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sábado, 1 de fevereiro de 2025

Aneel anuncia bandeira verde para fevereiro na conta de luz, sem cobrança extra

Esse será o terceiro mês seguido sem valores adicionais
POR NOTÍCIAS AO MINUTO - SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) definiu nesta sexta-feira (27) que a bandeira tarifária do setor elétrico brasileiro em fevereiro será verde, sem custo extra nas contas de energia dos consumidores.

Esse será o terceiro mês seguido sem valores adicionais. A agência afirma que o volume de chuvas e as boas condições dos níveis dos reservatórios garantiram a classificação.

"Os consumidores não terão custo adicional nas contas de energia devido à previsão da geração hidrelétrica favorável", disse a agência.

A bandeira ficou verde de abril de 2022 até julho de 2024, quando foi interrompida com o anúncio da bandeira amarela. Em agosto, voltou ao verde. Em setembro, foi aplicada a vermelha patamar 1, e em outubro, vermelha patamar 2. Em novembro, amarela, e a conta de luz voltou à bandeira verde em dezembro.

A medida é válida para todos os consumidores conectados ao Sistema Interligado Nacional (SIN) do país.

O sistema de bandeiras tarifárias foi criado em 2015 para indicar aos consumidores os custos da geração de energia no Brasil. Ele reflete o custo variável da produção de energia considerando fatores como a disponibilidade de água, o uso das fontes renováveis e o acionamento de fontes de geração mais caras como as termelétricas.

A ideia é transferir de forma mais imediata ao consumidor os eventuais aumentos na geração de energia, dando transparência e estimulando um consumo consciente. Até então, o repasse de preços acontecia só nos reajustes anuais.

Cerca de 71% da geração do Brasil vem de hidrelétricas. O restante é complementado por outras fontes, como eólica, solar e nuclear. Como a geração hidrelétrica pode ficar comprometida em períodos de seca, o país tem um parque de usinas térmicas que são acionadas quando faltam chuvas.

Essas térmicas consomem gás, óleo combustível ou diesel e, quando são ligadas, elevam o custo de geração de energia, já que é necessário gastar com a compra do combustível.

ENTENDA MAIS SOBRE AS BANDEIRAS TARIFÁRIAS

- Bandeira verde: condições favoráveis de geração de energia. A tarifa não sofre nenhum acréscimo
- Bandeira amarela: condições de geração menos favoráveis. A tarifa sofre acréscimo de R$ 0,01885 para cada quilowatt-hora (kWh) consumidos
- Bandeira vermelha - Patamar 1: condições mais custosas de geração. A tarifa sofre acréscimo de R$ 0,04463 para cada quilowatt-hora kWh consumido
- Bandeira vermelha - Patamar 2: condições ainda mais custosas de geração. A tarifa sofre acréscimo de R$ 0,07877 para cada quilowatt-hora kWh consumido

FONTE: https://www.noticiasaominuto.com.br/economia/2256275/aneel-anuncia-bandeira-verde-para-fevereiro-na-conta-de-luz-sem-cobranca-extra

sábado, 29 de setembro de 2018

Contas de luz continuam com tarifa mais alta em outubro



A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) informou hoje (28) que vai manter a cobrança extra na conta de luz no patamar mais alto em outubro.

Desde junho, as contas de luz estão na bandeira vermelha, patamar 2, o que acarreta cobrança extra de R$ 5 a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos. Segundo a agência, a cobrança será mantida porque ainda são desfavoráveis as condições hidrológicas e por causa da queda no nível de armazenamento dos principais reservatórios do Sistema Interligado Nacional (SIN).

De acordo com a Aneel, apesar da queda do Preço de Liquidação de Diferenças (PLD), o cenário hidrológico foi desfavorável e não se vislumbrou melhora significativa do risco hidrológico (GSF, na sigla em inglês). “O GSF e o PLD são as duas variáveis que determinam a cor da bandeira a ser acionada”, informou a agência.

