sábado, 16 de maio de 2026

Covid: o sintoma comum que muita gente confunde nesta época do ano

Especialistas alertam para sinais que podem passar despercebidos e reforçam a importância de observar o conjunto de sintomas para evitar confusão com outras condições respiratórias.

POR NOTÍCIAS AO MINUTO - Em períodos de clima mais seco ou com variações de umidade, é comum confundir sintomas de Covid-19 com outros problemas respiratórios. Por isso, é importante prestar atenção aos sinais do corpo para evitar tanto a transmissão do vírus quanto erros no tratamento.

Segundo a revista Parade, um dos sintomas que mais gera dúvida é a dor de garganta, algo frequente nessas condições climáticas, especialmente quando o ar está seco ou com mudanças bruscas de temperatura. O quadro pode ser mais preocupante para pessoas com imunidade baixa, doenças pulmonares ou cardíacas, além de idosos.

“Há relatos de que a dor de garganta tem sido mais frequente com a recente estirpe da Covid”, explica o médico Michael J. Davis. “Quando ocorre, a dor de garganta é mais intensa nos estágios iniciais da infecção. No entanto, geralmente melhora em alguns dias. Espera-se que apresente uma evolução semelhante à de outros casos de faringite viral”, acrescenta.

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Rinite e sinusite: clima instável aumenta crises respiratórias

Ambientes fechados, ar seco e frio intensificam sintomas e aumentam infecções respiratórias; especialista alerta para sinais que indicam necessidade de avaliação médica

POR NOTÍCIAS AO MINUTO - As mudanças bruscas de temperatura que têm ocorrido em grande parte do Brasil nos últimos dias podem aumentar de maneira significativa os casos de rinite e sinusite.

De acordo com o Dr. Miguel Tepedino, ex-presidente da Academia Brasileira de Rinologia (ABR) e membro da Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico-Facial (ABORL-CCF), as condições climáticas, típicas dessa época do ano, comprometem o funcionamento natural do nariz. Ele explica que o nariz funciona como um “filtro de ar”, mas, para o bom funcionamento, depende de umidade e temperatura adequadas. “Quando o ar está frio e seco, a mucosa resseca, os cílios ficam mais lentos e a secreção se torna mais espessa, reduzindo a capacidade de eliminar partículas e vírus. Além disso, a maior permanência em ambientes fechados favorece a concentração de ácaros e a circulação de vírus respiratórios, que aumentam tanto as crises alérgicas quanto as infecções.”

Diferenças


Intestino não está funcionando? 5 alimentos que podem ajuda com problema

 As ameixas secas são conhecidas por ajudarem o intestino a funcionar melhor, mas não são a única opção. Especialistas revelam que alimentos como pipocas, maçãs, peras e pitaia também podem estimular o trânsito intestinal graças ao elevado teor de fibras e compostos com efeito laxante natural

POR NOTÍCIAS AO MINUTO - Ameixas secas, assim como suco de ameixa, são muito recomendados quando o assunto é o correto funcionamento do intestino. Conforme destaca o Huffington Post, isto acontece porque esta fruta é rica em álcool de açúcar, chamado sorbitol, que atrai água para o cólon e amolece as fezes. A pressão adicional que exerce sobre o intestino também estimula o movimento.

Mas, se não gosta de ameixas e está procurando outros alimentos que ajudem o seu intestino a ficar regulado, veja a lista a seguir: 

1. Chicletes

O cirurgião Karan Rajan notou que mascar chiclete poderá contribuir para o correto funcionamento do intestino. Tal acontece por dois motivos: 

1. Engana o seu corpo, pois o deixa pensando que está comendo, dando início ao processo digestivo;

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É.......A VELHICE APRONTA DAS SUAS...... !!!!!!!!

HORA DO RISO


É.......A VELHICE APRONTA DAS SUAS...... !!!!!!!! 


Um velhote de 85 anos e uma jovem de 20 estão em plena noite de núpcias!
O homem vê a jovem muito nervosa e pergunta-lhe o que se passa.
- É que sou virgem e não sei fazer amor!
- Agora 'tamo fu...'- diz o velhote - Tu não sabes e eu não me lembro...


domingo, 10 de maio de 2026

Excesso de gases: veja as causas mais comuns e como evitar

Hábitos do dia a dia, como comer rápido, consumir alimentos fermentáveis e bebidas com gás, podem aumentar o problema; especialistas explicam como a digestão, a microbiota e até o estresse influenciam e dão dicas simples para reduzir o desconforto

POR NOTÍCIAS AO MINUTO - Inchaço, desconforto e dor abdominal estão entre os sintomas mais comuns de quem sofre com excesso de gases. De acordo com informações divulgadas pelo portal Saúde em Dia, o problema muitas vezes está ligado a hábitos do dia a dia.

