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sábado, 10 de outubro de 2015

Dar remédio de humano a cães e gatos

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Medicar os animais domésticos por conta própria com remédios de humanos, ao invés de auxiliar no tratamento, pode causar intoxicação, alergias e levar o animal a óbito

Ao se deparar com o animal de estimação com algum problema de saúde, muitos donos, ao invés de levar o animal para se consultar com um médico veterinário, preferem usar a própria experiência e por conta própria fazem o uso de medicações humanas, podendo causar danos irreversíveis ao seu cão ou gato.

Muitos medicamentos para consumo humano, que são vendidos livremente em farmácias, podem causar nos cães e gatos intoxicação, alergia e até mesmo causar a morte do animal.

"Alguns medicamentos que são fabricados para humanos podem ser utilizados em animais e são receitados por veterinários, mas o dono precisa se atentar a dosagem indicada pelo profissional, ou também causará problemas para a saúde do animal.
O indicado para evitar qualquer risco de piorar o quadro de saúde do animal ou até mesmo causar a morte dele é sempre evitar a medicação sem prescrição e qualquer alteração o animal precisa ser consultado por um veterinário, que &e acute; a pessoa indicada para diagnosticar o problema e indicar o tratamento adequado", 

Diz a veterinária Dra. Valéria Correa, responsável técnica e gestora clínica do Grupo Pet Center Marginal.



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O sistema digestivo de cães e gatos, apesar de muito semelhante ao do humano, não funciona da mesma forma. Os órgãos do sistema digestivo dos animais não têm a capacidade de absorver e sintetizar os medicamentos frequentemente utilizados por humanos, como alguns tipos de anti-inflamatórios e analgésicos.


O analgésico Paracetamol, princípio ativo de diversas marcas de remédios conhecidos, causa lesão no fígado de cães e pode ser fatal para gatos. causando anemia hemolítica, lesões hepáticas, diarréia, vômito, necrose renal, entre outros problemas. "Mesmo entre os animais é preciso respeitar as diferenças. Um medicamento que é utilizado com sucesso em cachorros nem sempre é indicado para gatos, que são mais sensíveis", ressalta Dra. Valéria.

Os anti-inflamatórios que têm como base diclofenaco sódico causa graves sintomas gastrointestinais nos animais, inclusive desenvolvendo úlceras perfurantes de estômago e duodeno.

"Muitas vezes o problema inicial, que motivou o dono a dar a medicação, acaba ficando secundário, pois as consequências de dar uma medicação errada são bem graves. No caso dos anti-inflamatórios, geralmente os animais começam a apresentar vômitos, diarréia ou fezes escuras, com presença de sangue, além de apatia e muita dor abdominal", conclui Dra. Valéria.


Ácido acetilsalicílico

Base de medicamentos como Aspirina®, AAS®, Doril® e Melhoral®, é um anti-inflamatório extremamente tóxico para gatos, devido a deficiência de uma enzima hepática no animal que faria a metabolização e eliminação do composto. Seu uso é contra-indicado para gatos ou só pode ser utilizado de acordo com indicação e supervisão de um médico veterinário.

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FONTE: Saúde com Ciência

terça-feira, 7 de abril de 2015

Chia emagrece mesmo?

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Vez ou outra surge um novo alimento, como a semente chia, por exemplo, com a tarja de "milagroso" para fazer a gente emagrecer como num passe de mágica. Mas é claro que não existem fórmulas mágicas para quem quer emagrecer e sim uma reeducação alimentar, comendo de tudo um pouco sem exageros.

Ainda assim, há sim alguns alimentos capazes de auxiliar nas dietas para emagrecer  então por que não experimentá-los?

Chia emagrece mesmo? Chia Benefícios.


A semente de chia (Salvia hispânica) é encontrada no sul do México. Entre muitos benefícios, a chia auxilia na perda de peso, em doenças cardiovasculares e na prevenção da diabetes.


