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quinta-feira, 10 de outubro de 2019

Provas do Enem foram todas impressas

Em café da manhã com a imprensa, ministro diz que exame está garantido
Arte EBC
As provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2019 foram todas impressas e metade delas já foi remetida aos locais de aplicação. “Acabou o risco de não ter Enem”, enfatizou o ministro da Educação, Abraham Weintraub. O Enem 2019 será realizado nos dias 3 e 10 de novembro, em 1.727 municípios brasileiros. Mais de 5 milhões de pessoas farão o exame em 14 mil locais de aplicação de provas.

Ao todo, foram impressas 10,3 milhões de provas. A primeira remessa, de 408 mil provas, foi enviada no dia 3 de outubro, para locais de difícil acesso do Pará e Bahia. Outros malotes seguiram para Rondônia, Piauí, Pernambuco e Mato Grosso. Os materiais estavam sob a guarda do 4º Batalhão de Infantaria Leve do Exército Brasilieiro, em Osasco (SP).

LEIA TAMBÉM:Enem deverá custar R$ 105, 52 por participante, estima Inep

Em café da manhã com jornalistas, na manhã de hoje (10), o ministro ressaltou que apesar dos problemas enfrentados com a gráfica neste ano, o cronograma está sendo seguido e a prova está garantida. “Não teve problema nenhum com a gráfica”, ressaltou Weintraub.

No início deste ano, a empresa RR Donnelley, que era detentora do contrato para a impressão do Enem, decretou falência. O Tribunal de Contas da União (TCU) autorizou, em abril, a contratação de nova gráfica. Foi escolhida a Valid S.A., garantindo a impressão das provas. A Valid era a gráfica seguinte na ordem de classificação na licitação realizada em 2016.

Neste ano, a contratação da segunda colocada foi autorizada pelo TCU para que a prova pudesse ser impressa a tempo, segundo o ministro. Para 2020, será feita uma nova licitação. O processo para a elaboração de novo edital está em andamento, segundo o Inep.

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terça-feira, 24 de março de 2015

Júpiter pode ter 'varrido' primeira geração de planetas

MUNDO
Para os cientistas, Júpiter teria primeiro migrado para dentro do sistema, em direção ao Sol, até que a formação de Saturno causasse a reversão de seu curso

Estadão Conteúdo

Como uma gigantesca bola de demolição, Júpiter pode ter atingido o sistema solar, na época de sua formação, destruindo a primeira geração de planetas nascentes, antes de recuar para a órbita atual. A conclusão é de estudo publicado nesta segunda-feira (23) na revista Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS). Segundo os autores, a descoberta ajuda a explicar por que o sistema solar é tão diferente de centenas de outros já descobertos.
(Foto: Nasa)
“Agora que podemos comparar o sistema solar com outros sistemas planetários, uma das características mais interessantes é a ausência de planetas entre o Sol e a órbita de Mercúrio. O padrão típico dos sistemas planetários da nossa galáxia parece ser um conjunto de superterras”, disse um dos autores do estudo, o astrofísico Gregory Laughlin, da Universidade da Califórnia em Santa Cruz.