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quinta-feira, 11 de julho de 2024

Veja como fica lista de medicamentos ofertados pelo Farmácia Popular

Remédios incluídos são para colesterol, Parkinson, glaucoma e rinite

POR AGÊNCIA BRASIL - A partir desta semana, mais dez medicamentos passam a ser distribuídos de forma gratuita pelo programa Farmácia Popular. A lista inclui remédios para tratar colesterol alto, doença de Parkinson, glaucoma e rinite. Até então, somente medicações contra diabetes, hipertensão, asma e osteoporose, além de anticoncepcionais, podiam ser retiradas de graça em unidades credenciadas.

Com a atualização anunciada esta semana, 39 dos 41 itens ofertados pelo Farmácia Popular passam a ser distribuídos gratuitamente. Para os demais medicamentos e insumos disponibilizados pelo programa, o Ministério da Saúde já arcava com até 90% do valor de referência e o cidadão pagava o restante, de acordo com o valor praticado pela farmácia.

Confira a lista completa abaixo, conforme indicação médica:

Asma

- brometo de ipratrópio 0,02mg
- brometo de ipratrópio 0,25mg
- dipropionato de beclometasona 200mcg
- dipropionato de beclometasona 250mcg
- dipropionato de beclometasona 50mcg
- sulfato de salbutamol 100mcg
- sulfato de salbutamol 5mg

Diabetes

- cloridrato de metformina 500mg
- cloridrato de metformina 500mg - ação prolongada
- cloridrato de metformina 850mg
- glibenclamida 5mg
- insulina humana regular 100ui/ml
- insulina humana 100ui/ml

Hipertensão

- atenolol 25mg
- besilato de anlodipino 5 mg
- captopril 25mg
- cloridrato de propranolol 40mg
- hidroclorotiazida 25mg
- losartana potássica 50mg
- maleato de enalapril 10mg
- espironolactona 25 mg
- furosemida 40 mg
- succinato de metoprolol 25 mg

Anticoncepcionais

- acetato de medroxiprogesterona 150mg
- etinilestradiol 0,03mg + levonorgestrel 0,15mg
- noretisterona 0,35mg
- valerato de estradiol 5mg + enantato de noretisterona 50mg

Osteoporose

- alendronato de sódio 70mg

Dislipidemia

- sinvastatina 10mg
- sinvastatina 20mg
- sinvastatina 40mg

Doença de Parkinson

- carbidopa 25mg + levodopa 250mg
- cloridrato de benserazida 25mg + levodopa 100mg

Glaucoma

- maleato de timolol 2,5mg
- maleato de timolol 5mg

Rinite

- budesonida 32mcg
- budesonida 50mcg
- dipropionato de beclometasona 50mcg/dose

Dignidade menstrual

- absorvente higiênico (para pessoas em situação de vulnerabilidade e estudantes da rede pública)

Copagamento

De acordo com a lista atualizada do programa, os seguintes itens do Farmácia Popular permanecem na modalidade de copagamento, onde o ministério arca com até 90% do valor de referência e o cidadão paga o restante, de acordo com o valor praticado pela farmácia:

- dapagliflozina 10 mg (indicado para o tratamento de diabetes associada a doença cardiovascular)

- fralda geriátrica (quadros de incontinência)

O programa

Criado em 2004 com o objetivo de disponibilizar medicamentos e insumos de saúde, o Farmácia Popular, segundo dados do governo federal, está presente em 85% dos municípios brasileiros – cerca de 4,7 mil cidades – e conta com uma lista de mais de 31 mil estabelecimentos credenciados em todo o país, com capacidade para atender 96% da população brasileira.

A expectativa do Ministério da Saúde é universalizar o programa, cobrindo 93% do território nacional. Segundo a pasta, foram credenciadas 536 novas farmácias em 380 municípios de referência do Programa Mais Médicos, com 352 cidades do Norte e Nordeste recebendo a primeira unidade cadastrada.

“Para alcançar a meta, o credenciamento de novas farmácias e drogarias foi aberto em 811 cidades de todas as regiões do país, com prioridade para os municípios que participam do Mais Médicos – uma estratégia que visa a diminuição dos vazios assistenciais”, informou o ministério.

