (como tossir na dobra do braço), não limparem as mãos constantemente com água e sabão ou álcool em gel e não se isolarem quando estão doentes.

"Você pode estar olhando o seu vasinho de plantas e evitando o acúmulo de água, mas o terreno do lado está abandonado e ali foi o logradouro para depósito dos ovinhos do aedes. É a conscientização, mas nem sempre isso está relacionado com os seus cuidados, mas sim com os cuidados das pessoas que estão no seu entorno."

O especialista também afirma que é preciso cuidado com a hidroxicloroquina, que ainda não tem dados concretos que apontem benefícios de uso ou mesmo o risco de uso em pacientes com a Covid-19. Por isso, diz o infectologista, o uso em casos leves não faria sentido no momento.

Uma preocupação de Gorinchteyn é com o desgaste que o isolamento -e conflitos de narrativa envolvendo o tema- pode provocar na população, que, cansada, pode desrespeitar as regras de distanciamento, o que levará a um impacto direto no número de casos e mortes.

Segundo o infectologista, o Brasil felizmente tem um sistema de saúde único como o SUS, que, mesmo sempre muito criticado, é "uma grande mãe que acolhe as pessoas nas horas de turbulência". O sistema, ele diz, possibilita a construção de planos estratégicos para deslocamento de pacientes de unidades que estão no limite para outras regiões menos afetadas, troca que inclusive pode ocorrer entre hospitais públicos e privados.

Após se formar em 1997 na Universidade de Mogi das Cruzes, Jean Gorinchteyn, 51, fez residência em clínica médica e mestrado, ligado à Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, em doenças infecciosas. Atualmente, faz parte da primeira unidade de internação do Instituto de Infectologia Emilio Ribas, no qual foi, por seis anos, responsável pelo Ambulatório de Aids em Idosos.

PERGUNTA - É possível comparar a pandemia do novo coronavírus com a epidemia de HIV ou com as situações com arboviroses, como dengue, por exemplo?

JEAN GORINCHTEYN - Na Aids, no começo, não sabíamos como era a contaminação, então entrávamos com luvas, máscaras, aventais. Mas não víamos a equipe médica adoecendo. No coronavírus perdemos amigos, médicos, enfermeiros. Imagine o medo, você tem sua família, seus filhos, sua esposa. Vemos médicos que não voltam pra casa. Isso é uma grande tragédia. O medo delas se contaminarem e levarem a doença para quem mais amam e ao mesmo tempo ter que estar no front atendendo. E muitas vezes com falta de EPIs [equipamento de proteção individual]. É uma doença na qual vemos a população adoecendo e quem está dando assistência também.
Ao mesmo tempo vemos a solitude daqueles que estão doentes. Quando você está doente é um período extremamente frágil da vida, em que você quer ser abraçado, beijado. Eles nem sequer podem receber a visita de parentes. É uma catástrofe. E, quando as notícias são ruins, a própria equipe médica não pode abraçar essa família. É uma doença muito só, tanto para quem atende, quanto para quem adoece, quanto para a família.O cuidado humano fica de lado.

Quando se trata de um vírus como esse, não tem a humanidade.P. - Há equipes de auxílio psicológico para tentar suprir essa solidão?

JG - Acabamos tendo essa assessoria principalmente quando o indivíduo vai para as enfermarias. Mas nunca um contato mais próximo, sempre um contato distanciado, respeitando distanciamento social, sempre paramentado. Isso torna muito formal a relação. Você quer enxugar uma lágrima e não tem essa possibilidade.

P. - E para você, pessoalmente, como é o dia a dia?

JG - É uma sensação muito delicada. Você vive no medo. Basicamente vivemos no medo. Você tem medo de encostar no balcão, de estar próximo da equipe médica conversando sem a máscara. Você não sabe se a pessoa na sua frente é um portador assintomático. É uma sensação de medo e preocupação, por mais que tome todas as precauções.Imagina você ter que estar no front e o medo de se infectar. Será que tirei a máscara direito? E o avental? É algo que nos deixa muito tensos.
É um misto de tensão e fragilidade, em que você não consegue dar o atendimento, porque você não tem medicações específicas. Todas as medicações ainda são experimentais. É um momento muito diferente de todos os momentos que qualquer infectologista, de qualquer faixa etária, mesmo os mais velhos, tenha vivenciado.

