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quinta-feira, 8 de novembro de 2018

O eficiente lobby dos juízes para aprovar aumento salarial no Senado

Lobby de Juízes
Chamou a atenção ontem (7) o eficientíssimo lobby de juízes, por meio de seus “sindicatos”, para a obtenção do reajuste de 16% no Senado.
Até mesmo os mais veementes oponentes à ideia do aumento no salário dos ministros do STF — de R$ 33,7 mil para R$ 39,3 mil — sucumbiram à proposta que privilegia os magistrados.

O que disseram os juízes para dobrar o joelho de senadores que resistiam ao distinto aumentão?

Ganha um picolé de uva quem acertar a resposta.

quinta-feira, 6 de agosto de 2015

Copom aumenta projeção para reajuste das tarifas de energia e botijão de gás.



O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) aumentou a projeção para o preço da tarifa de energia elétrica de 41% para 50,9%, este ano. A estimativa para o preço do botijão de gás também subiu, de 3% para 4,6%. A estimativa para o preço da gasolina ficou praticamente estável, ao passar de 9,1% para 9,2%.

A projeção para as tarifas de telefonia é que a queda seja de 3%, ante 4,4% previstos em junho. As estimativas constam da ata da última reunião do Copom, divulgada hoje (6).


Para o conjunto de preços administrados por contrato e monitorados, o comitê projeta variação de 14,8% em 2015, ante 12,7% considerados na reunião do Copom de junho.

Em 2016, a projeção para o conjunto dos preços administrados por contrato e monitorados é 5,7%, ante 5,3% considerados na reunião do comitê de junho.



FONTE: Momento Verdadeiro

sexta-feira, 27 de março de 2015

Remédios vão ter reajuste máximo acima da inflação

SAÚDE
Ao todo, 19 mil produtos estão sujeitos ao novo reajuste. O aumento, no entanto, não chega imediatamente às farmácias

Da Redação (redacao@correio24horas.com.br)

O preço dos remédios deve ter reajuste máximo entre 5% e 7,7% neste ano, segundo estimativas da indústria farmacêutica. Os valores são superiores aos do ano passado, quando variavam de 1% a 5,7%, e também da inflação oficial de 2014 (6,41%). Os percentuais oficiais de reajuste máximo devem ser divulgados pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (Cmed), no dia 31 de março.
Foto: Arquivo/Agência Brasil
A previsão, no entanto, é que haja pouca variação em relação aos cálculos da indústria. A estimativa deste ano foi feita com base nos índices que, junto com a inflação, compõem o novo cálculo adotado pelo governo para fixar o reajuste máximo do preço dos medicamentos. Os índices, que se baseiam em fatores como produtividade e custos dos insumos, foram divulgados no Diário Oficial da União ontem. Em geral, o reajuste é dividido em três faixas, com base na concentração do mercado. Assim, medicamentos mais simples e produzidos por mais empresas costumam ter permissão de reajuste maior, uma vez que a indústria costuma baixar os preços para manter a concorrência.
Entram nessa lista, por exemplo, medicamentos como Omeprazol, contra gastrite, e o anti-iótico Amoxicilina. Na outra ponta, remédios fabricados por menos empresas, os quais as indústrias teriam facilidade para aumentar os preços, têm menor índice de reajuste permitido.
Ao todo, 19 mil produtos estão sujeitos ao novo reajuste. O aumento, no entanto, não chega imediatamente às farmácias. A previsão é que as primeiras variações de preço ocorram entre junho e julho, com a reposição dos estoques.

FONTE:  CORREIO

quinta-feira, 26 de março de 2015

Dilma assina medida que mantém regra de reajuste do salário mínimo até 2019

A presidente Dilma Rousseff assinou nesta terça-feira (24) medida provisória que estabelece nova política para a valorização do salário mínimo, que vale de 2016 a 2019. A medida será encaminhada ao Congresso, e a presidente pediu que seja analisada em caráter de urgência.

Segundo a presidente, a medida provisória mantém a política de reajuste do mínimo. A lei de reajuste tem usado como parâmetro índices de inflação do ano e o percentual de crescimento da economia (PIB) do ano anterior ao da apresentação da lei orçamentária.

 "A política de reajuste adotada de 2011 a 2015 representou uma valorização em torno de 70% no salário mínimo", afirmou Dilma.

A proposta foi discutida de manhã pelos ministros Joaquim Levy, da Economia, e Pepe Vargas, das Relações Institucionais, com líderes da base aliada do governo.

O presidente da Câmara, Eduardo Cunha, retirou da pauta de votações um projeto sobre o mesmo tema, mas que tinha uma emenda que estendia a correção do mínimo a aposentados que ganham mais de um salário mínimo, o que poderia aumentar o impacto na Previdência.

Presidente afirma que fará 'profundos cortes' de gastos
Dilma Rousseff também disse que o crescimento econômico não pode prejudicar o trabalhador. Por isso, ela disse que os programas sociais não serão afetados.

"Manteremos o Minha Casa, Minha Vida e o Bolsa Família. Terão o mesmo espaço que têm. Para fazer isso, eu quero reconhecer que o governo federal vai fazer profundos cortes nos seus gastos. Esse dinheiro vai sustentar os programas sociais", afirmou a presidente.

Fonte: UOL (Com Reuters)


FONTE: POTENGI NA INTERNET