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quarta-feira, 27 de março de 2024

O alimento que temos em casa e que ajuda a controlar o açucar no sangue

É muito popular e comum na mesa dos brasileiros

POR NOTÍCIAS AO MINUTO - O feijão é destacado como um superalimento por Diana Bytyqi, especialista em endocrinologia, em uma postagem feita no Instagram. Rico em fibras e proteínas, esse alimento é capaz de auxiliar no controle dos níveis de açúcar no sangue.

"São uma fonte abundante de nutrientes, minerais e vitaminas, além de possuírem alto teor de fibras, o que contribui para uma maior sensação de saciedade. Além disso, são bastante ricos em proteínas", destacou.

Diana Bytyqi ressalta que o feijão contém uma quantidade considerável de carboidratos, que podem elevar levemente os níveis de açúcar no sangue. No entanto, devido ao seu alto teor de proteínas e fibras, esse aumento não é significativo.

FONTE: https://www.noticiasaominuto.com.br/lifestyle/2131143/o-alimento-que-temos-em-casa-e-que-ajuda-a-controlar-o-acucar-no-sangue

quarta-feira, 22 de junho de 2016

Temer anuncia importação de feijão para combater alta de preço

Em 2016 até maio, feijão subiu 33,49%; em 12 meses, alta é de 41,62%.
Produto tem sido considerado um dos 'vilões' da inflação neste ano.


Alexandro Martello e Filipe Matoso

FOTO: Divulgação
O presidente da República, Michel Temer, informou nesta quarta-feira (22), por meio de sua conta no microblog Twitter, que determinou a liberação da importação do feijão de países vizinhos doMercosul, como Argentina, Paraguai e Bolívia.
De acordo com o IBGE, que mede a variação nas capitais, o preço do feijão subiu 33,49% no ano até maio. No acumulado dos últimos 12 meses até maio, a alta é de 41,62%.
Segundo pesquisa de auditoria de varejo da GfK, que coleta preços em pequenos e médios supermercados instalados em 21 regiões do país, entre capitais e cidades do interior o preço do feijão subiu 28%, em média, até maio.
A alta é resultado de problemas climáticos, que vêm reduzindo a produção do feijão no Brasil. O aumento de preços atinge o prato típico dos brasileiros, o feijão com arroz, e dificulta dificulta principalmente a vida dos consumidores de baixa renda, que, acuados pela recessão e pelo desemprego, cortam a compra de itens supérfluos no supermercado.
México e China

Em entrevista ao Portal do Planalto, o ministro da Agricultura, Blairo Maggi, disse que também está sendo estudada a possibilidade de trazer o produto do México, após a assinatura de um acordo sanitário, e da China.
Segundo o ministro da Agricultura, à medida que o produto vai chegando no Brasil, o preço cederá com o abastecimento do mercado interno.
Outra medida que está sendo tomada, de acordo com Blairo Maggi, é negociar com grandes redes de supermercado para que busquem o produto onde há maior oferta.
“Pessoalmente, tenho me envolvido nas negociações com os cerealistas, com os grandes supermercados, para que eles possam fugir do tradicional que se faz no Brasil, e ir diretamente à fonte onde tem esse produto e trazer”, declarou ele.
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FONTE: G1