P. - Você comentou sobre as pessoas que não estavam voltando pra casa. Você pessoalmente é um desses casos?

JG - Felizmente não. Eu tenho esposa e filhos. Minha esposa tem diabetes e pressão alta. A gente já dorme em quartos separados por causa disso. Toda a preocupação ao chegar em casa, as zonas limpas, zonas sujas. Deixo a roupa ali, já passo álcool em gel nas mãos, troco de roupas e vou direto para o banheiro para tomar banho e me desinfetar. E aí, sim, de longe, dou tchauzinho para todo mundo. Sem compartilhamento de garfos, talheres. Cada um lava seu copo, talher, prato. A lavagem de mãos é frequente, o uso de álcool em gel é frequente. São medidas que acabamos intensificando exatamente na prevenção contra o coronavírus.Você está ali e não está.Você quer sentar, abraçar, beijar. Você que assistir televisão junto, falar "deita aqui". Mas você não pode. Estamos muito perto e muito longe ao mesmo tempo.

P. - Voltando às comparações, HIV, dengue e zika parecem ter um paralelo, a conscientização para algumas atitudes básicas.

JG - Quando falamos da dengue, da zika, e do próprio HIV, não obrigatoriamente nós tenhamos pessoas que não tenham sido zelosas.Há pessoas que estão em casa e aquelas que estão indo para rua. Quem está em casa, sem sair, principalmente aqueles que têm doenças pregressas, está confiando que quem foi para a rua está fazendo sua parte em termos de segurança, de distanciamento, de uso de máscara, de álcool em gel. Mas quantas pessoas, no caso do HIV, eram mulheres em casa, que os maridos saíam, tinham relações extraconjugais desprotegidas e contaminavam a mulher que tinha ficado em casa, que estava seguindo os rituais de segurança? Você pode estar olhando o seu vasinho de plantas e evitando o acúmulo de água, mas o terreno do lado está abandonado e ali foi o logradouro para depósito dos ovinhos do aedes.É a conscientização, mas nem sempre isso está relacionado com os seus cuidados, mas sim com os cuidados das pessoas que estão no seu entorno.

P. - Ou seja, a Covid-19 é uma doença coletiva. 
JG - Não adianta eu falar que eu me cuido. Nós nos cuidamos. Eu cuido de você, você cuida de mim.

P. - Temos uma guerra de narrativas em curso. Um lado, com suporte científico, falando de isolamento e colapso do sistema de saúde. O outro, sem base científica, falando de isolamento vertical. Isso causa confusão na cabeça da população?

A população está cansada de permanecer tanto tempo confinada e sendo impactada economicamente.Se não trouxermos motivos para ficar em casa, elas não vão aguentar. Principalmente em comunidades, em que tem gente que ganha pelo dia trabalhado. Como eu vou justificar a permanência dessas pessoas dentro de casa?Com números. E o que isso significa? Testagem.
O risco de contaminação é muito maior para grandes cidades. O ideal é fechar as fronteiras de municípios sem circulação do vírus e nos locais onde tem circulação maior gastar testagem para implementar medidas de quarentena, lockdown temporário e progredir para isolamento vertical. Sem embasamento de dados, as pessoas vão continuar batendo cabeça, e a população não vai acatar.

P. - Mas o isolamento é a arma que temos, certo?

JG - Eu não tenho dúvidas de que, se não fosse o isolamento, o sistema público de estados como São Paulo já teria entrado em colapso. Quando diminui o isolamento, isso repercute no sistema de saúde. As passeadinhas, saidinhas são suficiente para ter repercussão no sistema de saúde.

