quarta-feira, 4 de novembro de 2026

Estudo revela qual tipo de calçado oferece maior risco de lesões e quedas

Levantamento realizado nos Estados Unidos analisou atendimentos de emergência relacionados ao uso de diferentes tipos de calçados entre 2021 e 2025. Chinelos e botas aparecem entre os itens mais associados a acidentes, mas um deles se destaca pela gravidade das lesões

POR NOTÍCIAS AO MINUTO - Um estudo realizado nos Estados Unidos identificou os tipos de calçados mais associados a acidentes que levaram pessoas aos serviços de emergência. A análise, divulgada em outubro, utilizou dados registrados entre 2021 e 2025 pelo Sistema Nacional de Vigilância Eletrônica de Lesões (NEISS), vinculado à Comissão de Segurança de Produtos de Consumo dos Estados Unidos.

De acordo com o levantamento, publicado pelo escritório de advocacia Maison Law, os chinelos de uso doméstico aparecem como o tipo de calçado com maior proporção de lesões graves e internações hospitalares.

No período analisado, foram estimados 20.750 atendimentos de emergência relacionados a esse tipo de calçado. Desse total, 23,3% resultaram em internação, enquanto cerca de 32% dos casos envolveram fraturas. A cabeça foi a região do corpo mais afetada.

As botas também aparecem entre os calçados com maior número de ocorrências, com aproximadamente 20.840 atendimentos. Apesar do número ligeiramente superior, a proporção de internações foi menor, de 7,9%. As fraturas representaram 11,8% dos casos, sendo os pés a região mais atingida.

Chinelos de dedo também aparecem entre os mais perigosos

Os chinelos de dedo ficaram em terceiro lugar no levantamento, com cerca de 16.083 atendimentos de emergência.

Nesse grupo, 11,3% dos casos terminaram em internação hospitalar e 26,8% envolveram algum tipo de fratura. Os pés foram a parte do corpo mais afetada.

O estudo também avaliou acidentes associados a sandálias, sapatos de salto alto e tênis esportivos.

Ao considerar a gravidade das lesões, os chinelos domésticos voltaram a ocupar a primeira posição. Segundo os pesquisadores, 40,3% das ocorrências envolvendo esse tipo de calçado foram classificadas como graves, com uma estimativa de 8.359 lesões graves por ano.

Os chinelos de dedo ficaram em segundo lugar nesse critério, com 30,9% de lesões graves e uma estimativa anual de 4.965 ocorrências.

Como reduzir o risco de quedas?

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Qual é o melhor horário para dormir e controlar a pressão arterial?

Dormir bem não depende apenas da quantidade de horas de descanso. Estudos indicam que manter horários regulares para dormir e acordar também pode ajudar a controlar a pressão arterial e reduzir o risco de doenças cardiovasculares. Especialistas explicam qual é o período mais indicado

POR NOTÍCIAS AO MINUTO - A pressão alta, também conhecida como hipertensão arterial, é um dos principais fatores de risco para infarto e acidente vascular cerebral (AVC). Embora a alimentação, a prática de exercícios físicos e o controle do estresse sejam importantes para a saúde do coração, existe outro hábito que merece atenção: o horário de dormir.

Segundo especialistas ouvidos pelo site EatingWell, pesquisas mostram que dormir em horários diferentes todos os dias pode estar associado ao aumento da pressão arterial, mesmo entre pessoas que conseguem descansar por várias horas.

Mas existe uma hora certa para ir para a cama? Estudos sugerem que adormecer entre 22h e 23h pode estar associado a um menor risco de doenças cardiovasculares. Isso não significa, porém, que todas as pessoas precisem dormir nesse intervalo.

Para os especialistas, o mais importante é manter uma rotina regular e garantir entre sete e nove horas de sono por noite.

Por que o horário de dormir influencia a pressão arterial?

O organismo funciona de acordo com o chamado ritmo circadiano, uma espécie de relógio biológico que regula diferentes processos ao longo de aproximadamente 24 horas.

Esse mecanismo influencia a produção de hormônios, a temperatura corporal, o apetite, a digestão e os períodos de sono e vigília.

A pressão arterial também acompanha esse ciclo. Normalmente, ela aumenta depois que acordamos e diminui durante o sono.

"A pressão arterial também segue um ritmo diário natural", explica a nutricionista Brannon Blount.

Quando uma pessoa dorme e acorda em horários muito diferentes, esse funcionamento pode ser prejudicado.

"Horários de sono irregulares podem perturbar esse ritmo e contribuir para padrões de pressão arterial menos favoráveis. Manter horários consistentes para dormir e acordar ajuda a apoiar esses processos regulatórios naturais", afirma a nutricionista Michelle Routhenstein.

O que acontece com a pressão arterial enquanto dormimos?

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