Os gases são produzidos principalmente durante o processo de digestão, quando bactérias presentes no intestino fermentam determinados alimentos, liberando gases ao longo desse processo.

Excesso de gases: principais causas

Comer rápido demais
Quando a pessoa se alimenta com pressa, acaba engolindo mais ar junto com os alimentos. Isso favorece o acúmulo de ar no sistema digestivo, aumentando a sensação de estufamento. Além disso, mastigar mal dificulta a digestão, já que o alimento chega menos processado ao organismo, o que intensifica a fermentação.

Consumo de alimentos fermentáveis
Alguns alimentos são naturalmente mais propensos à fermentação, como feijão, brócolis, couve-flor e repolho. Apesar de saudáveis, eles podem aumentar a produção de gases porque suas fibras são fermentadas pelas bactérias intestinais.

Bebidas com gás
Refrigerantes e água com gás liberam dióxido de carbono no estômago, o que aumenta a pressão abdominal. Isso pode causar sensação de inchaço e desconforto, principalmente quando o consumo é frequente.

'Fato ou Fake' sobre obesidade e uso das canetas emagrecedoras

Endocrinologista destaca mudança comportamental como ponto crucial para perda de peso

POR NOTÍCIAS AO MINUTO - No Brasil, mais da metade da população está acima do peso, o que acende um alerta para o aumento da obesidade, doença que mais cresce no país atualmente. De acordo com a Pesquisa Nacional de Saúde, realizada pelo Ministério da Saúde e IBGE, a doença atinge 25,9% da população, alcançando 41,2 milhões de adultos.

Por conta disso, o debate sobre o uso das canetas emagrecedoras ganha cada vez mais destaque e muitas dúvidas sobre o tema vem surgindo. Para esclarecer o que é fato e o que é fake sobre o medicamento e obesidade, a Inspirali Pós Medicina, maior ecossistema de educação médica continuada do Brasil, convidou o Dr. Leonardo Eksterman, coordenador da pós-graduação em Obesidade e Metabolismo da Inspirali Pós Medicina. Confira:

-“A obesidade é uma doença crônica e multifatorial, onde o tratamento exige olhar muito além da simples contagem de calorias, envolvendo fatores hormonais, genéticos e até a saúde mental”

Fato – Hoje muita gente ainda coloca a culpa da obesidade no paciente. São muitos fatores que levam a obesidade e existem diversos fenótipos da obesidade que levam a mecanismos diferentes de ganho de peso. A saúde mental, o comportamento, o ambiente e, claro, o equilíbrio entre o que se ganha e o que se perde em termos calóricos são fundamentais dentro do tratamento da obesidade.

- “A genética é o único fator determinante para o sucesso ou fracasso no tratamento da obesidade.”

Fake – A genética até influencia diretamente na resposta do paciente ao tratamento. Mas a verdade é que a gente consegue desenvolver e melhorar a resposta do paciente ao tratamento da obesidade através de mudanças comportamentais, eventualmente associadas a medicamentos, e mudanças alimentares.

- “A obesidade aumenta o risco de complicações crônicas e dislipidemias, independentemente da idade”

Fato – Temos, por exemplo, um estudo brasileiro de avaliação de risco de adolescentes com obesidade que demonstrou que a obesidade está associada ao aumento da mortalidade em adultos jovens e no aumento do risco de complicações metabólicas em pacientes jovens, como aumento em quatro vezes no risco de diabetes, por exemplo. Portanto, a diabetes, que era considerada uma doença de pessoas mais velhas ou idosas, hoje cada vez mais vemos em pacientes mais jovens.

- “As canetas emagrecedoras servem apenas para perder peso e não trazem benefícios cardiovasculares”

Fake – Os análogos de GLP-1, como liraglutida e a semaglutida, mostraram redução significativa nos eventos cardiovasculares independente do emagrecimento, com redução de infarto não fatal, AVC não fatal e morte por doença cardiovascular.

- “Uma vez iniciado o tratamento com injetáveis para obesidade, o paciente nunca poderá interromper o uso”

Fake – Apesar de sabermos que a obesidade é um tratamento a longo prazo e trata-se de uma doença crônica e recidivante, é claro que suspender o tratamento pode levar ao reganho de peso. Mas muitas pessoas conseguem, por meio de mudança comportamental, auxiliada eventualmente por medicamento, mudar a forma como o corpo se comporta e, assim, sustentar o peso a longo prazo.