Segundo a nutricionista Thais Souza, da Rede Mundo Verde, a semente chia era muito utilizada pelos astecas, mexicanos e habitantes do Sul da Califórnia e do Arizona como suplemento alimentar para aumentar a resistência, a energia e a força necessária sob condições extremas como o calor intenso, a escassez de água e alimentos. 

semente de chia - foto
semente de chia/foto
Fibras

“A semente de chia apresenta alto teor de fibras, nutriente essencial para o bom funcionamento do organismo. As fibras apresentam a capacidade de promover saciedade, pois em contato com líquido no interior do estômago formam uma espécie de “gel” que dilata o estômago”, conta a nutricionista.

Estudos apontam que o consumo da chia pode auxiliar na perda de peso (então a chia emagrece mesmo), pois auxilia na redução do apetite. Além disso, a formação desse “gel” aumenta o volume do bolo fecal, facilitando a eliminação das fezes e melhorando o funcionamento do intestino. O “gel” formado pela fibra em contato com líquido auxilia ainda no tratamento e prevenção de doenças como diabetes e doenças cardiovasculares. Parte da glicose e gordura em excesso permanecem retidos na fibra, sendo eliminados através das fezes.

Proteínas

“Outra característica é que a semente apresenta maior teor de proteína quando comparada a outros cereais como o milho, o arroz, a aveia, a cevada e o trigo. Por isso, o consumo da chia pode beneficiar vegetarianos, pois complementa o fornecimento deste nutriente na dieta”, afirma.

A semente chia pode ser utilizada na alimentação de crianças, adolescentes e gestantes, por ter nutrientes essenciais para o crescimento e desenvolvimento. Praticantes de atividades físicas também podem se beneficiar do consumo desta semente, já que estes indivíduos necessitam de maior aporte proteico quando comparados a indivíduos sedentários.

Vitamina e Minerais

A Chia é uma boa fonte de vitaminas do complexo B, de minerais como: cálcio, fósforo, magnésio, potássio, ferro, zinco e cobre. “Por ser boa fonte de cálcio é uma excelente opção para aqueles que apresentam osteopenia e osteoporose. Para crianças e gestantes, o cálcio é importante para a formação da massa óssea”, explica Thais.

Antioxidantes

A semente chia é rica em antioxidantes.

Onde encontrar a semente chia e como consumir

A semente chia pode ser adquirida em qualquer loja de produtos naturais. E consumida de diferentes maneiras: espalhada em cereais, iogurtes, saladas ou adicionada na bebida.

Fonte: Divulgação/Mundo Verde

FONTE: http://www.saudecomciencia.com/2012/09/chia-emagrece-mesmo.html?

domingo, 29 de março de 2015

Adoçante faz mal?

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Você consome adoçante diariamente e deseja saber se adoçante faz mal? Adoça o cafezinho e sucos com adoçantes artificiais? 

Cuidado! Às vezes nos lembramos que tomamos poucas gotas de adoçante por dia, mas esquecemos que consumimos refrigerantes e outros alimentos light e diets. Neles, também há adoçante. E tudo em excesso faz mal. Você pode estar ingerindo uma quantidade excessiva de adoçantes (edulcorantes) sem se dar conta disso.

Adoçante faz mal?


1. Os males do adoçante (edulcorante)


A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) reduziu a quantidade máxima dos adoçantes sacarina e ciclamato em bebidas e alimentos. Ela também aprovou o uso de três novas substâncias no país, taumatina, eritritol e neotam. A nova regulamentação para os edulcorantes, outro nome para adoçante, foi baseada em normas americanas e europeias sobre o uso de aditivos em alimentos.

Para estabelecer limites máximos desses produtos artificiais em comidas e bebidas, a Anvisa se apóia na Ingestão Diária Aceitável (IDA) dos aditivos. A IDA estima quanto uma pessoa pode ingerir de uma substância por dia e durante toda a vida, sem colocar sua saúde em risco. O cálculo desse índice pode ser feito pelo site do IDEC (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor) no endereço:
http://www.idec.org.br/arquivos/calc_edulcorantes.xls.