P. - A possível queda do Mandetta pode ter impacto no combate à pandemia? [Quando a entrevista foi feita, o ministro ainda não tinha sido demitido por Bolsonaro]

JG - Eu não tenho dúvida de que o Ministério da Saúde foi liderado de uma forma muito coerente. Todas as medidas que foram instituídas foram muito antecipadas, como colocar o coronavírus como uma emergência de saúde pública, olhando como se fosse uma pandemia. Isso fez com que as estruturas de hospitais públicos e privados fossem preparadas. Uma postura muito correta, austera, médica e estrategista.

P. - A hidroxicloroquina ganhou apelo popular em meio à pandemia. Faz sentido ampliarmos o uso dessa droga nesse momento, mesmo sem evidência científica?

JG - Nós médicos temos que ter evidências para ver o quanto isso tem sido bom ou não. O quanto tem trazido de benefício ou risco aos pacientes. Por isso, tanto o Ministério da Saúde quanto a Agência Nacional de Vigilância Sanitária propuseram medidas protocolares de pesquisa. Quer usar? Pode usar, mas vai fazer pesquisa, para sabermos qual a dose, qual o tempo, quantos pacientes responderam, quantos não responderam, quantos responderam bem ou mal.Nós não temos trabalhos ainda nos dando esse subsídio. Alguns países que tiveram os seus trabalhos antecipados, por uma questão cronológica, como a Suécia, simplesmente bloquearam a realização e a continuidade de protocolos com cloroquina por eventos adversos graves, o que quer dizer possibilidade de morte em quem usou.Precisamos ter absoluta segurança estratégica. Não podemos distribuir tiros para todos os lados, temos que ter um embasamento para ajudar os pacientes. Existem várias medicações em estudo que podem trazer algum benefício.

P. - E o uso em casos mais leves?
JG - Em situações em que não tem mais o fazer, vamos dar. Isso justifica a utilização da medicação. Por outro lado, nós temos situações em que o paciente ainda não progrediu, ele está em uma fase moderada. E se dermos nessa hora e ele evoluir com efeito adverso grave e morrer? Ele morreu em decorrência da medicação ou da evolução da doença? Não temos essas informações. Precisamos ter os dados científicos, que obteremos na próximas semanas.

sexta-feira, 1 de maio de 2020

Bom dia, meus irmãos e minhas irmãs, principalmente meus amados parentes e minha prendada Família...

BLOG DO PARCEIRO: Bom dia, meus irmãos e minhas irmãs, principalment...

Bom dia, meus irmãos e minhas irmãs, principalmente meus amados parentes e minha prendada Família...

Bom dia, meus irmãos e minhas irmãs, principalmente meus amados parentes e minha prendada Família... Diante dessa caminhada de crise e momentos tensos que ora estamos passando, suplicamos piedosamente a Deus e todos seus membros celestiais, que tenham piedade de nós, pobres pecadores e que nos concedam para nosso gáudio, essa normalidade de vida e sobrevivência. Sabemos do Poder divinal que o nosso Pai tem para isso, sabemos muito mais do amor que o nosso Cristo tem para conosco e nessa vênia , possamos retornar a essa normalidade que tanto sonhamos. Visto posto, vamos aguardar do nosso Pai Eterno, essas devidas providências e que todos seus filhos amados possam outra vez sorrir e possamos logicamente, sentir no peito, a gratidão por essa dádiva ofertada por Deus, nosso Senhor. Amém... 01.05.2020. Inspirada e escrita essa oração por esse pobre pecador, Rufino Silva. No despertar de mais uma manhã de paz e esperança. RUFINO SILVA...

MUITAS LEMBRANÇAS ME TRAZEM ESSA MUSICA QUE ME LEMBRA OS GRANDES FILMES DO VELHO OESTE. FILMES COWBOY. DEMAIS. MEUS TEMPOS DE CRIANÇA. PARABÉNS PELO BOM GOSTO MUSICAL ... VALEU. COMPARTILHEI E FAZER RODAR NO MEU FACE E FOR POSSÍVEL, NA FM MAIOR, 93,3...ATE SEU TRAJE É DE FILME DE BANG BANG. OS VELHOS FAZENDEIROS DE OHIO E KANSAS CITY...VALEU. VOU OUVIR DE NOVO. GOSTEI. SOU UM HUMILDE E DESPRETENSIOSO RADIALISTA. VOCÊ É IRMÃO DO SIRANO?... DIGA PRA ELE, QUE SE CUIDE. VOCÊ TA BEM AFINADO E O VIOLÃO TAMBÉM. VALEU. AMIGO. 27.04.2020. FM MAIOR, 93,3...