Nos quatro primeiros meses do ano, vigorou a bandeira verde, sem cobrança extra na conta de luz. Em maio, vigorou a bandeira tarifária amarela, em que há adicional de R$ 1 na conta de energia do consumidor a cada 100 kWh consumidos.
Em junho, quando decidiu adotar a bandeira vermelha no patamar 2, a Aneel disse que a decisão foi tomada em razão do fim do período chuvoso e da redução no volume dos reservatórios das usinas hidrelétricas.

Sistema

O sistema de bandeiras tarifárias foi criado para sinalizar aos consumidores os custos reais da geração de energia elétrica. A adoção de cada bandeira, nas cores verde (sem cobrança extra), amarela e vermelha (patamar 1 e 2), está relacionada aos custos da geração de energia elétrica. No patamar 1, o adicional nas contas de luz é de R$ 3 a cada 100 kWh; no 2, de R$ 5.

Dicas de economia

Para evitar aumento significativo nas contas, a Aneel faz algumas recomendações aos consumidores, entre as quais de banhos mais rápidos para quem usa chuveiro elétrico, e optar por temperatura morna ou fria.
A agência sugere também a diminuição no uso do ar condicionado e que, quando o aparelho for usado, não se deixem portas e janelas abertas. Além disso, é preciso manter limpo o filtro do aparelho. Outra sugestão é que o consumidor fique atento ao tempo em que a porta da geladeira fica aberta e que nunca se coloquem alimentos quentes em seu interior.
Outras dicas são juntar as roupas para serem passadas de uma só vez e não deixar o ferro ligado por muito tempo e, em caso de longos períodos de ausência de casa, evitar que os aparelhos fiquem no sistema stand-by (em espera). Nesse caso, o mais indicado é retirá-los da tomada.

sábado, 1 de setembro de 2018

Bandeira tarifária de setembro continuará vermelha patamar 2

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) disse hoje (31) que a cobrança adicional na conta de energia seguirá no patamar mais alto em setembro. A agência manteve a bandeira tarifária no patamar 2 da cor vermelha, o mais alto do sistema e o mesmo a ser aplicado no próximo mês. Isso significa que, para cada 100 quilowatts-hora (kWh) de energia consumidos, haverá uma cobrança extra de R$ 5 nas contas de luz.

Setembro será o quarto mês seguido com a bandeira tarifária no patamar mais caro. A cobrança extra de R$ 5 para cada 100 kWh começou em junho. Em maio, a bandeira tarifária estava na cor amarela, que tem cobrança extra de R$ 1 para cada 100 kWh.

A Aneel disse que a manutenção da bandeira vermelha no patamar 2 deve-se às condições hidrológicas desfavoráveis e pela redução no nível dos reservatórios nacionais.
A baixa incidência de chuvas, também chamada de risco hidrológico, ou GSF da sigla em inglês e o Preço de Liquidação das Diferenças (PLD), que é o preço da energia elétrica no mercado de curto prazo, são as principais variáveis que influenciam na cor da bandeira tarifária.

“Como consequência, o preço da energia elétrica no mercado de curto prazo (PLD) ficou próximo ao valor máximo estabelecido pela ANEEL, não se vislumbrando melhora significativa do risco hidrológico (GSF). O GSF e o PLD são as duas variáveis que determinam a cor da bandeira a ser acionada”, disse a Aneel.

Por conta da estiagem e do baixo nível dos reservatórios das hidrelétricas, os consumidores pagaram R$ 1,2 bilhão a mais nas contas de luz de janeiro a junho deste ano.
COM AGÊNCIA BRASIL

quinta-feira, 13 de agosto de 2015

Aneel discute reduzir em 18% adicional da bandeira vermelha na conta de luz

Por iG São Paulo 

Proposta é reduzir o custo adicional da bandeira vermelha de R$ 5,50 para R$ 4,50 a cada 100 quilowatts-hora (kWh)