Adoçante faz mal?
Adoçante faz mal?

2. SACARINA E CICLAMATO


As substâncias sacarina e ciclamato já são proibidas em alguns países.

A sacarina não pode ser usada no Canadá 
O ciclamato está proibido nos Estados Unidos. 


Alguns testes feitos em camundongos resultaram em câncer na bexiga dos animais. Não é comprovado o risco em seres humanos, mas os estudos com animais incentivaram a proibição dos edulcorantes em alguns países e sua restrição no Brasil.

O médico endocrinologista Marcio Mancini, presidente da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade, acredita que os adoçantes consumidos dentro do limite recomendado são absolutamente seguros e não causam nenhum mal.

“A maioria dos limites de consumo de adoçante foi determinada em estudos com animais. A dose máxima em humanos é 10% da dose mínima que mostrou qualquer tipo de toxidade em animais, então, a margem de segurança é bastante grande”, garante o endocrinologista.

A nutricionista Edeli Simione de Abreu, de São Paulo, diz que o problema da toxidade da sacarina está associado com doses elevadas do adoçante. Em relação ao ciclamato, a especialista conta que algumas experiências com animais sugeriram o envolvimento do edulcorante com o desenvolvimento de neoplasias (câncer). “Esses edulcorantes devem ser utilizados somente como adoçante de mesa e não podem estar contidos em produtos diet e light, para evitar o excesso de consumo”, diz a nutricionista.

Para Marcio Mancini, a restrição da Anvisa é uma precaução, pois o consumo de adoçantes aumentou bastante e as pessoas tendem a utilizar diversos produtos com aditivos artificiais. A respeito dos novos edulcorantes aprovados, Mancini acha errado dizer que são adoçantes que “causam menos mal”. “Parece que estão falando de veneno. Eles são mais modernos, mas não significa que os outros causam tão mal assim”, diz. Segundo o especialista, alguns refrigerantes continham uma quantidade de ciclamato capaz de fazer o consumidor atingir a dose máxima permitida mais facilmente. “Mas até onde eu sei, a maioria dos refrigerantes não contém mais ciclamato. Agora eles têm aspartame e sacarina”, conta ele.


3. Sucralose (Linea) e frutose


Para quem pretende escapar do adoçante e do açúcar, mas quer manter seus alimentos e bebidas doces, a nutricionista Edeli Simione não vê muita alternativa. “Somente se utilizar o mel, mas isso será tão calórico quanto a sacarose”, afirma ela. No entanto, a nutricionista diz que existe um novo adoçante no mercado, a sucralose. “É um derivado da sacarose. Não acarreta em problemas e tem um sabor agradável”, sugere.

O adoçante linea é feito a base de sucralose. Segundo o fabricante "Todos os adoçantes da Linea podem ir ao fogo, pois são à base de sucralose."


Já o endocrinologista dá uma nova dica para os consumidores que não querem usar edulcorantes e também não apostam no açúcar. “Pode-se utilizar frutose. É um tipo de açúcar que tem um poder adoçante muito maior que sacarina. Usa uma quantidade pequena de açúcar, mas tem um gosto bem mais doce”, diz. De acordo com Mancini, a frutose é recomendada para pacientes com diabetes.

Este é o caso da professora aposentada Daizi Aleixo. Diabética há 25 anos, ela trocou o açúcar pelo adoçante por causa da doença. Daizi se considera consumidora assídua de edulcorantes. Só no café ou no leite, a professora coloca mais de cinco gotas. “Eu sei que o aspartame retém no organismo e o organismo não consome ele, mas não posso abandonar. O açúcar faria muito mais mal”, lamenta.

Daizi Aleixo considera necessárias as novas recomendações da Anvisa e opina. “É bom saber os malefícios e que a quantidade de aditivos nos produtos é controlada. Tudo em excesso faz mal, até a cautela”, declara.