FONTE: https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2024-07/veja-como-fica-lista-de-medicamentos-ofertados-pelo-farmacia-popular

sábado, 18 de novembro de 2023

Cuidado: Tempero que todos usamos pode aumentar risco de diabetes tipo 2

O estudo, publicado no jornal acadêmico Mayo Clinic Proceedings, mostrou que o sal pode levar à obesidade e à inflamação, que são fatores de risco para a doença

POR NOTÍCIAS AO MINUTO - Um estudo da Universidade de Tulane, nos Estados Unidos, sugere que o consumo de sal pode aumentar o risco de diabetes tipo 2. O estudo, publicado no jornal acadêmico Mayo Clinic Proceedings, mostrou que o sal pode levar à obesidade e à inflamação, que são fatores de risco para a doença.

A pesquisa analisou dados de 402.982 pessoas do UK Biobank. Durante uma média de 11,9 anos de acompanhamento, foram registrados 13.120 casos de diabetes tipo 2.

As pessoas que usavam sal nas refeições "às vezes", "geralmente" ou "sempre" apresentaram um risco 13%, 20% e 39% maior de desenvolver a doença, em comparação com aquelas que nunca ou raramente usavam o ingrediente.

O consumo frequente de sal foi associado a um índice de massa corporal (IMC) e uma relação cintura-quadril superiores, o que sugere que o sal pode levar ao consumo de maiores porções nas refeições.

A diabetes tipo 2 é uma doença crônica que afeta todas as idades e ambos os sexos. Caracteriza-se pelo aumento da glicose no sangue, que pode levar a complicações graves, como doenças cardíacas, derrame e cegueira.

Recomendações para reduzir o consumo de sal

Para reduzir o consumo de sal, é importante:

Ler os rótulos dos alimentos e escolher produtos com baixo teor de sal;

Evitar adicionar sal às refeições;

Utilizar ervas e especiarias para temperar os alimentos;

Lavar os alimentos em água corrente antes de cozinhá-los;

Evitar alimentos processados e industrializados.

FONTE: https://www.noticiasaominuto.com.br/lifestyle/2079528/cuidado-tempero-que-todos-usamos-pode-aumentar-risco-de-diabetes-tipo-2

segunda-feira, 13 de novembro de 2023

Mais de 16 milhões de brasileiros têm diabetes e desconhecem diagnóstico

O diabetes, que mata 1,5 milhão de pessoas por ano no planeta, já é uma das dez principais causas de mortes por doenças no mundo

POR NOTÍCIAS AO MINUTOdiabetes é uma doença crônica, silenciosa e progressiva que acomete mais de 16 milhões de brasileiros. Somos o quinto país com mais incidência de diabetes no mundo (atrás dos Estados Unidos, China, Paquistão e Índia), segundo dados do Atlas do Diabetes da Federação Internacional, que revela que este número pode chegar a 21,5 milhões de pessoas em 2030. Já quando se trata da população mundial, estima-se 537 milhões (1 em 10), sendo que muitas pessoas podem ter a doença sem saber. Esse total pode chegar a 643 milhões em 2030 e 783 milhões em 2045.

O número de casos de diabetes praticamente dobrará em pouco menos de três décadas. É o que revelam novas estimativas publicadas na revista científica The Lancet, no fim de junho deste ano. Segundo a publicação, o mundo deverá ter 1,3 bilhão de pessoas com a doença em 2050. O diabetes, que mata 1,5 milhão de pessoas por ano no planeta, já é uma das dez principais causas de mortes por doenças no mundo. De acordo com a estimativa, em 2045 três em cada quatro casos de diabetes ocorrerão em países de baixa e média renda, o que representa um desafio para os sistemas de saúde.

Segundo o Dr. Ricardo Cohen, coordenador do Centro Especializado em Obesidade e Diabetes do Hospital Alemão Oswaldo Cruz e presidente eleito da Federação Internacional de Cirurgia da Obesidade e Distúrbios Metabólicos (IFSO), a obesidade é um dos principais fatores de risco para se desenvolver o diabetes tipo 2.