FONTE: https://www.noticiasaominuto.com.br/lifestyle/2380261/fato-ou-fake-sobre-obesidade-e-uso-das-canetas-emagrecedoras

Tremores no olho: Médico explica 7 possíveis causas destes espasmos

Os espasmos oculares são mais comuns do que imagina, mas podem e devem ser tratados. Estes oftalmologistas identificam 7 possíveis causas e sugerem alternativas que podem ajudar a reduzir a frequência de espasmos.

POR NOTÍCIAS AO MINUTO - Tem sentido tremores nas pálpebras? Atenção! Embora nem sempre seja motivo de preocupação, esse fenômeno pode, em alguns casos, indicar alterações na saúde.

Os oftalmologistas da All About Vision definem esse fenômeno como um “espasmo ocular da pálpebra”, clinicamente conhecido como mioquimia e, geralmente, “comum e inofensivo” — mas existem exceções.

Duração de um espasmo ocular

“A maioria dos espasmos oculares dura apenas alguns minutos, mas, às vezes, um espasmo na pálpebra pode persistir por dias ou até mais tempo. Se você tiver um espasmo ocular que não desaparece rapidamente, deve consultar um oftalmologista”, recomendam os especialistas.

O que pode estar acontecendo quando você tem um espasmo ocular?

Quando o espasmo ocular não desaparece, pode se tratar de “um problema neurológico grave que pode estar afetando a pálpebra — como blefaroespasmo ou espasmo hemifacial”.

Apesar de serem “relativamente raros, são mais evidentes e graves do que os espasmos oculares comuns e devem ser avaliados imediatamente”.

Independentemente da causa, pequenas mudanças na rotina, alimentação e estilo de vida podem “reduzir consideravelmente o risco de desenvolver espasmos oculares”.

Mas afinal, o que pode estar por trás dessa condição? E como resolver o problema?

Estresse
“O estresse é provavelmente a causa mais comum de espasmos oculares. Ioga, exercícios de respiração, passar tempo com pessoas ou animais que tragam tranquilidade e incluir mais momentos de descanso na rotina diária são algumas formas de reduzir o estresse que pode estar causando esses tremores nas pálpebras.”

Cansaço
“A falta de sono, seja causada por estresse ou outro motivo, pode provocar espasmos oculares. Colocar o sono em dia e manter horários regulares para dormir pode ajudar.”

Cansaço visual
O cansaço visual costuma estar associado principalmente ao esforço visual digital causado pelo “uso excessivo de computadores, tablets e smartphones” — também uma causa comum de espasmos na pálpebra.

Os especialistas recomendam seguir a “regra 20-20-20” ao usar dispositivos digitais: a cada 20 minutos, desvie o olhar da tela e foque em um objeto distante (a pelo menos 6 metros) por 20 segundos.

“Isso reduz o cansaço visual que pode provocar espasmos oculares.”

Cafeína
“O excesso de cafeína pode provocar espasmos oculares. Por isso, tente diminuir o consumo de café, chá e refrigerantes — ou substituí-los por versões descafeinadas.”

Álcool
Assim como acontece com a cafeína, o mesmo vale para bebidas alcoólicas. Por isso, os especialistas sugerem: “tente ficar um período sem consumir álcool para perceber as diferenças”.

Olhos secos
Essa condição é mais comum após os 50 anos, mas também pode surgir em pessoas mais jovens devido ao uso constante de telas.

“Olhos secos também são muito comuns entre pessoas que usam computadores, tomam determinados medicamentos (principalmente anti-histamínicos e alguns antidepressivos) e usam lentes de contato.”

Para reduzir o risco de espasmos, o ideal é consultar um especialista que possa avaliar os medicamentos utilizados e analisar possíveis alternativas.

Problemas nutricionais
Alguns estudos citados pela mesma fonte também sugerem que a deficiência de certos nutrientes, como o magnésio, pode provocar esse tipo de tremor próximo aos olhos.

“Se a sua alimentação não estiver fornecendo todos os nutrientes necessários para manter uma visão saudável, converse com seu oftalmologista antes de comprar qualquer suplemento nutricional sem prescrição médica.”