CONFIRA O VÍDEO:
CAVALEIROS DO CÉU

quarta-feira, 29 de abril de 2020

BRIGADEIRO DE LEITE NINHO, SUPER FÁCIL


FONTE DO VÍDEO:
Os ingredientes são:
  • 4 colheres(sopa) de leite ninho
  • 1 caixinha de 395 gramas de leite condensado
  • 1 colher (sopa) de manteiga ou margarina

VEJA MAIS VÍDEOS EM...
Canal no Youtube de Tata Pereira

Como consultar e regularizar a situação de seu título de eleitor

O site do Tribunal Superior Eleitoral permite que você consulte e regularize a situação de seu título de eleitor pela internet. Saiba como é feito o processo!
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POR OLHAR DIGITAL
título de eleitor é um documento importante para o cidadão brasileiro, que é necessário, por exemplo, para obter o seu passaporte, fazer a inscrição em colégios, faculdades e outras atividades. Em novembro de 2017, inclusive, o documento ganhou a sua versão digital, podendo ser utilizado através de celulares parar facilitar a vida das pessoas.

LEIA MAIS EM...

terça-feira, 28 de abril de 2020

Campeã do 'BBB20', Thelma foi adotada com 3 dias de vida e lutou para cursar Medicina

Conheça a história da grande campeã do 'Big Brother Brasil 20'
Foto: Reprodução | TV Globo 
"Nasci para vencer na vida, não me contento com pouco". Essa foi a frase dita pela sister pouco antes de entrar no reality. Ao longo do programa, a campeã do "Big Brother Brasil 20" Thelma compartilhou sua história de vida com os brothers. E houve muita ralação para a médica chegar aonde chegou! Thelma fez cursinho durante três anos até ser aprovada com bolsa integral em Medicina numa faculdade particular. "Sempre fui a única negra nos meus grupos", disse. Já adulta, a médica descobriu que foi adotada com três dias de vida através de uma ligação anônima. A história de superação fez a sister nunca temer seus desafios, e no início do programa, não escondeu que foi pra jogar: "Meu verdadeiro amigo, lá dentro, é R$ 1,5 milhão. Sou calculista, eu capto, tenho radar de percepção para chegar no meu objetivo. É um jogo de xadrez", contou ela.

Nascida e criada no bairro Limão, na periferia de São Paulo, ela foi rejeitada pela mãe biológica e adotada com apenas três dias de vida pela funcionária pública aposentada Yara Assis, hoje com 70 anos, e o gráfico Carlos Alberto de Assis, que haviam perdido um bebê. "Ela chegou a mim muito frágil e raquítica. Tanto que, se ela tivesse num berçário para adoção, ninguém ia querê-la", lembra a mãe, afirmando que a família nunca teve contato com a mãe biológica da sister nem a conhece.

O assunto sobre a adoção foi falado pela primeira vez quando Thelma tinha 7 anos. "Ela desconfiou porque eu não tinha foto grávida. E eu expliquei que ela nasceu da parte mais importante de mim, do meu coração", lembra, emocionada.

Anos depois, a confirmação da adoção veio por um telefonema anônimo, num momento de fragilidade da família, quando dona Yara tratava de diabetes. "Minha filha ficou mais forte ainda e me disse que eu sempre vou ser a mãe dela, que ela me ama e que nunca vai querer saber da origem dela".

Foto: Reprodução | Instagram
O sonho de ser médica surgiu ainda criança, quando Thelma tratava de uma bronquite. "Ela disse para a doutora que queria ser igual a ela quando crescesse", lembra dona Yara, que na época presenteou a filha com uma maletinha de médico. Apesar das dificuldades e da origem humilde, os pais de Thelma sempre lutaram para que nada faltasse à filha única. Ela estudou em escola particular até o final do Ensino Médio (conclui o resto em escola pública), fez balé e conseguiu uma bolsa de 50% num cursinho pré-vestibular.