“Além da obesidade, o fator genético é importante. Essas situações, associadas a estilo de vida inadequado contribuem para o aparecimento e progressão da doença. Ao ser diagnosticado com diabetes, junto com o tratamento, o indivíduo precisa fazer algumas adaptações na rotina, especialmente no que diz respeito à alimentação e à prática de exercícios físicos”, esclarece Dr. Cohen.

Diabetes tipo 2 e obesidade em jovens

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sexta-feira, 20 de outubro de 2023

Beber 1 refrigerante por dia pode antecipar a catarata

Pesquisa mostra que o hábito pode causar graves doenças no fígado e diabetes que aumenta o risco para nossos olhos.

POR NOTÍCIAS AO MINUTO - Uma nova pesquisa publicada na JAMA, revista da Associação Médica Americana mostra que o hábito de tomar um refrigerante por dia aumenta o risco de desenvolver gordura no fígado, também conhecida como esteatose hepática gordurosa não alcoólica. A doença causa a infiltração de gordura nas células do fígado, provoca a degeneração de suas células e pode evoluir para a falência do órgão.

Segundo o oftalmologista Leôncio Queiroz Neto, presidente do Instituto Penido Burnier a esteatose é causada por um distúrbio metabólico em que nossas células se tornam resistentes à insulina. É o pré-diabetes ou diabetes do tipo 2 que dobram o risco de desenvolver catarata. Isso porque, explica, a glicemia de diabéticos tem grandes oscilações que são acompanhadas por hidratação e desidratação do cristalino. Este processo altera suas fibras, antecipando a formação da catarata. O único tratamento é a cirurgia em que através de um pequeno corte o cirurgião aspira a catarata e implanta uma lente intraocular no local do cristalino. “No caso de diabéticos quanto antes o procedimento é feito, melhor”, afirma. Isso porque, a catarata diminui a quantidade de luz azul que chega à retina e a produção de melatonina, hormônio que regula nosso sono. Resultado – Diabéticos que convivem muito tempo com a catarata ficam estressados pelas noites mal dormidas, ganham peso com mais facilidade e maior resistência à insulina que dificulta o controle da doença.

Na pesquisa da JAMA, entre as 98,7 mil mulheres que foram acompanhadas 6,8% tomavam refrigerante diariamente e 13,1% consumiram uma ou mais bebidas açucaradas artificialmente. Estes dois grupos tiveram uma prevalência muito maior de câncer no fígado que totalizou 270 casos e 148 delas morreram de doença hepática grave.

Doenças crônicas em alta no Brasil

Os riscos apontados pela pesquisa da JAMA acendem o sinal de alerta para nós brasileiros. Isso porque o COVITEL 2023 (Inquérito Telefônico de Fatores de Risco para Doenças Crônicas Não Transmissíveis em Tempos de Pandemia), pesquisa telefônica realizada pela Vital Strategies,  organização global de saúde pública, e p Universidade Federal de Pelotas (UFPel) ouviu 9 mil brasileiros  de todas as regiões e mostra que 17,8% da população consome regulamente refrigerantes e sucos artificiais, a obesidade atinge 22,8 da população, o sobrepeso 56,8% e o diabetes 10,3%. Queiroz Neto este panorama mostra que a falta de acompanhamento da saúde ocular pode causar problemas irreversíveis. Isso porque  o diabetes, sobrepeso e obesidade predispõem a doenças na retina que nem sempre  são recuperáveis.

Sintomas da catarata

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sexta-feira, 29 de setembro de 2023

Diabetes aumenta risco de infecções e requer vacinação específica

Entre os principais riscos, está o da hepatite B

POR AGÊNCIA BRASIL - Mais de 16 milhões de pessoas vivem com diabetes no Brasil, e esse número pode chegar a 21 milhões em 2030, segundo projeções do Ministério da Saúde. O que nem sempre está claro sobre essa doença é que ela pode ser agravada ou piorar infecções e isso requer uma atenção especial à vacinação.