FONTE: https://www.noticiasaominuto.com.br/lifestyle/2381218/tremores-no-olho-medico-explica-7-possiveis-causas-destes-espasmos

sábado, 2 de maio de 2026

O que acontece com seu corpo ao comer laranja todos os dias

Rica em vitamina C, fibras e antioxidantes, a fruta pode fortalecer a imunidade, ajudar no colesterol e melhorar a absorção de ferro. Especialistas alertam, porém, para possíveis efeitos no estômago e no esmalte dos dentes em excesso

POR NOTÍCIAS AO MINUTO - Muita gente associa a laranja apenas à vitamina C, mas essa fruta oferece uma série de outros benefícios para o organismo. Consumir laranja diariamente pode trazer efeitos positivos importantes para a saúde.

O site Real Simple ouviu as nutricionistas Samantha Peterson e Carlyne Remedios para explicar como o corpo reage ao consumo frequente da fruta.

“As laranjas são um daqueles alimentos clássicos que realmente fazem jus à sua reputação nutricional. São mais conhecidas pela vitamina C, mas também fornecem fibras, potássio e uma variedade de compostos vegetais chamados flavonoides”, explica Samantha Peterson.

Ela destaca ainda outros nutrientes importantes. “O potássio contribui para a saúde do coração e ajuda a manter a pressão arterial equilibrada, enquanto o folato tem papel essencial na reparação das células e na formação dos glóbulos vermelhos.”

O que acontece com o corpo ao consumir laranjas todos os dias

O sistema imunológico é um dos principais beneficiados. “A vitamina C ajuda na produção e na atividade dos glóbulos brancos, que são a primeira linha de defesa do organismo contra doenças. Ela também atua como antioxidante, protegendo as células do estresse diário e contribuindo para o bom funcionamento do corpo”, afirma Peterson.

Outro efeito positivo está no controle do colesterol. “As laranjas fornecem fibras solúveis, especialmente a pectina, que desempenha um papel importante na redução do colesterol”, explica Carlyne Remedios.

A fruta também favorece a absorção de ferro. “Isso acontece por causa do alto teor de vitamina C, que transforma o ferro em uma forma mais fácil de ser absorvida e utilizada pelo organismo”, acrescenta a especialista.

Além disso, o consumo de laranja ajuda na hidratação. “As laranjas são compostas por 85% a 90% de água, o que contribui para fortalecer os tecidos dos sistemas respiratório e digestivo, importantes barreiras de defesa do corpo”, diz Peterson.

Há algum risco em consumir laranja todos os dias?

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Afinal, deve ou não lavar o cabelo todos os dias?

Lavar ou não o cabelo todos os dias: eis a questão. Especialistas em cuidados capilares responderam a este dilema, num artigo publicado pelo Today. O ponto a reter é: não uma regra única.

POR NOTÍCIAS AO MINUTO - Afinal, o cabelo deve ou não ser lavado todos os dias? Especialistas ouvidos pelo Today responderam a essa dúvida que ainda gera muitas incertezas, especialmente entre mulheres.

O artigo explica que lavar o cabelo é como lavar o rosto: faz parte da rotina, mas o excesso pode desequilibrar a produção natural de óleos essenciais que hidratam o couro cabeludo.

Ou seja, lavar o cabelo com muita frequência — mais do que o recomendado — pode causar danos.

“Lavar o cabelo com muita frequência pode deixá-lo seco e quebradiço, além de provocar irritação no couro cabeludo”, afirmou o dermatologista Joshua Zeichner.

Segundo Perry Romanowski, um dos fundadores da The Beauty Brains, quando o cabelo está molhado ele incha, tornando-se mais vulnerável. “O ato de espalhar shampoo ou condicionador pode danificar a cutícula capilar (camada externa). Quando seca, o cabelo não fica totalmente liso, o que pode deixá-lo opaco, mais difícil de pentear e mais propenso a pontas duplas”, explica.

Por isso, pessoas com couro cabeludo mais sensível devem ter atenção redobrada. “A exposição frequente a produtos pode causar irritação. Em alguns casos, lavar o cabelo muitas vezes pode provocar coceira e até erupções cutâneas”, destaca Romanowski.

Com que frequência lavar o cabelo?


 

Perfume perfeito: quanto usar e onde aplicar para durar mais

Especialista revela como ajustar a quantidade conforme a fragrância e indica os pontos certos do corpo para melhor fixação; dicas simples ajudam a prolongar o cheiro e evitar erros comuns na aplicação

POR NOTÍCIAS AO MINUTO - Você costuma usar perfume antes de sair de casa? A quantidade e os pontos de aplicação fazem toda a diferença, e muita gente pode estar usando da forma errada sem perceber.