Em reunião extraordinária, nesta quinta-feira (13), a ANEEL abriu audiência pública para discutir a alteração do adicional de bandeira vermelha, que irá vigorar entre setembro e dezembro de 2015. A proposta é reduzir o custo adicional da bandeira vermelha de R$ 5,50 para R$ 4,50 a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos. A intenção é que o novo valor para a bandeira vermelha, 18% mais baixo, passe a valer a partir de 1º de setembro.
Redução do adicional pode representar economia de 2% nas contas de luz residenciais
Thinkstock/Getty Images
Redução do adicional pode representar economia de 2% nas contas de luz residenciais
Em estudo realizado pela Aneel, foi determinada a redução do patamar de bandeira vermelha. A proposta foi baseada na expectativa de que não voltem a ser despachadas as térmicas com CVU maior do que R$ 600/MWh em 2015, desligadas 21 delas no último dia 5.
As tarifas dos consumidores residenciais, segundo a Aneel, devem ter redução média na conta de 2%. Pelos próximos dez dias, a agência receberá contribuições sobre o tema, que voltará a ser debatido em reunião no próximo dia 28. Na ocasião será tomada a decisão definitiva.
O sistema de bandeiras tarifárias sinaliza aos consumidores as condições reais da geração de energia elétrica. As cores das bandeiras (verde, amarela ou vermelha) indicam o preço cobrado em função do custo de geração da eletricidade. 
Sistema de bandeiras em vigor atualmente
Bandeira Verde - reservatórios cheios - não há adicional
Bandeira Amarela - sinal de alerta - adicional de R$ 2,50 por cada 100 quilowatts-hora (kWh)
Bandeira Vermelha - Situação crítica, com térmicas acionadas - adicional de R$ 5,50 por cada 100 quilowatts-hora (kWh)
Em vigor desde o início do ano, o mecanismo permite o repasse mensal aos consumidores de parte dos gastos extras das distribuidoras de energia com o aumento para se gerar a eletricidade.
FONTE:
http://economia.ig.com.br/2015-08-13/aneel-discute-reduzir-em-18-adicional-da-bandeira-vermelha-na-conta-de-luz.html

sábado, 28 de março de 2015

Aneel anuncia bandeira vermelha para abril

ENERGIA

Especialistas do setor - e técnicos do próprio governo - acreditam que essa cor dificilmente irá mudar ao longo do ano

O consumidor terá de enfrentar mais um mês de tarifas altas no setor de energia elétrica. A conta de luz do mês de abril, segundo foi divulgado nesta sexta-feira (27) pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), será acrescida de R$ 5,50 a cada 100 kilowatt-hora (kWh) consumidos.
Trata-se da aplicação do sistema de bandeiras tarifárias, que está em vigor desde janeiro. Para abril, a cor da bandeira novamente será a vermelha, como já ocorreu em janeiro e fevereiro. Especialistas do setor - e técnicos do próprio governo - acreditam que essa cor dificilmente irá mudar ao longo do ano.
Isso ocorre porque a bandeira tarifária serve justamente para repassar ao consumidor o uso intenso das usinas térmicas, que são mais caras que as hidrelétricas.
Se esse uso estivesse sendo moderado, a bandeira seria amarela, e o aumento, de R$ 2,50 a cada 100 kWh consumidos. Caso não houvesse uso de térmicas, ou se ele fosse pequeno, a bandeira seria verde, sem aumento de custo para o consumidor. Com a falta de chuvas e baixo nível dos reservatórios das usinas, porém, todas as térmicas disponíveis no país estão sendo usadas.
Até o ano passado, as distribuidoras assumiam essa despesa e repassavam para o consumidor, de uma vez, no momento do reajuste anual das tarifas.
Como o uso dessas geradoras se intensificou e o gasto subiu além do habitual, as distribuidoras deixaram de ter condições de fazer esse adiantamento, porque o grande desembolso começou a prejudicar o caixa dessas empresas.
Mensalmente a Aneel divulga a cor da próxima bandeira que será aplicada. As distribuidoras de energia também são obrigadas a estampar a informação nas contas de luz enviadas para os consumidores.

FONTE: DIÁRIO DO NORDESTE