Coordenadora dos centros de referência em imunobiológicos especiais (CRIEs) de Vitória desde 2004 e diretora da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), Ana Paula Burian explica que o diabetes é uma das situações que dão direito a pacientes das redes pública e privada de acessar a imunização especial.

A alta concentração de açúcar no sangue, comum em quem vive com diabetes, pode afetar mecanismos do sistema imunológico e aumentar a chance de contrair infecções e ter quadros mais graves. Entre os principais riscos, está o da hepatite B.

"O sangue mais doce facilita a proliferação de bactérias, vírus e outros micro-organismo", resume. "A hepatite B tem com o diabetes o que a gente chama de risco duplo. Se eu tenho uma pessoa com diabetes e ela pega hepatite B, ela evolui mais rápido para câncer de fígado e cirrose hepática, e ela descompensa mais rápido o diabetes dela, causando complicações, como amputações, descompensação renal, cegueira. A união de hepatite B e diabetes complica para os dois lados."

A Sociedade Brasileira de Imunizações também ressalta que pessoas que vivem com diabetes têm risco 50% maior para pneumonia pneumocócica e até 4,5 vezes maior para as doenças pneumocócicas mais graves, como meningite e infecção generalizada.

A gripe é outra doença que pode ser agravada pelo diabetes. Pessoas que vivem com diabetes estão entre os indivíduos com maior chance de desenvolver formas graves da doença, necessitar de hospitalização e até morrer. Entre as vítimas da gripe no Brasil, sete em cada dez tinham alguma comorbidade. E, entre essas sete, entre 20% e 30% sofriam de diabetes mellitus.

Nos CRIEs, os pacientes com diabetes têm direito a receber a vacina da gripe todo ano e também são imunizados com a vacina pneumocócica 23-valente, disponível no PNI apenas para situações de risco específicas. Esses pacientes também tem sua situação vacinal para hepatite b conferida e atualizada, se necessário. A imunização contra esse vírus já faz parte do calendário vacinal, junto com a vacina pentavalente, aos 2 meses, aos 4 meses e aos 6 meses.

FONTE: https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2023-09/diabetes-aumenta-risco-de-infeccoes-e-requer-vacinacao-especifica

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segunda-feira, 18 de setembro de 2023

Sinais de alerta que indicam que está em risco de diabetes

Esteja atento!

POR NOTÍCIAS AO MINUTO - Você sabia que a diabetes é uma doença metabólica crônica que está associada a várias causas e resulta em alterações que causam um aumento persistente nos níveis de glicose, ou seja, açúcar no sangue? Recentemente, Rav Malik, um especialista em saúde citado pelo DailyMail, listou alguns sinais de alerta que podem indicar que você está em risco de desenvolver diabetes.

Especificamente, o especialista afirma que o corpo desenvolve diversos marcadores de resistência à insulina antes de se tornar diabético. Esses sinais de alerta incluem fissuras na parte de trás do pescoço e inchaço nos pés. Em alguns casos, a pele pode começar a mudar, apresentando marcas e pigmentação ao redor do pescoço e dos nós dos dedos.

Se você sente que a gordura na região abdominal está "dura" e "densa", isso pode indicar que está desenvolvendo resistência à insulina, pois seu corpo está preso no modo de armazenamento, como explica o especialista. Além disso, os pés inchados podem ser um sinal de que seu corpo está retendo água e sua pressão arterial está mais elevada. Isso pode também causar um aumento no tamanho do pescoço, o que pode dificultar o sono e aumentar o risco de apneia do sono.

Por fim, o especialista em saúde destaca que ter braços "flácidos" pode ser um sinal de resistência à insulina.

É essencial que qualquer pessoa que suspeite estar em risco ou apresente sintomas relacionados à diabetes procure orientação médica para um diagnóstico preciso e um plano de cuidados adequado. Além disso, manter um estilo de vida saudável com uma dieta equilibrada, atividade física regular e acompanhamento médico são medidas importantes na prevenção e no manejo da diabetes.