O especialista em fragrâncias Matheus Ueta explicou como aplicar corretamente o perfume, destacando que o número de borrifadas deve variar de acordo com o tipo de fragrância.

Segundo ele, perfumes mais leves pedem mais aplicação. “Se forem perfumes mais fracos, leves ou mais cítricos, vai querer passar até mais do que uma vez”, afirma.

Já as fragrâncias mais intensas exigem moderação. “Quanto mais forte for, menos borrifadelas deverá colocar”. Mesmo assim, ele reforça que não há regra rígida. “O perfume é seu e as regras são suas, borrife e seja feliz”.

Outro ponto importante são as áreas do corpo escolhidas. O ideal é aplicar nos chamados pontos quentes, onde a circulação sanguínea ajuda a difundir o aroma. “Deverá optar pelos pontos quentes do corpo. São eles a zona do pescoço, perto das orelhas e até nos braços”, explica.

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Insuficiência cardíaca: Sinais e fatores de risco desta doença grave

Quando falamos de insuficiência cardíaca, você sabe do que se trata? Essa é uma doença grave e crônica que precisa de tratamento e acompanhamento. Ficar atento aos sinais e fatores de risco pode ser fundamental. Saiba mais sobre essa condição.

POR NOTÍCIAS AO MINUTO De acordo com o Atlas da Saúde, nesta sexta-feira, 1º de maio, é celebrado o Dia Europeu da Insuficiência Cardíaca. Ao longo do mês, diversas iniciativas são realizadas com o objetivo de conscientizar sobre o problema.

Insuficiência cardíaca: o que é e os tipos

“A insuficiência cardíaca é uma doença grave e crônica, que ocorre quando o coração é incapaz de bombear sangue para o corpo na quantidade necessária ou de relaxar e receber o sangue de forma adequada”, explica o site do SNS24.

Nessa situação, o sangue pode não fornecer os nutrientes e o oxigênio necessários para o bom funcionamento do organismo. E, ao contrário do que muitos pensam, existem diferentes tipos de insuficiência cardíaca.

“A insuficiência cardíaca pode ser classificada com base em um parâmetro obtido por exames de imagem: a Fração de Ejeção do Ventrículo Esquerdo (FEVE), que mede a capacidade do coração de bombear sangue para o corpo”, detalha o SNS24.

Assim, existe a insuficiência cardíaca com FEVE reduzida, quando a capacidade de bombeamento está comprometida (valor inferior a 40%), sendo a forma mais preocupante e associada a maiores riscos.

Há também a insuficiência cardíaca com FEVE intermediária, quando o valor está entre 40% e 49%, indicando leve redução da função cardíaca. Já na insuficiência cardíaca com FEVE preservada, a capacidade de bombeamento permanece dentro da normalidade.

Sinais e fatores de risco


É seguro ferver a água duas vezes? Há algo que precisa saber

Hábito comum pode alterar a composição da água e concentrar substâncias indesejáveis ao longo do tempo. Especialistas explicam quando o consumo pode representar risco e orientam sobre cuidados ao ferver e armazenar a água

POR NOTÍCIAS AO MINUTO - Reaquecer a água que já foi fervida é um hábito comum, mas que pode levantar algumas dúvidas e até riscos. Embora muitas pessoas façam isso no dia a dia sem preocupação, especialistas apontam que existem fatores importantes a considerar.

De acordo com o site ThoughtCo, o efeito de ferver a água novamente depende do tipo de água utilizado. “Se tiver água perfeitamente pura, como a destilada, nada acontecerá se a ferver novamente. No entanto, a água comum contém gases e minerais dissolvidos. A composição química da água altera-se quando a ferve, pois isso elimina os compostos voláteis e os gases dissolvidos.”

À primeira vista, essa mudança pode parecer positiva, mas o cenário pode se alterar com o tempo e a repetição do processo. “Se ferver a água por muito tempo ou fervê-la novamente, corre o risco de concentrar certos produtos químicos indesejáveis que podem estar presentes na água. Exemplos disso são nitratos e flúor.”

Uma dúvida frequente é se a água fervida mais de uma vez pode causar câncer. Segundo especialistas citados pelo ThoughtCo, a preocupação não é totalmente infundada. “Essa preocupação não é infundada. Embora a água fervida em si não seja prejudicial, o aumento da concentração de substâncias tóxicas pode representar um risco para certas doenças, incluindo o cancro.”

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