Fonte: UOL

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FONTE: SAÚDE COM CIÊNCIA

quarta-feira, 25 de março de 2015

Fast-food pode reduzir inteligência

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Um estudo feito por cientistas da Universidade de Londres sobre alimentação à base de fast-food, aponta para os perigos desse tipo de dieta, um deles diz respeito à inteligência.

A principal descoberta dos pesquisadores é que uma criança que se alimenta ao longo da vida, com comida de fast-food, tem grande probabilidade de ter seu QI reduzido, quando chegar na vida adulta, em função da má alimentação. Ou seja, fast-food pode reduzir inteligência.

O estudo foi realizado com quatro mil crianças de 3 a 5 anos de idade, que tinham umaalimentação rica em frituras, sanduíches e outras guloseimas.

Fast-food pode reduzir inteligência
hambúrgueres - comida típica de fast-food

A conclusão foi que o tipo de alimentação que ingerimos, afeta diretamente nossa capacidade cerebral, como funções de raciocínio, atenção, memória e imaginação. Assim, a dieta fast-food afetaria diretamente nossa inteligência, causando sérios danos à nossa capacidade de pensar.

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FONTE:
http://www.saudecomciencia.com/2012/10/fast-food-pode-reduzir-inteligencia.html?

quinta-feira, 19 de março de 2015

Cerveja evita Alzheimer e Parkinson? Será?

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Em experiências de laboratório, cientistas descobriram que a substância química, chamadaxanthohumol, pode ajudar a proteger as células do cérebro dos danos oxidativos associados à demência.

A pesquisa, publicada no Journal of Agricultural and Food Chemistry, sugeriu que as pessoas que bebem regularmente cerveja* podem afastar a progressão de doenças neurológicas... quem diria!



O Dr. Jianguo Fang, da Universidade de Lanzhou, na China, disse:

"Essa substância pode ser encontrada em um grupo de plantas secas e são amplamente usadas em cervejas e alguns tipos de refrigerantes”.

Leia também: cerveja após exercícios hidrata como a água.

Ele continua:

“Na medicina tradicional chinesa, o lúpulo têm sido utilizado para tratar uma variedade de doenças por séculos. A presença de uma elevada concentração de xanthohumol em cervejas pode ser associado à observação epidemiológica, tornando o hábito de beber cerveja algo benéfico”.

O Xanthohumol tem atraído um interesse considerável por causa de suas funções farmacológicas múltiplas, por ser antioxidante, proteger o coração, ser anticancerígeno, contribuir contra a obesidade, ser anti-inflamatório e prevenir o câncer.

quarta-feira, 18 de março de 2015

Câncer em animais: site especializado em oncologia animal

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Foi por precisar consultar um veterinário oncologista que conheci o Prof. Dr. Tarso Felipe Teixeira, médico veterinário e Doutor pela Patologia Animal FMVZ-USP.

Eu e minha "pet", Luna, fomos muito bem atendidas. Não faltaram desdobramentos por parte do Dr. Tarso, que explicou tudo o que poderia estar acontecendo com minha pet. Cheguei à clínica com o diagnóstico de câncer e o Dr. Tarso, com toda sua experiência e bom senso (coisa que falta a muitos médicos 'de gente') desconfiou que o diagnóstico estava errado. A Luna não teve câncer, somente era um tumor benigno de mama, que já foi extirpado.

oncologia animal

De tudo isso ficou para mim uma lição, que faço questão de transmitir a todos vocês: quando notarem um "carocinho" nas mamas de suas cadelinhas, busquem de imediato ajuda de umveterinário oncologista. Ele é, sem dúvida, o melhor especialista para dar o diagnóstico clínico, saberá para quais laboratórios enviar o material (retirado por ele por cirurgia ou punção).

E, por fim, ele será o melhor profissional para tratar do seu animalzinho se ele - de fato - for diagnosticado com câncer.