FONTEhttps://www.noticiasaominuto.com.br/lifestyle/2062991/sinais-de-alerta-que-indicam-que-esta-em-risco-de-diabetes

segunda-feira, 3 de julho de 2023

Sim, a diabetes também se manifesta no hálito. Sabia?

Esteja atento!

POR NOTÍCIAS AO MINUTO - A diabetes é uma condição cada vez mais frequente. Portanto, é importante estar informado e conhecer os sintomas mais comuns, bem como os menos comuns. Por exemplo, um hálito com cheiro de fruta é frequentemente um sintoma de cetoacidose diabética, uma condição que pode ser a primeira indicação de diabetes, de acordo com especialistas da WeightWatchers citados no Mirror.

A cetoacidose diabética ocorre quando a falta de insulina no organismo leva à acumulação de cetonas prejudiciais no sangue.

Essa condição pode até ser a primeira indicação de diabetes tipo 1. No entanto, o hálito com cheiro de fruta não é o único sintoma; a lista inclui pele avermelhada, vômitos frequentes e dificuldade em respirar.

Além disso, a diabetes também pode causar mau hálito, pois a doença pode levar a níveis elevados de glicose na boca. Os sintomas mais comuns da diabetes incluem sede insaciável, micção frequente e feridas que demoram muito tempo para cicatrizar.

FONTE:https://www.noticiasaominuto.com.br/lifestyle/2037242/sim-a-diabetes-tambem-se-manifesta-no-halito-sabia

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quarta-feira, 14 de junho de 2023

Nova descoberta poderá ajudar na prevenção (e cura) de diabetes tipo 1

Os resultados são provenientes de um estudo que analisou dados genéticos e amostras de sangue de 4.964 indivíduos com diabetes tipo 1 e quase oito mil sem a doença

POR NOTÍCIAS AO MINUTO - Recentemente, pesquisadores identificaram os genes "nucleares" que aumentam o risco de desenvolver diabetes tipo 1, o que pode auxiliar no desenvolvimento de novas imunoterapias capazes de prevenir, retardar ou até mesmo curar a doença ao longo da vida.

Os resultados são provenientes de um estudo que analisou dados genéticos e amostras de sangue de 4.964 indivíduos com diabetes tipo 1 e quase oito mil sem a doença.

De acordo com os pesquisadores da Universidade de Edimburgo, na Escócia, citados pelo jornal The Independent, foi identificado um grupo "nuclear" de nove genes, todos relacionados ao sistema imunológico, sendo que sete deles desempenham um papel crucial na regulação das células que atacam o pâncreas nos casos de diabetes tipo 1. Esse "ataque" torna mais difícil a produção de insulina, explicam os especialistas.

Mais especificamente, dois dos genes estão ligados à primeira linha de defesa do sistema imunológico, onde ocorre o reconhecimento de bactérias e vírus, e anteriormente não eram associados a esse tipo de diabetes.

Portanto, essas descobertas abrem "a porta para uma série de novos alvos para imunoterapias que podem prevenir, retardar ou tratar a diabetes tipo 1 em estágios iniciais", afirma Elizabeth Robertson, diretora de pesquisa da Diabetes UK, entidade que financiou a pesquisa.

FONTE:https://www.noticiasaominuto.com.br/lifestyle/2030724/nova-descoberta-podera-ajudar-na-prevencao-e-cura-de-diabetes-tipo-1

quinta-feira, 1 de março de 2018

Quem tem Diabetes pode Comer Mel? Confira uma sobremesa de Brigadeiro sem Açúcar

Todo mundo sabe que os diabéticos não podem comer açúcar, mas e o mel, pode fazer parte da dieta dos portadores da doença. Esclareça suas dúvidas sobre o assunto e veja qual é a melhor alternativa para quem sofre com o diabetes. Confira também uma receita de brigadeiro sem açúcar e saiba como preparar uma sobremesa para diabéticos. 
Mel é saudável para todos?
POR RECEITA NATURAL - O diagnóstico do diabetes é acompanhado da recomendação de uma dieta moderada em açúcar. Como o diabetes indica uma dificuldade na metabolização da glicose, é importante que o paciente reduza a ingestão de alimentos açucarados para controlar o índice glicêmico. Daí surge dúvida: o que é permitido e o que é proibido na alimentação dos diabéticos?