Thelma estudou dia e noite durante três anos e ajudava os pais a pagar a mensalidade dando aulas de balé e distribuindo panfletos. "Teve um mês que, ou eles pagavam a luz, ou o cursinho. A luz foi cortada", conta o marido, o fotógrafo Denis Cord.

Foto: Reprodução | Instagram 
O esforço e o desejo de dar a volta por cima valeram a pena. Após a terceira tentativa, ela conseguiu ser aprovada no vestibular com uma bolsa de 100% e passou a receber R$ 300 de auxílio do governo. Já na universidade, as dificuldades eram outras: ela não tinha condições de comprar os livros do curso (apenas fotocópias), nem os instrumentos para as aulas, e almoçava em restaurante popular a R$ 1. Mas nada a desmotivava a pegar o diploma.

Na formatura, lágrimas e agradecimento aos pais, a quem Thelma passou a retribuir toda o amor e dedicação. "Eu tinha, desde pequena, um sonho de ir para Paris. Ficava vendo nos filmes... Ela disse que, quando se formasse, me levaria. E há dois anos, nós fomos juntas", conta a mãe.

Pai da sister morreu de câncer

Foto: Reprodução | Instagram 
Em agosto, em meio ao processo para entrar no "BBB", Thelma perdeu o pai, após uma batalha contra um câncer no pulmão que perdurava havia nove anos. Com a morte de Seu Carlos, Thelma trouxe a mãe para morar num apartamento embaixo do dela, no bairro de Pirituba, na Zona Noroeste de São Paulo. É a sister quem paga as despesas como aluguel e plano de saúde de Dona Yara, e ainda destinava uma mesada para a mãe, com parte o salário que ganhava dos quatro hospitais em que dava plantão antes de entrar no programa. Thelma mora com o marido e um cão de estimação num outro imóvel, também simples e alugado.
POR IBAHIA

domingo, 26 de abril de 2020

Após 10 anos, Wesley Safadão descobre que seu haras tem uma cachoeira

Propriedade do cantor fica em Aracoiaba, no Ceará
(Fotos: Reprodução/Instagram)
Imagine ser dono de um terreno e, somente após uma década, descobrir que há uma cachoeira no local. Foi isso que aconteceu com Wesley Safadão. O cantor está passando o período de isolamento social em meio a natureza em seu haras, em Aracoiaba, no Ceará, e relatou no Instagram que, só agora, soube do 'detalhe' da propriedade.
LEIA TAMBÉM:Wesley Safadão descobre cachoeira em seu haras durante quarentena com família

"Depois de dez anos aqui, descobrimos essa cachoeira. Não sabia que tinha aqui no haras", falou Safadão, que apareceu nas imagens curtindo o banho no lugar com a mulher, Thyane Dantas, e os filhos Ysis e Dom. Além deles, o artista também é pai de Yhudy, fruto da relação com a empresária Mileide Mihaile.
FONTE: https://www.correio24horas.com.br/noticia/nid/apos-10-anos-wesley-safadao-descobre-que-seu-haras-tem-uma-cachoeira/

Boletim epidemiológico de Aracoiaba é o Destaque da Semana no Blog do Parceiro. Saiba Mais...

DESTAQUE CAMPEÃO:

Boletim epidemiológico de Aracoiaba

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A Secretaria Municipal de Saúde de Aracoiaba, informa que até o momento o município tem 03 (três) casos confirmados, 14 (quatorze) casos em investigação e 11 (onze) casos descartados.
Os casos em investigação estão cumprindo todas as orientações do Ministério da Saúde e da Secretaria de Saúde do Estado do Ceará.
A Secretaria ressalta ainda que, a alta demanda de exames enviados ao LACEN, ocasiona demora nos resultados, onde permite confirmar ou descartar casos.
PMA
POR PROGRAMA DO ROCHINHA
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