domingo, 22 de junho de 2025
Longevidade: vitamina pode ser a 'chave' contra o envelhecimento
sábado, 14 de junho de 2025
Saiba quais alimentos ajudam os homens a retardar o envelhecimento
Pesquisa com homens entre 50 e 72 anos aponta efeitos positivos de itens como chá verde, alho e frutos vermelhos nos marcadores epigenéticos do envelhecimento
POR NOTÍCIAS AO MINUTO - Um estudo publicado recentemente no periódico científico Aging revelou que certos alimentos de origem vegetal podem ajudar a retardar o envelhecimento epigenético em homens com idades entre 50 e 72 anos. A pesquisa, conduzida por especialistas em longevidade e nutrição, destacou seis itens naturais e acessíveis que apresentaram efeitos positivos nos marcadores biológicos relacionados ao envelhecimento.Segundo os autores, os alimentos com maior impacto foram: chá verde, chá oolong, açafrão, alecrim, alho e frutos vermelhos (como morango, framboesa e mirtilo). Todos são ricos em compostos bioativos, especialmente polifenóis, conhecidos por suas propriedades antioxidantes e anti-inflamatórias.
"As descobertas sugerem que o consumo regular desses alimentos pode reduzir os sinais de envelhecimento epigenético", afirmaram os pesquisadores. O envelhecimento epigenético diz respeito a alterações químicas no DNA que influenciam a forma como os genes se expressam ao longo do tempo — e que, diferentemente das mutações genéticas, podem ser moduladas por fatores ambientais e hábitos de vida.
O estudo também teve o cuidado de excluir variáveis que pudessem interferir nos resultados, como nível de atividade física, consumo de álcool, tabagismo e outros fatores do estilo de vida. Com isso, foi possível isolar os efeitos da alimentação na regulação epigenética.
Os cientistas ressaltam que, embora os resultados sejam promissores, mais pesquisas são necessárias para entender como esses alimentos interagem com os mecanismos epigenéticos em diferentes perfis populacionais. Ainda assim, eles reforçam que manter uma dieta rica em vegetais, ervas e especiarias pode ser uma estratégia segura e eficaz para promover o envelhecimento saudável, especialmente entre os homens a partir dos 50 anos.
FONTE: https://www.noticiasaominuto.com.br/lifestyle/2287665/saiba-quais-alimentos-ajudam-os-homens-a-retardar-o-envelhecimento
quarta-feira, 25 de dezembro de 2024
Conheça alguns alimentos comuns que levam ao envelhecimento da pele
Manter uma alimentação equilibrada é essencial para proteger a pele e retardar os sinais do tempo
POR NOTÍCIAS AO MINUTO - Com o passar dos anos, é natural que a pele perca elasticidade. No entanto, alguns alimentos podem acelerar esse processo, especialmente aqueles ricos em açúcar. É importante ficar atento à alimentação para preservar a saúde e a aparência da pele.O site 'SheFinds' consultou dermatologistas para identificar os alimentos que afetam o colágeno e contribuem para o envelhecimento precoce.
Confira:
Manteiga e Margarina
quinta-feira, 15 de junho de 2023
Envelhecimento e pobreza são principais fatores de risco para cegueira
Estudo estima que Brasil tenha 1,5 milhão de pessoas cega
POR AGÊNCIA BRASIL - Pessoas de faixas etárias mais elevadas e com menor poder aquisitivo estão mais suscetíveis a cegueira ou baixa visão, de acordo com relatório divulgado nesta quinta-feira (15) pelo Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO).
O documento, intitulado As Condições da Saúde Ocular no Brasil 2023, faz uma radiografia do segmento no país, tomando como base estimativas mundiais da prevalência de doenças oftalmológicas, somadas a dados demográficos e socioeconômicos do Brasil.
De acordo com o estudo, as principais causas de cegueira ou baixa visão incluem catarata, erros refrativos não corrigidos, glaucoma e degeneração macular relacionada à idade.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que 2,2 bilhões de pessoas têm algum tipo de deficiência visual – dessas, pelo menos 1 bilhão têm deficiência visual moderada ou grave, ou cegueira que, segundo o conselho, poderia ter sido evitada, ou ainda não foi tratada.
A catarata e os erros de refração não corrigidos são as duas principais causas de deficiência visual reversível e representam 75% de todos os tipos de deficiência visual, sobretudo entre grupos etários mais altos.
“Entre os fatores de risco para esses quadros, destaca-se o envelhecimento da população, além de mudanças no estilo de vida e a urbanização. Também influencia esse cenário a falta de acesso a um atendimento oftalmológico de qualidade”, ressaltou o conselho, em nota.


Brasil
O CBO destaca que, assim como a idade, a pobreza também conduz à perpetuação de problemas de saúde, incluindo a saúde ocular. A estimativa é que o país tenha 1,5 milhão de pessoas cegas, sendo 948,1 mil em grupos economicamente vulneráveis; 857 mil na chamada classe média; e 174 mil entre os com maior poder aquisitivo.
“Além de ser mais recorrente em pessoas de menor renda, a deficiência visual também causa maior impacto nessa parcela da população que, com a chegada do problema ocular, sofre as consequências de produtividade e as dificuldades de acesso às fases de reabilitação e de educação dos cegos.”
De acordo com o relatório, os efeitos econômicos da deficiência visual podem ser divididos em dois tipos: custos diretos gerados pelo tratamento das doenças oculares, incluindo serviços médicos, produtos farmacêuticos, pesquisa e administração; e custos indiretos relacionados à perda de ganhos e os gastos com recursos visuais, equipamentos, reformas em moradias, reabilitação, perda de receita fiscal, além da percepção de dor, sofrimento e morte prematura resultantes do problema visual.
“Para se ter uma ideia da dimensão dos números, em 2012, os custos globais diretos com a cegueira foram estimados em U$ 25 bilhões, o que pode ser, no mínimo, multiplicado por dois, quando levamos em conta os custos indiretos”, avaliou a entidade.
Prevenção
Dentre as estratégias apontadas pelo documento para reverter esse cenário está o conhecimento real sobre a incidência e prevalência de dados sobre a saúde ocular, algo classificado como “fundamental” para definição e planejamento de políticas públicas específicas.
Outro ponto considerado importante é conhecer o número de médicos oftalmologistas disponíveis para coordenar ações de prevenção, diagnóstico e tratamento de problemas oculares. “De posse dessa informação, a gestão pode desenvolver planos de ação com a disponibilidade de força de trabalho especializada, identificando possíveis lacunas no atendimento e possibilitando o ajuste dos planos de recursos humanos”.
O relatório aponta ainda a necessidade de ampliar o acesso a serviços oftalmológicos e monitorar o volume de procedimentos realizados. “Segundo os especialistas, ao estabelecer metas e acompanhar indicadores, é possível traçar estratégias mais precisas para combater a deficiência visual e garantir o acesso igualitário a serviços oftalmológicos de qualidade em todo o mundo.
FONTE: https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2023-06/envelhecimento-e-pobreza-sao-principais-fatores-de-risco-para-cegueira