O mel é um dos alimentos mais polêmicos. Muitos afirmam que, por ser natural, a mistura produzida pelas abelhas não faz mal à saúde. Porém, ela é rica é diferentes tipos de açúcar e, portanto, pode contribuir para a elevação dos níveis de glicemia. Mas afinal, será que os diabéticos podem comer o mel de abelha?

Quem Tem Diabetes Pode Consumir Mel?

Antes de mais nada, é preciso esclarecer que somente um nutricionista pode prescrever a dieta ideal para quem sofre com o diabetes. Ao receber o diagnóstico da doença, é importante que a pessoa procure um especialista, tire suas dúvidas e explique sobre seus hábitos alimentares. Dessa forma, o profissional da nutrição poderá elaborar um cardápio adequado, bem como tentar manter alguns dos alimentos preferidos do paciente, desde que em pequenas quantidades.

Assim, o consumo de mel por diabéticos deve ser acompanhado pelo nutricionista. Em alguns casos, o diabético poderá usá-lo no preparo de alguns alimentos, seguindo as recomendações de quantidade estabelecidas pelo especialista. Tudo irá depender dos níveis da glicemia no sangue e também do tipo de diabetes apresentado pelo paciente.

segunda-feira, 6 de abril de 2015

SAÚDE: De diabetes a câncer, veja as 10 causas de morte mais comuns

Organização Mundial de Saúde fez um levantamento dos males que mais levam pessoas a óbito. De acordo com esse trabalho, que foi feito em 2012, cerca de 56 milhões de pessoas morrem anualmente no planeta e as doenças cardiovasculares são a causa número um, acabando com a vida de 17,5 milhões de pessoas, o que corresponde a três em cada 10 casos.

Saber quantas pessoas falecem a cada ano e o que leva elas a isso é importantíssimo para gerar ações do sistema de saúde de cada país a tomar medidas preventivas para evitar que esses números cresçam. Saiba quais são os males que mais costumam fazer vítimas de acordo com a OMS e converse com o seu médico sobre as suas chances de sofrer com elas e como é possível evitá-las:

Isquemia cardíaca 
Trata-se da diminuição ou falta de suprimento de sangue para o coração e provocou 7,4 milhões de mortes, o que representa 13,2% do total.

Acidente vascular cerebral 
Conhecido popularmente como AVC ou derrame cerebral, levou 6,7 milhões de pessoas a óbito ou 11,9% do total.

Doença obstrutiva coronária crônica 
Nesse grupo se encaixam males como a bronquite crônica e o enfisema e ele foi responsável pelo falecimento de 3,1 milhões de pessoas ou 5,6% do total.

Infecções respiratórias agudas inferiores 
Reúne males como a pneumonia e a bronquiolite e está por trás de 3,1 milhões de mortes, o que corresponde a 5,5% do total.

Câncer de traquéia, brônquios e pulmões 
O desenvolvimento desordenado de células nessas partes do corpo provou a morte de 1,6 milhões de pessoas ou 2,9% do total.

AIDS 
Os óbitos provocados pelo HIV (2,7% do total) ocupam a sexta posição no ranking.

Doenças diarréicas 
São males provocados por micro-organismos que aumentam muito o número de evacuações e levaram 1,5 milhões de pessoas à morte ou 2,7% do total.

Diabetes 
As complicações dessa doença provocaram 1,5 milhões de falecimentos, o que corresponde a 2,7% do total.

Acidentes automobilísticos 
As lesões provocadas por batidas de carro e atropelamentos foram responsáveis por 1,3 milhões de mortes, o correspondente a 2,2% do total

Hipertensão 
Essa doença, que também é conhecida como pressão alta, ficou em décimo lugar com 1,1 milhões de mortes (2% do total).

Fonte: Terra


FONTE: http://potenginainternet.blogspot.com/2015/04/saude-de-diabetes-cancer-veja-as-10.html