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FONTE: SAÚDE COM CIÊNCIA

terça-feira, 10 de março de 2015

Romã previne Alzheimer, diz estudo

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O mal de Alzheimer, uma doença degenerativa e atualmente incurável, atinge na maioria dos casos, idosos com idade entre 60 e 70 anos.

Agora, uma nova promessa parece ser eficaz para prevenir o Alzheimer, a romã previne o Alzheimer, diz pesquisa recente. Os benefícios estariam concentrados na casca da romã.



Romã previne Alzheimer
romã contra Alzheimer/foto

Na Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz” (USP/ESALQ) , a pesquisadora do Departamento de Agroindústria, Alimentos e Nutrição (LAN), Maressa Caldeira Morzelle, com a orientação da Professora Jocelem Mastrodi Salgado, realizou uma pesquisa com resíduos deromã e constatou sua potencialidade como aliado na prevenção da doença de Alzheimer.

Inúmeros estudos indicam que, entre pessoas que consomem frutas e verduras regularmente, é raro o diagnóstico de doenças degenerativas decorrentes da idade avançada.

“Isso se deve ao fato de que a quantidade de antioxidante presente nesses alimentos é elevada”, comenta a autora do estudo.

De acordo com o estudo, em se tratando da romã, apenas na casca da fruta é possível encontrar mais antioxidante do que em seu suco e sua polpa, e os antioxidantes são essências para a prevenção contra os radicais livres que matam as células do nosso corpo, o que acarreta em doenças degenerativas em geral.

Sabendo disso, Maressa buscou alternativas que pudessem concentrar todo o extrato da casca em pó, para ser diluído como suco, ou adicionado a sucos de outros sabores, levando em consideração os desafios do processamento e armazenagem, e o fato de que a adição do composto bioativo não poderia afetar as propriedades sensoriais do produto final.

A conclusão do trabalho foi bastante satisfatória em relação ao desempenho do extrato de casca de romã elaborados com etanol e água, que não teve sua atividade anticolinesterásica e sua capacidade antioxidante afetada por esta forma de armazenamento.

Observou-se também, resultados positivos em relação ao preparado em pó para refresco de romã, que não teve suas características sensoriais alteradas.
“Desta forma, verifica-se o potencial para a indústria no emprego das microcápsulas abase do extrato casca de romã como um ingrediente a ser incorporado na dieta, sendo um aliado na prevenção da doença de Alzheimer”, conclui a pesquisadora.


FONTE: SAÚDE COM CIÊNCIA

sábado, 28 de fevereiro de 2015

Dedo sem impressão digital tem causa genética

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Ponta dos dedos sem impressões digitais pode ser causado por um gene

Cientistas da Universidade de Tel Aviv, em Israel, descobriram um gene responsável por causar uma doença que deixa os dedos do portador sem impressões digitais. O estudo foi divulgado na publicação científica “American Journal of Human Genetics”.

Apenas 4 famílias no mundo foram diagnosticadas com a doença. Um caso que chamou a atenção da comunidade médica ocorreu quando uma suíça tentou entrar nos Estados Unidos, mas precisou de muito tempo para explicar aos oficiais da alfândega que não possuía impressões digitais. Seria mais uma integrante das doenças estranhas?

dedo sem impressão digital
Impressões digitais são marcas exclusivas de cada pessoa ou gêmeos idênticos
A doença é causada por uma alteração no gene SMARCAD 1, responsável pelo desenvolvimento das impressões digitais. Ele foi descoberto após um estudo coordenado por Eli Sprecher, da Faculdade de Medicina da universidade, que trabalhou com a família da suíça que teve problemas para entrar nos Estados Unidos. Nove parentes da moça também não apresentavam impressões digitais.

As impressões digitais são formadas 24 semanas após a fertilização e não mudam durante a vida da pessoa. Elas são únicas para cada pessoa ou para cada par de gêmeos idênticos. Por serem exclusivas, são utilizadas para a detecção de crimes e para controle em viagens internacionais.

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FONTE:
SAÚDE COM CIÊNCIA